Que ar tão triste que têm estes velhotinhos – até faz doer – Em 1978 Portugal integrou sem nenhum problema, quese um milhão de “retornados” e mesmo com muito sofrimento de alguns obrigados a voltar e tendo havido km ao longo do Rio Tejo, os seus haveres encaixotados (operação caixote) que se via da Ponte 25 abril, muitos apodrecendo e perdendo-se, o certo é que o pais deu abrgo a todos em todos os hoteis e pensões + 4 mil escudos a cada um para se aguentarem pois que se criou um organismo – o IARN para todos – E todos foram andando na sua vida sem ruído nem grandes queixumes – a Caparica que não passava de um lugarejo de repente enche-se de casario e restaurantes à borda da estrada e hortas e animais e VIDA – Não sei a % de maiores de 63 anos no país – mas são muitos com certeza alguns sem companhia a não ser os seus “iguais” com quem se encontram nos jardins, e jogam cartas mas encontram-se – Mas depois – E depois ?? Uns morrem sozinhos sem ninguém dar por nada – Mas a maioria que vive só como vivem e de que viverão ?? Não sei dizer nada nem pensar – Este olhar é tão triste – Deram toda uma vida pela vida – Há tantas Instituições públicas e privadas que se dedicam aos meninos e os acarinham e tanto voluntariado – e o Esatdo o que faz para que este olhar sorria ???
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Que ar tão triste que têm estes velhotinhos – até faz doer – Em 1978 Portugal integrou sem nenhum problema, quese um milhão de “retornados” e mesmo com muito sofrimento de alguns obrigados a voltar e tendo havido km ao longo do Rio Tejo, os seus haveres encaixotados (operação caixote) que se via da Ponte 25 abril, muitos apodrecendo e perdendo-se, o certo é que o pais deu abrgo a todos em todos os hoteis e pensões + 4 mil escudos a cada um para se aguentarem pois que se criou um organismo – o IARN para todos – E todos foram andando na sua vida sem ruído nem grandes queixumes – a Caparica que não passava de um lugarejo de repente enche-se de casario e restaurantes à borda da estrada e hortas e animais e VIDA – Não sei a % de maiores de 63 anos no país – mas são muitos com certeza alguns sem companhia a não ser os seus “iguais” com quem se encontram nos jardins, e jogam cartas mas encontram-se – Mas depois – E depois ?? Uns morrem sozinhos sem ninguém dar por nada – Mas a maioria que vive só como vivem e de que viverão ?? Não sei dizer nada nem pensar – Este olhar é tão triste – Deram toda uma vida pela vida – Há tantas Instituições públicas e privadas que se dedicam aos meninos e os acarinham e tanto voluntariado – e o Esatdo o que faz para que este olhar sorria ???