I Ching


A tradução mais disseminada do I Ching é, provavelmente, a inglesa. Serviu como cânone aos estudiosos ocidentais e marcou a proeminência dos ingleses no câmbio civilizacional entre o ocidente e a China.
Depois houve um alemão – amigo de Jung – que o traduziu também. Os brasileiros, da editora Pensamento, usaram essa tradução para escrever o I Ching em português.
Mas também houve um padre jesuíta, português de nome Guerra, que verteu o Livro das Mutações para a língua da terra “onde o Mar começa”.

Bem-vindo, Presidente Xi Jinping!