Coelho escondido com rabo de fora

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Passos afirmou não ter conhecimento de nenhuma situação (de fuga de capitais para offshores entre 2011 e 2014) mas o seu grupo parlamentar defendeu no ano passado uma maior regulação a nível europeu sobre a matéria.

A maior Offshore do mundo

É a “Cidade” de Londres, um Estado soberano, o ninho da civilização ocidental.

Um escândalo do caralho…

.. que em Portugal passou pela Acona International Investments Limited

O PCP e o Panamá

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Neste escândalo das offshores do Panamá, espero não ouvir uma palavra que seja do PCP. Um Partido que defende uma ditadura abjecta e corrupta como a de Angola não tem moral para falar seja sobre o que for.
Por estas e por outras é que nas últimas eleições, ao fim de muitos anos, deixei de votar no PCP e nos seus aliados-fantoche dos Verdes e passei-me para o Bloco. Dificilmente voltarei. Porque dificilmente o PCP mudará.

Sorria, está a ser assaltado. Outra vez…

Offshore Bill

Não se preocupem, está tudo bem. É só mais um esquema de fraude fiscal e desvio de dinheiro em quantidades industriais. É só mais uma história protagonizada por banqueiros, políticos, monarcas, celebridades, terroristas e uns quantos outros criminosos, corruptos e burlões que usaram os liberalíssimos offshores para fintar a lei, lavar dinheiro e fugir às suas responsabilidades fiscais. É só mais um episódio que completa uma trilogia que promete não ficar por aqui e que já deu ao mundo enormes sucessos como Luxleaks (2014) e Swissleaks (2015). Bem-vindos ao admirável mundo trafulha dos Panama Papers. [Read more…]

Não me voltem a dizer que não há dinheiro

Usufruir do que o estado faz e fugir aos impostos tem um nome: roubo.

17 a 26,3 biliões de euros andam escondidos nesses antros de ladroagem chamados offshores, revela agora um estudo.

Não ficamos com uma ideia da parte que corresponde a roubos efectuados em Portugal (e continuamos a ter um covil na Madeira), mas pelos cálculos genéricos apresentados era capaz de, devidamente taxado, endireitar as finanças públicas em pouco tempo.

Não sei quantos portugueses estão entre os 10 milhões de ladrões que o estudo calcula existirem no mundo. Mas sei que usam estradas e hospitais, é o estado que assegura a sua protecção, etc. etc. Numa frase: usam mas não pagam, e os outros é que vivem acima das suas possibilidades.

Vivemos de olhos fechados, elegendo governos que sucessivamente protegem estes malfeitores. Até quando?