Caro António Costa 

 

Desculpe a demora, mas aproveito o sossego desta fila de 3 quilómetros em hora de ponta para responder à sua carta aberta. 
Por respeito pelo pluralismo e amor à liberdade, subscrevo a frase habitualmente atribuída ao senhor Diamantino “que o grau de civilização de determinada sociedade pode ser medido pela forma como trata os seres humanos, principalmente as crianças.” 
Prefiro pensar que as civilizações também se distinguem pela forma como tratam as crianças. Como se distinguem pela forma como valorizam a dignidade do ser humano, a natureza ou se relacionam com o transcendente, por exemplo. 

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