O 15 de Setembro no Porto

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    O 25 de abrill de 1974 que tem estado “congelado” vai finalmente começar – e tão interessantemente que o que se passou hoje em 40 cidades do país estendeu-se a Londres e a Paris e até a Moscovo e mais uma vez a Madrid – já não há fronteiras e os homens comuns começam a perceber que são vítimas dos mesmos carracos – Claro que exclui Alemanha que não se manifesta pois pensa que ainda domina – até a Primavera árabe é mais um exemplo de que não se vive sem liberdade e consciência e participação colectiva – e o mundo acelera no caminhar dessa situação que as modernas formas tecnológicas de comunicar ajudam e unem mais – Portugal pioneiro do mundo global e mais tarde do mundo livre e liberto, numa europa que também foi pioneira em gestos culturais e tecnológicos, e que já não pode andar para trás, também deve saber que basta também de pôr mais patas em cima dos que julgava “satélites submissos” E a Rússia da RUA também disse hoje que já não há mêdo – começa o esboço do mundo global do homem porque se assim não for perdem todos e o planeta também

  2. maria celeste ramos says:

    As ruas são mais bonitas cheias de pessoas do que cheias de carros poluentes do som e do ar e do espaço que só pertence aos peões, ao comércio e à cultura “na rua”

  3. maria celeste ramos says:

    A rua é por excelência o lugar de encontro das pessoas

  4. Jorge Pinto says:

    finalmete com brandos costumes os cidadãos dão voz ao descontentameto, é preciso continuar e amentar a participação e não desarmar pelos tecnocratas que estão comprometidos com os poderes económicos instituidos em milhares de milhoes que sufocam as pessoas. devem ler cada vez mais filosofia e perceber que a historia esta cheia de casos em que se pode perceber quem são os amigos do povo como foi o caso de salvador allede que se batia pela justiça e os fascistas o mataram, devemos evoluir e progresso e liberdade so com condições de vida, emprego com direitos, sade gratuita, educação e acesso igual para todos e apoio a habitação e aos mais jovens, e que todos paguem impostos como nanoruega que não existem caritas nem pobres. saude para todos
    Jorge Pinto

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