Ars Magna

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No ano de 1974, ano da Revolução dos Cravos, as reservas de ouro do Banco de Portugal ascendiam a cerca de 866 toneladas. Passados trinta anos, no ano de 2004, essas reservas eram já de 462 toneladas. Num período de apenas três décadas, a democracia portuguesa fez desaparecer quase metade das suas reservas de ouro, ou seja, cerca de 404 toneladas.

Segundo noticiou o Jornal de Negócios na sua edição online de 16 de Maio de 2016, o Banco de Portugal terá informado que as reservas actuais de ouro são de 382 toneladas, mas mais de metade dessas reservas, 55%, encontram-se fora do país. Só no Reino Unido, país que não pertence à Zona Euro e que se encontra em processo de saída da União Europeia, estão 48,7% das reservas de ouro portuguesas.

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O ouro e o bandido

Por que motivo estará cerca de metade das reservas de ouro do Banco de Portugal depositada em Inglaterra, um país que não pertence à zona Euro e diz estar de saída da União Europeia?