Teoria da conspiração

“Não me fotografam a mim, porque saberiam que comigo eu transformaria a máquina fotográfica num comestível e eles engoliriam a máquina fotográfica”
(…)
“Tiveram sorte, por quinze minutos, senão a máquina fotográfica iria ficar humedecida com o ácido estomacal de cada um deles.”

Eduardo Vítor Rodrigues | Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia | 8 de Janeiro de 2018

 

“Uns porcos fascistas, sob anonimato, puseram a circular uma cena a dizer que eu dei emprego a toda a família na Câmara. Como isso é totalmente mentira, vai para tribunal. Como são anónimos, escapam a levar na tromba.

Eduardo Vítor Rodrigues | Presidente da Área Metropolitana do Porto | Facebook | 19 de Janeiro de 2018

 

Teoria da conspiração

Por Eduardo Vítor Rodrigues*

“A liberdade de expressão é um direito assegurado constitucionalmente a todos os cidadãos. Revisitemos a Constituição da República no seu Artigo 37.º (Liberdade de expressão e informação), no seu número 1: “Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações”.

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Autarca de Gaia julgado por difamação

Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara de Gaia e do Conselho Metropolitano do Porto, começou a ser julgado no Tribunal de Gaia, acusado pelo Ministério Público do crime de Difamação.

A notícia é da TVI.

Autarca de Gaia constituído arguido pelo Ministério Público

Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara de Gaia e Secretário Nacional do Partido Socialista, foi constituído arguido pelo Ministério Público no âmbito de um processo judicial no qual está acusado dos crimes descritos nos artigos 180º, nº1 e 183º, nº2, do Código Penal – crime de difamação com publicidade e calúnia.

Segundo noticia hoje o jornal PÚBLICO, o autarca, que aguarda os ulteriores termos processuais sujeito a termo de identidade e residência, não quis comentar assunto.

A não ser que um motivo de força maior me leve a regressar publicamente a este tema, nada mais adiantarei sobre ele, uma vez que está a ser tratado no local próprio, que é o Tribunal.

Direi apenas, por agora, que, além dos aspectos criminais em análise, não é possível ignorar a relevância política de factos tão graves, imputados agora pelo Ministério Público ao presidente de uma das maiores Câmaras do país que, inexplicavelmente, se mantém como membro do Secretariado Nacional do PS e se prepara para uma recandidatura autárquica.

Parece claro que este exemplo é indigno do legado histórico do Partido Socialista e da ética republicana de que se diz defensor.