Diário do Genocídio – 16 de Outubro


Ontem à noite, num raide na zona de Sheikh Radwan, em Gaza, as forças de Nazisrael assassinaram mais um jornalista Palestiniano.
Chamava-se Ubada al-Murtadji e é mais um a juntar aos mais de 260 que já foram mortos nos últimos três anos. Nazisrael não quer testemunhas do genocídio em curso.
Pela manhã, a jornalista americana Heidi Levine, em serviço para o Washington Post, fora agredida selvaticamente, durante 10 minutos, ao murro e ao pontapé. Por quê? Por estar a fazer a cobertura de mais um ataque de 80 colonos nazisraelitas, protegidos pelas IDF, aos apanhadores palestinianos de azeitona na cidade de Abu Falah.
Isto no mesmo dia em que a pequena Maryam Ghanem, que viu a sua mãe ser queimada viva dentro do seu apartamento pelas forças nazisraelitas, na quarta-feira, continua a sua recuperação.
Quanto aos políticos portugueses e europeus, continuam a assobiar para o lado.

Condenar a ocupação

Setenta anos disto. Setenta. Vamos condenar a ocupação israelita na Palestina? Era bom aproveitar a boleia da invasão russa à Ucrânia, para começarmos a estar, finalmente, do lado de todos os ocupados. Sem pruridos nem vergonha. Façamo-lo agora, antes que todo um povo seja exterminado.

Liberdade para a Palestina.

Vira o disco… e toca o mesmo: A Sinfonia dos Rockets e o Fascismo Israelita

«Wa-ching
(That’s the sound of the sword goin’ in)
Clack-clack, clack-a-clang clang
(That’s the sound of the gun goin’ bang-bang)
Tukka-tuk, tuk, tuk, tuk-tukka
(That’s the sound of the drone button pusher)
Shh, shh, shh
(That’s the sound of the children tooker)»

O som da espada, o som da bala, o som dos drones. O som daquele que entra e leva as crianças.

Esta noite, mais duas crianças foram mortas às mãos do exército de Israel.

Israel voltou a bombardear a Faixa de Gaza, depois de ter assumido o cessar fogo. Com a convulsão política israelita, com a troca de um liberal-fascista por um ultra-liberal-fascista no lugar de primeiro-ministro e com os milhares de milhões de euros oferecidos pelos Estados Unidos da América, uma certeza há a reter: Israel não vai parar enquanto não tiver dizimado todas as vidas palestinianas.

Duas crianças assassinadas pelo exército israelita na vila de Beta.

Em Israel não é considerado crime de guerra a morte de civis, de forma indiscriminada, se estes forem palestinianos. É, por contrário, incentivada. [Read more…]

Porto, Cidade das Liberdades

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Fonte.