6_5373 mundos

 

O Ponto. Técnica Mista sobre tela. 120cmx80cm. BS.

 

CAPÍTULO 6
Morrer

O “argot” permanece a linguagem de uma minoria de indivíduos vivendo à margem das leis estabelecidas, das convenções, dos hábitos, do protocolo, aos quais se aplica o epíteto de vadios (”voyous”), ou seja , de videntes (“voyants”) e, mais expressivo ainda, de Filhos ou Descendentes do sol. A arte gótica é, com efeito, a art got ou cot (Xo), a arte da Luz ou do Espírito.
Fulcanelli, O Mistério das Catedrais

 

Às três horas e nove minutos da madrugada do dia vinte e três de Setembro do ano de dois mil e dez, Basilides entrou em coma profundo. O coração ainda batia, como um punho que se abre e fecha lentamente, e o Cordão de Prata estava aparentemente intacto. Mas a Alma de Basilides ordenara já o início da grande viagem que adiara durante mais de cinquenta anos.

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O erro maravilhoso de Almada Negreiros

A solução encontrada por Almada Negreiros para o Ponto da Bauhütte, desenhada no painel “Começar” da Fundação Calouste Gulbenkian, está maravilhosamente errada.

Reprodução de “O Ponto da Bauhütte”, de Almada Negreiros. O Ponto situa-se no interior do círculo e não no seu exterior, como o desenhou Almada Negreiros.

Ao cuidado do Metropolitano de Lisboa

O Metropolitano de Lisboa decidiu homenagear José de Almada Negreiros, reproduzindo algumas das suas obras nos azulejos da Estação de Saldanha. Infelizmente cometeu falhas graves, que induzem em erro quem por lá passa.
A obra de Almada Negreiros que se reproduz na imagem que segue, tem como título O Ponto da Bauhütte, e não o que está erradamente indicado na Estação de Saldanha (A Porta da Harmonia):

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E este não é  O Ponto da Bahütte – que aliás não existe, pois é Bauhütte que se escreve -, mas sim  A Porta da Harmonia.

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Informação via Almada Negreiros 120 anos
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