A voz do dono

Ser militante ou simpatizante de um partido político e apoiante de um governo em funções não pode significar trair o povo a que se pertence. A militância ou a simpatia terminam onde começa o valor maior da verdade e da justiça, ou quando são colocados em causa interesses superiores a qualquer ideologia ou filiação política, como é o caso da vida humana.

Se algum responsável público, seja de que partido for, violar, por acção ou omissão, negligente ou premeditada, os deveres públicos a que está vinculado, é direito e obrigação de todo o cidadão exigir que seja responsabilizado por isso e que preste contas à população que representa e tem que proteger. Seja esse responsável público da nossa tribo política ou não seja. Se for, a responsabilidade que nos cabe aumenta.

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