Nada disto surpreende. Até porque a religião, para um extremista, raramente é convicção. Regra geral, é um meio para atingir um fim. E, no caso dos nacional-populistas americanos, é evidente que personagens sinistras como Trump, Thiel, Bannon ou Miller são a absoluta negação dos valores do Cristianismo. De todas as formas possíveis.
Mas não deixa de ser mais uma prova factual do quão vazio, mal encenado e patético tudo isto é, ver Pete Hegseth, o troll fundamentalista que dirige o Pentágono, usar o monólogo do Samuel L. Jackson na cena do apartamento do Pulp Fiction, durante uma oração do próprio perante militares e familiares do soldado resgatado no Irão, como se de uma passagem bíblica se tratasse.
Spoiler alert: não é Ezequiel 25-17. É Quentin Tarantino.




























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