Por Terras de Cervaria (III)

Loja no centro da vila

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Que lindo e único é o eu país e a maior diversidade de manifestação de simplicidade e beleza e criatividade – Ontem vi na TV a festa em Alpedrinha, aldeia perdida no fim do mundo, com luitos lisboetas e turistas estrangeiros, a comemorar e participar, meninos e velhos, na FESTA que nas aldeias começaram e as aldeias conservam e são sementes de tempos tão longínquos que as cidades matam e a capital despreza~que beleza da autenticidade dos que amam a terra onde nascem e lá ficam a perpectuar história e tradição e cultura e PAZ – mas vi ontem na TVi24H aldeias desertas com um só velho porque todos morreram ou sairam e os edifícios, sem ninguém, a desmoronar, como desmorona a agricultura, como se queima de fogo os lugares onde já não há pessoas – a dispersão do povoamento exemplar do país é a salvação do país em todos os lugares onde pode haver meia dúzia de casas e uma capelinha – aldeiinha fonte da vida do povo milenar que Lisboa despreza e esquece e deixa cair – num país sem guerra há guerra contra a grandeza e há, ainda, lugares, onde a água canalizada não chegou, nem a iluminação nem nada – mas não se deixam os lugares onde se nasceu – a não ser para ir para a Austrália para não se morrer

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