
Funcionário turco mostra pão a crianças arménias esfaimadas. 1915.
Percebem, ó curdos?
13/10/2014 by
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
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Já em 1632, em 1785 e 1845 haviam feito a mesma coisa.
Passeando por Beyoglu muito recentemente, senti os efeitos do gas que quase diariamente a polícia turca lança sobre os manifestantes que exigem ajuda à cidade curda assediada. A resposta de um jovem turco contrário às manifestações foi: “eles andaram a matar os nossos polícias, os nossos militares e agora querem ajuda? Não contem com isso.”
Os governo turco tem de lidar com realidades que não são as nossas e não pode servir para emendar os nossos erros. Pior é o mundo ter como polícia mor um Obama que querendo emendar um mal, provocou outro mal maior. A velocidade com que foram a correr defender o Kwait cujos jovens fugiram para as discotecas do Cairo, devia ser a mesma para correr a salvar Kobane cuja população defende com heroísmo. Enquanto isso, madame Obama dança com nabos. Que dormia com um, já sabíamos.