O 25 de Abril em Barcelos

jornal-de-barcelosO 25 de Abril na capa do Jornal de Barcelos na sua edição de amanhã, inteiramente ilustrada por alunos do Mestrado em Ilustração e Animação do Instituto Politécnico do Cávado e Ave (Barcelos).

Comments

  1. j. manuel cordeiro says:

    Cool!

  2. Maria Helena Araujo says:

    MUITO GIRO !!!

    No dia 22 de Abril de 2014 às 18:41, Aventar

  3. portela says:

    Salgueiro Maia é o mais genuíno e puro representante do ser português. Foi ele quem, de arma na mão, à frente dos seus camaradas, devolveu a Liberdade ao povo no dia 25 de Abril de 1974. Foi ímpar a generosidade do seu acto: imaculado o seu civismo perante o outro, face à dramática contingência que a operação envolvia: histórico o resultado da sua acção.
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    Acabou com um regime ditatorial, que por várias décadas violou os direitos humanos, constituído por uma elite maioritariamente fascista, de agiotas capitalistas que, tal como hoje então, enriqueciam à sombra do Estado e da exploração e repressão
    dos trabalhadores e financeiramente suportado pela remessa enviada pelos emigrantes que, pasme-se, nos países de acolhimento negavam a sua origem para não serem apelidados de colonos. Naquele tempo, o português no estrangeiro era ao mesmo tempo, emigrante e colono: um verdadeiro paradoxo universal!
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    O apoio a essa causa, pôs a caminho uns quantos bravos que, mesmo acagaçados, avançaram desde aquela oriental praia lusitana, chamada Poço do Bispo até ao local onde os caminhos se bifurcam: o Rossio. Foi lá que, depois de desatar o nó do Terreiro do Paço, vimos Salgueiro Maia chegar por um caminho, que só podia ser aquele: a via Augusta.
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    Faltava desatar o nó do Largo do Carmo e tinha pressa em fazê-lo, mas sair do Rossio implica fazer escolhas e não é fácil encontrar o caminho da Liberdade: primeiro deu mostras de querer virar no topo sul da praça, passar frente à Tendinha, mas a cada instante mais gente chegava e quanto mais gente, mais força a causa ganhava. Isso deve ter pesado na sua decisão de seguir em frente, ir pelo lado nascente, passar frente à Camisaria Moderna, Pastelaria Suíça, Teatro Dona Maria II, Estação do Rossio, Rua 1º de Dezembro e quando esta acabou percorrida, já a multidão enchia a Praça do Rossio e todos os caminhos em redor. Foi o tempo certo de seguir em frente.
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    A sua escolha, ditou o fim do Estado Novo.

    • portela says:

      Para que uma acção, seja moralmente boa, socialmente justa, não basta agir conforme o dever da lei moral.
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      É preciso cumprir a Lei Moral integralmente, ficar onde estamos é ficar a meio caminho, mas essa não é uma tarefa para outro é o dever moral de todos e de cada um.

  4. JgMenos says:

    A boca em em jeito de mamar e os olhos fechados mereciam uma análise cuidada…


  5. Excelente. Gosto do soldado pegando na espingarda como se de uma flauta tratasse.

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