Nunca mais chega a “ajuda humanitária”

Sendo a notícia de 2013, não consta que, entretanto, tenham chegado à Coreia do Norte camiões com bifes e aspirinas. Nem que um qualquer Quim tenha sido “reconhecido” como presidente interino, encarregue de marcar eleições livres. Impressiona até que Paulo Rangel não tenha perdido nenhum avião para Pyongyang. É isto, afinal, a “arte da versatilidade”, de que falava o senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. A Coreia do Norte parece que não tem petróleo, nem ouro, nem coltan. Dizem que tem bombas atómicas. A carvão.