Tribunal de Contas enganado para aprovar autoestradas

«Não é um, nem um colectivo de três, como na maioria dos casos. São todos os nove juízes da secção de auditoria a denunciar por unanimidade que o Tribunal de Contas foi enganado e só por isso autorizou a construção de seis parcerias público-privadas, lançadas pelo anterior Governo.» TVI 24

Relatório aprovado por unanimidade. Como pode então existir uma declaração para acta, aparecida por magia num cacifo, a colocar em causa esse relatório?

Em quem vamos acreditar? No juiz Carlos Moreno, que tem desmontado a ruína que as PPP nos têm trazido, ou no ex-assessor de José Sócrates e agora promovido a deputado, Rui Paulo Figueiredo, que mexe os cordéis pelo PS na comissão parlamentar das PPP?

Nem que seja pela superioridade do número, dou mais crédito aos nove juízes que aprovaram por unanimidade um relatório, esse sim, devastador para a anterior governação socialista do que a um texto, que nem se sabe se é autêntico, aparecido nas mãos daquele que foi o maestro da propaganda socratina.

Veja-se o vídeo para se perceber que era preciso esta  orquestração mediática da alegada declaração para acta para criar ruído no dia em que Carlos Moreno depôs na comissão das PPP.

Comments

  1. Zé Carioca says:

    Ó Rui tens cá um curriculum, de fazer inveja…a qualquer deputado, faz-te à vida rapaz…olha vai colocar os folhetos do supermercado nos cacifos, ok?


  2. O tribunal “foi enganado”, deixou-se enganar ou enganou-se? É que podem-nos estar a tentar enganar…

  3. João Costa says:

    O que vejo é que apesar da demonstração das irregularidades das PPPs, continuamos a pagar e sustentar esses actos criminosos que condicionam estas e as futuras gerações. Não vejo ninguém no banco dos réus para responder pela destruição do país.
    Não vejo ninguém preocupado com as consequências destes actos.
    Não vejo ninguém neste governo disposto a rasgar o que tantos dizem ilícito.
    Não vejo ninguém com a carreira politica terminada.
    No fim vejo um ataque a classe media, um empobrecimento brutal do país. Vejo-me roubado várias vezes. Prevejo num futuro próximo, os mesmos ladrões de então em lugares de decisão.
    Vejo as gerações futuras e a minha roubada.
    Vejo-me a pagar interminavelmente estes devaneios.
    Vejo-me a poupar para pagar impostos para pagar os roubos que outros produziram.
    Vejo-me sem dinheiro para pagar as minhas dívidas porque o governo para pagar os roubos dos outros, roubou-me.
    Vejo esta história interminável. Pois estes senhores de agora são da mesma trama que os de então.
    No fim desta história tiro uma conclusão… ninguém é suficientemente honesto para sair limpo desta roubalheira.
    Talvez tenha chegado a altura de criar o baixo assinado que se torna imperioso.
    “Abicar em consciência ao direito de votar.”
    Fazer chegar a assembleia da República para discussão dos deputados a renúncia dos cidadãos ao direito de voto por não se sentirem representados nem defendidos. Nem eles, nem o país. Por não quererem se sentir responsáveis e envergonhados por elegerem mentirosos e quem vem a arrepio das campanhas fazer o oposto.

  4. João Costa says:

    rípio

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