“Momento de Praxe”

cabido-de-cardeaisComunicado do “Cabido de Cardeais“.

Comments

  1. Nuno Gonçalves says:

    Pelo menos são sérios, e não uma cambada de dissimulados, futuros membros da pandilha do avental, como aquela corja da Lusófona!

  2. Fred says:

    O quê? Agora também é culpa da praxe que o muro tenha caído, que não tivesse qualquer tipo de robustez e que desde há dois anos ninguém tivesse resolvido este problema? Qualquer dia cai um raio em cima duma pessoa trajada e a culpa é da praxe…

    • carlos oliveira says:

      Desde logo se dirá que a praxe pertence à Academia de Coimbra. Porém, este facto não invalida o seu carácter de imbecilidade. Dizer-se que a praxe constitui tradição é um delirio, pois que esta tradição não é mais do que a cumulação ou sucessão de crimes cometidos por vândalos vestidos “à padre”. O traje é uma manifestação rídicula e de classe e, por tal, elitista, que não tem razão de existir. Aliás, o dito traje é também e só tradição da Universidade de Coimbra. A praxe, hoje, é uma prática criminosa e, como tal, deverá ser ajuizada pelos Tribunais. Julgue-se, pois, esses delinquentes. Aliás, deixem as novas universidades e politécnicos de copiar ou de se assenhorear do que lhes não pertence. A Universidade do Minho não tem tradição nem vetustez. É ainda uma criança. Por esse efeito, não tem peso nem tradição…

  3. carlos oliveira says:

    Que é isso de “Comunidade Praxística” ? A praxe é uma barbárie. Fui estudante de Coimbra nos idos de 1970 e não havia praxe e nem por isso deixei de me integrei no meio académico. Nesse tempo a minha preocupação era a guerra colonial e os problemas que afligiam o povo português. Era bom que esta juventude se deixasse dessas imbecilidades e se debruçasse sob a forma como se processará a sua entrada no mercado de trabalho. Que reflictam sobre os problemas que hoje afectam os universitários,em geral, e a sua inserção na vida activa. A praxe é castradora e imbecil, revestindo uma prática contrária à inteligência e ao bom senso. Ver estudantes universitários aos urros e berros é puro primitivismo. Criminalize-se a dita “prática praxística” e teremos paz.

Trackbacks


  1. […] não tinha conhecimento formal de problemas de segurança com a estrutura” [P]. Foram as praxes, que não vão a […]

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