7 comentários em “Porto, Cidade das Liberdades”

  1. Imaginemos que Vila Nova de Gaia passava o tempo todo a mandar rockets para o Porto; uns 15 no Dragão, meia dúzia na Boavista, uma vintena na Foz, e por aí… Consequência: iriam aparecer sempre umas alminhas bem intencionadas a distribuir faixas com o inevitável “FREE VILA NOVA DE GAIA”…

  2. HÁ MUITO TEMPO QUE NÃO VISTAVA O AVENTAR – E AGORA VEJO QUE ANDA MUITO MAL CHEIROSO O QUE QUE FAZ TRISTE – QUEM DIRIA – COMO SE DIZ EM LATIM ?? ADOREI O LATIM QUE APRENDI MAS APENAS INTEGRADO NA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS CERTAMENTE PARA NÃO ESCREVER BRASILÊS NEM TER ao – DESCULPEM MAS AS TECLAS ENCRAVAM – PIOR EST
    A O ENSINO E O PAÍS

    1. Obrigado! Realmente o autor elenca a complexidade do problema, a questão territorial e a “inocência” das partes… Não obstante, refere também aquilo que me parece mais importante numa perspectiva global: a conflitualidade entre o mundo islâmico, expansionista, radical, fascista e “ocidente”; inseguro, com falta de auto estima, e de complacência fácil para com as razões do “inimigo”… Desiluda-se quem pensar que a “anulação” de Israel pelos árabes significaria a acalmia do imperialismo islâmico. Na verdade, essa matriz de conquista e violência, integra com tal profundidade a sua base dogmática e ideológica – que deriva das suas “escrituras” – que terá sempre forma e “argumentário” para se exprimir da única maneira que sabe: a “guera santa”, a raiva, a vertigem de sangue, o totalitarismo fundamentalista.

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