Bruno de Carvalho no rumo certo

quando escreve projecto. Bruno de Carvalho no rumo errado quando escreve técnico-tático. Prefira-se o rumo certo.

Basta! O Sporting precisa de uma reflexão urgente

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Como já escrevi em determinadas ocasiões neste espaço, sou um Sportinguista puro, doente, a roçar o fanático há 29 anos. A minha relação com o Sporting é una: nunca abandonei o apoio a este clube nos maus momentos, fazendo sempre das tripas coração para o ver quando financeiramente o posso e não o posso fazer, estando a equipa de futebol, de hóquei, de andebol, de futsal, de ginástica ritmica a ganhar ou a perder, a golear ou a ser goleada, com ou sem títulos nas últimas temporadas. Quando o mês está a correr mal e estica mais do que aquilo que era devido. Quando a tristeza assola mais a alma do que a alegria. Quando o Godinho, o Soares Franco, o Bettencourt e toda aquela tralha de Cascais que acha que somos raia miúda e que jamais deverá governar os destinos do clube, nós os Sportinguistas que nos fundimos com o clube, que o tomamos como uma parte muito importante das nossas vidas, com o mesmo quase acabaram. Quando, com este grande amor que nos possui durante 365 dias por ano, 24 horas por dia, que levamos ao peito ao frio, à chuva, que transportamos  como capa quando os rivais nos escarnecem dos nossos sucessivos fracassos, que nos enche de orgulho e de lágrimas, ao ponto de não querermos ir à escola, de não conseguirmos desfrutar de uma refeição como deveria ser desfrutada quando perde aquele jogo importante.

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Desastre contínuo e sem fim

Nem Bruno, nem Juveleo, nem Jesus, nem Raúl José, nem Bas Dost, nem Coátes numa marrada uruguaia bem assente na sequência de um pontapé de canto. Há que dizê-lo abertamente e sem rodeios, chamando os bois pelos nomes quando a figura é fraca: este Sporting não joga um caralho e anda completamente à deriva. Sem entrega, sem alma, sem discernimento e possivelmente, a continuar assim, sem futuro.

O árbitro, o ovo e a galinha

chicken-and-eggO meu gosto pelo futebol é tal que já me levou a assistir a torneios de futebol organizados por juntas de freguesia ou a jogos de campeonatos entre turmas nas escolas por onde tenho passado. Independentemente das idades, as derrotas provocam sempre o mesmo comportamento infantil: a culpa é do árbitro. Tendo caído na asneira de apitar jogos de alunos, fui, mais do que uma vez, acusado de ter favorecido os vencedores, ficando, frequentemente, com a impressão de que terá sido a minha condição de professor a livrar-me de reacções um pouco mais violentas ou de insultos mais coloridos, porque, para os derrotados, a culpa só podia ser daquela personagem cujo papel eu me tinha disposto a encarnar.

Conheço pouquíssimas pessoas capazes de falar verdadeiramente sobre futebol, atribuindo sempre as culpas aos árbitros quando o resultado é adverso. Trata-se de um comportamento perfeitamente transversal: com ou sem formação superior e independentemente da classe social ou do credo, transformam-se em seres ocasionalmente inferiores, reduzindo noventa minutos a um erro do árbitro, o único agente do futebol que, afinal, não pode errar, ao contrário dos jogadores que podem falhar golos de baliza aberta à vontade, porque a culpa nunca será deles. Note-se que nestes seres ocasionalmente inferiores incluo muitos amigos também adeptos do meu clube. [Read more…]

Acorda Porto!

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Podemos falar no desnorte da SAD do FCPorto nos últimos tempos? Claro que sim e eu já escrevi sobre isso. Podemos falar na falta de “unhas” do treinador do FCPorto? Obviamente e eu também já escrevi sobre o tema. Podemos falar sobre a qualidade do plantel? Então não! Embora o FCPorto tenha um bom plantel no que ao nosso campeonato diz respeito. Já para a CL é outra conversa, considero-o curto mas é a realidade do nosso futebol que não consegue competir com as centenas de milhões de Inglaterra ou Espanha embora até se consiga fazer uns brilharetes. Posto isto, e de arbitragens?
 

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O jornal do incrível

I ne can ne I ne mai tellen alle þe wunder ne alle þe pines ðat hi diden wrecce men on þis land.

The Peterborough Chronicle

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Depois de termos passado pelo Record e pelo jornal da irresponsável resistência silenciosa, para terminar o périplo, só faltava mesmo O Jogo, o jornal do incrível — este e não aqueloutro.

Os meus votos de Óptimas Festas.

Efectivamente.

Até 2017.

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Lettres de Paris #42

Swagger

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“What hempen home-spuns have we swaggering here, so near the cradle of the fairy queen?”** pergunta Puck, em a Midsummer Night’s Dream, de Shakespeare. Atribui-se a Shakespeare a introdução de mais de 20 palavras completamente novas no léxico inglês, e, no caso de algumas delas, no léxico global. Swagger é exatamente uma dessas palavras. Descreve alguém que tem atitude, que caminha e fala e age com confiança e acredita que é importante, em suma, um bocadinho fanfarrão, até. Num certo sentido devíamos ser todos swaggers, creio eu, que, dependendo dos contextos, também faço um bocadinho de swaggering, como quase todos nós, suponho.
Vem isto a propósito do filme que fui ver hoje à tarde, no Mk2 – coté Saint-Michel. Um documentário chamado exatamente Swagger*, de Olivier Babinet, que nos mostra o que se passa na cabeça de 11 crianças e adolescentes que vivem nos bairros pobres e suburbanos de Paris onde, apesar de se avistar a Torre Eiffel, Paris chega apenas dificilmente. Uma das adolescentes diz que nunca viu um francês de gema, mas acrescenta ‘que é isso, um francês de gema?’, cheia de swagging, claro. Outra confessa ter uma amiga mesmo francesa, mas depois reflete melhor e conclui que afinal não, ‘elle est portugaise’. Não aparecem jovens de origem portuguesa no filme, mas há algumas menções, como esta e a de outro adolescente que conta estar apaixonado de ‘une belle fille, elle a les yeux verts, elle est portugaise’. Supõe-se que estas ‘portugaises’ frequentem o mesmo liceu que estes 11 rapazes e raparigas – o Claude Debussy, em Aulnay-sous-Bois .

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O Glorioso e as paragens

Le développement vers la «structuration fléchie» se trouve reflété également dans les indications scéniques, bien que de façon moins nette pour ce qui est des oppositions morphologiques sur le verbe.

Clive Perdue

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Efectivamente, depois de o Record ter trazido notícias desagradáveis, redigidas em português europeu, sobre Horta,

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chega a vez de o jornal da irresponsável resistência silenciosa (de novo, os meus agradecimentos ao nosso excelente leitor) fazer exactamente o mesmo e no mesmo código ortográfico, ao referir-se à lesão do glorioso Salvio, marcador do primeiro golo, durante a importante vitória de anteontem:

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Quanto ao sítio [Read more…]

Ganhar o jogo sem espinhas

Benfica ist ein großer Name im internationalen Fußball und die stärkste Mannschaft in Portugal.

– Hans-Joachim Watzke

Eu queria unir as pedras desavindas
escoras do meu mundo movediço

[…]

E ainda que nada à volta bata certo
eu juro ganhar o jogo sem espinhas

Carlos Tê / Rui Veloso

É o mais importante para mim: é que vocês brilhem, brilhem como as estrelas todas que há.

– Rodolfo Reis, 11/12/2016

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©Patrícia de Melo Moreira/AFP (http://bit.ly/2gPNRem)

Exactamente. Tudo como dantes. Hoje, no sítio do costume.

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Parabéns, Cristiano Ronaldo!

Exactamente.

Ensaio sobre os centrais

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O Luisão escorrega, não é? No golo. Toda a gente pode escorregar. Escorregou. Escorregou. Quer-se dizer, estes centrais já estão um bocado ó tio, ó tio!

— Rodolfo Reis, 4/12/2016

Le fait que l’acte de porter une lettre à la poste est un comportement différent de celui de se promener dans la rue est dû à l’objet-but de l’acte.

Joseph Nuttin

 

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Efectivamente, Fevereiro, mas direto. Sim, estamos em Dezembro de 2016 e já terá havido tempo para a consolidação dos conhecimentos obtidos durante as acções de formação anunciadas, onde provavelmente até terão sido proferidas barbaridades como «se disser Egito escreve sem ‘p’, mas se disser Egipto escreve com ‘p’». Aliás, recordemos que a grande divisão da doutrina era entre «não mais que 15 minutos» e «basta uma meia hora».

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O desastre prossegue, imparável. Imparável? Nem por isso. Temos sempre [Read more…]

Lettres de Paris #39

Les gens heureux lisent et boivent du café

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foi o título de um livro, na montra da Compagnie, que me despertou a atenção quando passei por lá a caminho do Ladyss. As pessoas felizes lêem e bebem café. Juntar-lhe-ia um cigarro e o título do livro que, pesquisei depois, foi escrito por Agnès Martin-Lugand, que não conheço (apesar do livro estar traduzido em português e editado pela Guerra & Paz) faria todo o sentido para mim. Pelas críticas que li, quando pesquisei, acho que também não vou querer lê-lo. Fico-me pelo título na montra da Compagnie que me fez parar hoje a caminho do trabalho.
 
Tenho bebido mais café e, sim, fumado mais cigarros, do que tenho lido, por estes dias. Gasto os dias não sei bem em quê (enfim, aparte as horas em que estou no Ladyss ou a passear) e acabo por ler pouco, ultimamente. Longe dos tempos em que lia compulsivamente tudo o que apanhava, muita porcaria incluída neste tudo. Agora leio menos, não só aqui em Paris, como em casa, na minha vida normal. Faço isso, mas ao mesmo tempo lamento não ler mais. São já raras as vezes em que atravesso a noite até de manhã agarrada a um livro, como fazia há uns anos – não assim tantos – muitas vezes. A culpa não é dos livros, evidentemente. Há milhões de livros por ler que me fariam – se os lesse – ficar agarrada a eles noite fora. O trabalho, desde logo. Uma pessoa vem para Paris cheia de planos de melhor gestão do tempo e acaba por ter menos tempo do que tem em casa. Paris tem muitas distrações e estar longe de casa, da minha rotina também me distrai, é a verdade. Desconcentra-me até, se querem saber. Depois convidam-me para coisas (de trabalho) e eu não sei dizer que não. E é assim que me vejo a responder a solicitações intermináveis. Quando pensamos que uma tinha acabado, aparece logo mais uma, ou mais duas, ou as que forem, em catadupa.
 

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O espetador e os adetos

When a clerk says how much something costs, I try to understand the price (so far I cannot) before handing over a bill I’ve already calculated to be more than enough… Unfortunately, the phrase book is meant for Portugal, not Brazil… and I think that might turn out to be a major problem.

Richard W. Schmidt & Sylvia N. Frota (1986)

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Os adetos? Exactamente, «adeto por adepto». Efectivamente, hoje, no jornal da irresponsável resistência silenciosa. Quanto ao espetador, lembremos as excelentes traduções de “relief pither” e de “designated pither” (entre 14:09 e 15:19).

Obrigado, Noémia.

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Novo desenho táctico para resolver os problemas do FC Porto

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Depois de quatro empates a zero, a solução saltou do banco, chama-se Rui Pedro, tem 18 anos e é do Norte, carago!

Fonte: Tribuna Expresso

Efectivamente, os contatos são inadmissíveis

When Dante loses his way in the dark wood, he is “Nel mezzo del cammin di nostra vita” in keeping with the allotted biblical life span (Psalm 90).

— Adolph Prier (Countercurrents: On the Primacy of Texts in Literary Criticism)

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Contudo, Ralph Hasenhüttl (sim, exactamente, com <ü>) não pensa assim. No sítio do costume? Nem por isso: no jornal da irresponsável resistência silenciosa.

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No sítio do costume, temos um clássico (ver página 7). De facto, já andamos nisto desde Janeiro de 2012.

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Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.

Diz que é uma espécie de ortografia

Hoje, quarta-feira, dia 23 de Novembro de 2016, durante este invervalo do confronto entre o Glorioso e o colosso turco Beşiktaş [beˈʃiktaʃ], façamos um balanço sobre o que tem acontecido durante esta semana.

Por exemplo, na segunda-feira, aconteceu isto:
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Contudo, na terça-feira, foi isto que aconteceu:

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Já agora, o que estará a acontecer hoje? Hoje,  [Read more…]

Contatos? Pára! Pára!

There’s a lover in the story
But the story’s still the same

—Leonard Cohen, “You Want It Darker

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Hoje, no sítio do costume, há contatos.

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Também hoje, no Record (os meus agradecimentos ao nosso excelente leitor), voltamos a mergulhar na grafia Schweinstnegger: por um lado, quer a inadmissível grafia diretor, quer a incompreensível referência gráfica à selecção do Brasil, por outro, a triste notícia acerca da paragem do glorioso André Horta.
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Continuação de uma óptima semana.

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O capitão da selecção do Brasil farturou frente à Letónia?

Segundo A Bola (efectivamente: o resistente que se cala), o «capitão da Seleção […] fa[ɾ]tura frente à Letónia». Efectivamente: fartura e *seleção.

O jornal A Bola faz história

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Sometimes laws are intolerable, and need to be changed by organized legal protest if possible—but otherwise by actual resistance and civil disobedience.

Geoffrey K. Pullum, “The Great Eskimo Vocabulary Hoax and Other Irreverent Essays on the Study of Language” (foreword by James D. MacCawley)

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Ontem, dia em que a Irlanda derrotou os All Blacks, o jornal da resistência silenciosa em tempos de liberdade (efectivamente, A Bola) deu-nos mais um exemplo quer da diferença entre crer e perceber, quer do espectáculo extremamente triste dado pelos desistentes que têm o distinto descaramento de optar pela resistência silenciosa, em tempos e lugares de liberdade de expressão. Cuidado. Muito cuidado.

Desejo-vos um óptimo domingo e votos de glorioso espectáculo, daqui a pouco, no Estádio do Dragão. Viva o Benfica. Viva!

Eduardo Vítor Rodrigues, uma escolha oportuna da SAD do FC Porto

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Eu nem queria muito regressar ao tema do futebol, depois dos puxões de orelhas que levei no outro dia a propósito de uma brincadeira com um vídeo dos adeptos do Vasteras, clube sueco que exige 250 mil euros ao Benfica pela transferência do central Lindelöf, mas como desta vez o assunto até diz respeito ao meu clube, acho que consigo um desconto e talvez me safe de igual destino.

Com a saída Antero Henrique, abriu-se uma vaga no conselho de administração do Futebol Clube do Porto. E quem propôs a SAD para o lugar? Eduardo Vítor Rodrigues, o presidente da CM da Gaia que distinguiu o benemérito Marco António Costa. Parece-me uma escolha oportuna, até porque o meu clube até tem ali o seu centro de treinos, mas faz-me sempre alguma confusão ver a política misturar-se com o futebol a céu aberto. Que é feito da hipocrisia dissimulada, que nos fazia acreditar que estas coisas não passavam de conspirações orquestradas numa qualquer taberna de Carnide? [Read more…]

Paga o que deves, Benfica

Dizem os adeptos do Vasteras, que exigem ao Benfica o pagamento de uma dívida de 250 mil euros, referentes à compra do central Lindelöf. Vai daí, fizeram este vídeo, onde apelam aos encarnados que cumpram com os seus compromissos, o que, dada a recém-anunciada saúde financeira de ferro do clube, não deve ser muito difícil. Vá, paguem o que devem e deixem o Vasteras viver o sonho!

Le Tour de France

Rui Naldinho
Le Tour 2017

Le Tour 2017

Um evento digno de uma peregrinação!

Declaração de interesses: Sou um maluco pelo ciclismo. Se vejo na televisão como a maioria dos aficionados, por vezes adormeço. Mas aquilo é como as telenovelas. Dez minutos de sesta e toca a ver o resto da prova. Se estou na disposição de ir ver ao vivo, faço como todos os crentes. Torno-me numa espécie de peregrino, mochila às costas, e espero pacientemente que desfilem as minhas divindades.

No passado dia 18 de Outubro foi apresentado em Paris, no Palácio dos Congressos, o “LE TOUR 2017.” A Volta a França é o maior evento desportivo anual do mundo em termos de impacto mediático. Note-se que outras grandes competições como o Mundial de Futebol e os Jogos Olímpicos, não são anuais, mas sim quadrienais. Logo, não são comparáveis.
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Morreu um de Nós

Obrigado. Até ao Terceiro Anel.

“tenho dois amores: um é a Académica de Coimbra (…) o outro é o mesmo que o teu, Eusébio! É o BENFICA”

Será que como o outro, também vai ser retratado com a Tromba Rija?

Rui Patrício, o rapaz de Marrazes, vai ter estátua de bronze em Leiria

Habituados a vencer em nome da diferença e da integração

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A selecção nacional de parahóquei, campeã europeia em 2015, em Londres, foi à Bélgica, exemplarmente a Brasschaat, nos arredores de Antuérpia, e venceu a segunda Integration Cup, torneio desta feita organizado pelo KHC Dragons, uma equipa de referência no campeonato belga e que, nas últimas olimpíadas, cedeu seis atletas à sua selecção que, como se sabe, foi medalha de prata no Rio de Janeiro.

Os portugueses, como se esperava, puxaram dos galões, e venceram com distinção uma prova difícil, mas em que o orgulho nacional e o pundonor estiveram presentes desde o início até à festa de consagração. Começando com um simpático 2-0 sobre a Espanha, a nossa selecção gémea, o grupo liderado por Hugo Santos e Pedro Ávila img_6545impôs-se de seguida à Bélgica por 10-0. Seguiu-se a Itália, uma equipa muito física, muitas vezes para além do aceitável, e o empate a duas bolas abria de par em par as portas da final ao conjunto luso. [Read more…]

Coisas que não se dizem

Foto retirada do Expresso, um dos jornais de que J. V. foi Director.

Foto retirada do Expresso, um dos jornais de que J. V. foi Director.

É verdade, Sr. Joaquim Vieira, não se pode dizer ou escrever aquilo que o senhor escreveu na sua página do Facebook. Fica-lhe mal. Quer publicidade? Venda-se de forma honesta, não precisa de insultar ninguém para lograr os seus intentos. Lamentável!

Para quem não sabe do que se trata, deixo aqui o que Joaquim Vieira escreveu sobre os Jogos Paralímpicos. Propositadamente, não coloco link da página, para não lhe dar a publicidade de que o homem parece precisar tão desesperadamente. Ora aqui vai: [Read more…]

Aceitam um desafio para um TRAIL?

Na Serra de Negrelos, mais conhecida por Serra de Canelas?convite

 

Futebol: o campeão vai ser…

IMG_20160515_190227Agora que a janela de transferências (gosto muito destes chavões do mundo da bola) está mais fechada do que a porta da SAD AZUL, resolvi dar uma volta pela Google – sim, assim mesmo no feminino, porque se “ela” sabe tanta coisa só pode ser mulher (pancada no autor!)…

Escrevia eu, antes da fuga prá boca sexista, que fui procurar alguns dados que talvez possam ajudar a pensar as diferentes possibilidades para a nova época.

O site transfermarket dá uma notas (em euros) aos jogadores e aos clubes. Segundo eles, o plantel do SPORT LISBOA E BENFICA terá um valor a rondar os 184 milhões, mais cinco que os vizinhos da frente e mais 7 que a equipa do Porto. Os jogados mais valiosos do SPORT LISBOA E BENFICA são o Salvio, o Rafa e o Pizzi, no Sporting, o William, o Adrian e o Patrício, enquanto no Porto, o Brahimi, o Herrera e o Danilo são os que têm maior valor no mercado.

Diria que, a ver por este factor, teremos um trio de campeões. Curiosamente, no caso do tricampeão o sector mais valioso é o ataque, enquanto nos pretendentes ao trono a maior valia está no meio-campo. Mais longe do objectivo do jogo, portanto. [Read more…]

A vitória de Alexandre Pinto da Costa

Antero Henriques deixa SAD do FC Porto

A contratação, a contração e a contracção

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© F.M. Valada, 25/8/2016

There was a picture of Florence in Behavioral Science at Quantico, shown him as a curiosity. It was the same view he was seeing now, old Florence from the Belvedere, the best view there is.

— Thomas Harris, “Hannibal

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Para legenda de fotografia com os excelentes Rui Vitória e José Mourinho, Hugo Gil e Benfica escreveu

Contração para adjunto

em vez de

Contratação para adjunto

hugo gil e benfica

Durante muitos minutos, os polegares esticados, os corações e os sorrisos feicebuquianos foram aparecendo — passados dezasseis comentários, alguém deu pela gralha:

Contração??? Estavam apertados???

Entretanto, Hugo Gil e Benfica [Read more…]