Aqui está um vídeo picante para Fernando Alexandre. Quando ele o vê, até deve fraquejar das pernas.
[Read more…]Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Aqui está um vídeo picante para Fernando Alexandre. Quando ele o vê, até deve fraquejar das pernas.
[Read more…]Estive a ouvir o Hugo Soares em declarações à RTP.
Muito divertido.
Diz que ficou à espera do telefonema do Chega e este não veio. Coitados dos que sofrem de paixões não correspondidas.
Falou ainda do acordo que tinham firmado com o Chega para, logo a seguir, evocar as linhas vermelhas.
Isto só não se pode chamar de stand-up comedy porque ele estava sentado.
É preciso topete, como diria o ministro playmobil, para falar de linhas vermelhas depois de se enrolarem na cama.
Pois a linha vermelha é clara. Vale tudo menos beijar na boca, que isso é muito íntimo.
O resto, passa-se debaixo dos lençóis e só espero que depois do serviço não tenham ficado esquecidos os 50€ na mesinha de cabeceira.
Se bem que não sei bem quem estaria ali a pagar, apesar do Passos Coelho ter sido claro sobre quem era o prostituto.
A AD e Ventura deliciaram-nos com a demonstração prática da Gaiola Dourada onde vive a coligação AD / CHEGA.
Foi uma tragicomédia. Assistimos à tragédia de o Governo continuar a trazer temas sem relevo para o país como forma de desviar a atenção da forma como não resolve os problemas da nação. E acabou com a comédia da facada do CHEGA, como se alguém com dois dedos de testa negociasse com um demagogo traiçoeiro.
Hoje está a decorrer um epílogo onde o PSD procura colar o PS ao CHEGA com uma suposta aliança entre estes dois partidos.
Tem a sua graça termos visto Montenegro mendigar o apoio de Ventura para agora vir com esta teoria.
Deve ter sido mais um golpe de asa da agência de comunicação que governa o Governo.
Julgando aplicar essa velha cartilha, o PSD assumiu o governo em minoria achando que conseguiria construir uma gaiola dourada para conter o crescimento do Chega e, simultaneamente, beneficiar desses deputados para conseguir a maioria que os portugueses não lhe deram. O que o centro-direita não percebeu é que a armadilha funciona ao contrário: a governação tornou-se a verdadeira gaiola, e o isco é a própria ilusão de estabilidade.
O PSD mantém-se no poder, mas cada votação é um exercício de cativeiro. Nesta aliança enjaulada, a chave da sobrevivência legislativa está no bolso da extrema-direita, que vai abrindo e fechando a porta num jogo calculista de toca e foge. O PSD descobrirá, tarde demais, que a fera controla o ritmo dos seus passos e que, mesmo governando, é Montenegro e o seu governo que estão dentro da jaula.
Depois do acrónimo FAANG (Facebook, Apple, Amazon, Netflix, Google), eis os novos reis da arena IT: MANGOS (Meta, Anthropic, Nvidia, Google, OpenAI, SpaxeX).
De empresas de subscrições a empresas de infraestrutura. Sendo algumas delas repetidas.
Como a AI vê o lado positivo deste mundo futuro:
E como a mesma AI vê o lado negro deste futuro:
Claro que a IA não vê nada, pelo que as imagens resultaram dos meus prompts. É assim com qualquer ferramenta: o lado bom ou mau prevalece em função do que as pessoas fizerem com ela.
Volta e meia lá vem o tema da produtividade como justificação habitual para aumentar a carga do trabalho, diminuir a retribuição pelo trabalho, ou ambos.
Mas falamos de quê?

Esta é a definição clássica de produtividade. Sendo uma divisão, aumenta a produtividade se aumentar o numerador ou se baixar o denominador.
A fórmula seguinte acaba por ser equivalente e traduz a perspectiva financeira:
Produtividade = (valor gerado)/(custo para gerar o valor)
Porém, quando os paineleiros do comentário, os doutos lentes da academia e os nobres políticos que efemeramente governam o país falam de produtividade têm uma obsessão apenas com uma das componentes da fórmula. Nomeadamente, o custo para gerar valor e, em particular, o custo do trabalho. Quando há outras variáveis no custo, como custo das matérias primas, custo da energia, impostos, etc.
Podíamos ver esta gente falar em aumentar a produtividade sob a perspectiva de aumentar o numerador. Por vezes, ouvem-se uns ecos sobre aumentar a eficiência mas, até isso, consiste em mexer no denominador.
Para verdadeiramente aumentar a produtividade é preciso mexer no numerador e isso implica transformar o modelo económico do país. Obriga a não estar no final da cadeia de valor onde o diferenciador está no custo com salários. Requer planeamento muito para além de uma legislatura, ou seja fora do ciclo de resultados imediatos das eleições. Precisa que produzamos bens, materiais ou imateriais, de enorme valor acrescentado.
Porque os nossos políticos estão mais interessados em ganhar a próxima eleição do que em transformar o país, não saímos deste lodo há décadas. Tem havido uns momentos de ilusão graças aos dinheiros da CEE e da UE e, agora, com o turismo.
Mas onde está a verdadeira produção criada desde que entrámos na CEE?
Vimos, isso sim, o país ser transformado num centro de serviços, uma colónia balnear, com produção própria residual, extramente dependente do estrangeiro e sem um sector onde possamos dizer que damos cartas.
Os sucessivos governos fizeram obra com o pressuposto que o resto viria. Afinal, a obra era a indústria ela mesma e aqui estamos a discutir produtividade num país que não consegue descolar dos salários baixos como modelo económico.
Aumentar a produtividade pelo aumento do valor gerado é tema literalmente ausente no discurso económico e político em Portugal.
Porquê? Porque são burros e não sabem como se define a produtividade? Ou porque estão apenas a olhar para resultados imediatos sem de facto mudarem o país?
Nenhuma das hipóteses lhes assenta bem.
O CHEGA é um partido que tem a corrupção na boca a toda a hora. Palavras. E actos?
Audições sobre financiamento dos partidos, à CIG e à ministra da Cultura adiadas pelo Chega
Tal como nos outros requerimentos, o Chega colocou um travão à votação destas audições, mediante um pedido potestativo — ou seja, de carácter obrigatório.
Talvez logo à noite sintonize a RTP, SIC e TVI para ver se os líderes partidários da oposição* aparecem a dizer alguma coisa ou se andam todos a dormir.
Mas o tema não só sobre o CHEGA. Pedro Duarte, Presidente da Câmara Municipal do Porto, Conselheiro de Estado e com um extenso currículo no PSD, defende o anonimato de quem financia os partidos com o argumento de que essa divulgação pode expor cidadãos a pressões no local de trabalho.
Já Rui Rio, considera “um disparate” a decisão da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos segundo a qual já não é possível saber quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. Haja alguém com decência!
Voltando ao CHEGA e à história da corrupção, vê-se que é um feijão-frade com duas caras. Diz que é a favor da transparência mas veta-a logo que pode, como se viu perante o chumbo desta audição. Será porque tem telhados de vidro? Auditoria exige ao Chega explicação sobre 20 mil euros vindos de conta de milionário português nos EUA. Não foi um chumbo qualquer. Teve carácter potestativo. Foi algo que quiseram mesmo evitar.
*não é erro; o CHEGA é parceiro deste Governo, seja porque o Governo o escolhe para certos temas, seja pela adopção por parte do Governo de temas bandeira do CHEGA.
Colo aqui parte de uma entrevista a Nuno Cassola, actual professor na Universidade Milão Bicocca. Trabalhou cinco anos no Banco de Portugal, antes de ingressar no Banco Central Europeu onde esteve 20 anos nas direcções de Política Económica, de Mercados, de Investigação e de Supervisão.
Entre vários assuntos da actualidade (China, EUA, Irão, dólar, euro, soberania europeia, Trump, etc.), há um particularmente interessante sobre a vinda da Troika para Portugal.
Para quem não se recorde, na altura houve a célebre frase de Marco António Costa “Ou há eleições no país, ou há eleições no PSD“. Mas pin de Portugal na lapela é que é.
Esteve em Portugal antes da entrada da troika em 2011?
Estive, sim. A negociar o apoio do BCE ao PEC IV [Programa de Estabilidade e Crescimento], um programa que a oposição chumbou [23.3.2011] levando o Governo a cair, o que desencadeou o pedido de ajuda externa.O que é que tinha sido acordado entre o BCE e o Governo da época, chefiado por José Sócrates?
A compra pelo BCE de títulos da dívida pública portuguesa [à volta de oito mil milhões] no mercado secundário para estabilizar as taxas de juro [os juros das obrigações a dez anos superavam os 7,75%]. Em contrapartida, era executado um programa de ajustamento sem a severidade do que viria a ser imposto pela troika [3.5.2011]. E, como bem se lembra, o Governo seguinte [Passos Coelho] disse que queria ir para além da troika. Em 2011, ainda acompanhei a troika em Portugal, antes de ir para Espanha, e nunca a troika exigiu às autoridades portuguesas tanta austeridade como a que foi feita. Pedro Passos Coelho foi mais papista do que o Papa.Ficará sempre a dúvida sobre se o PEC IV teria sido eficaz, tendo em conta a gravidade da situação portuguesa naquele momento.
O que sei é que Portugal não teria tido o traumatismo de ter dentro o FMI e teria tido, talvez, um ajustamento mais suave. Para ser rigoroso, não há certeza de que o PEC IV cumprisse as expectativas, mas realmente não era tão restritivo, e, não o sendo, talvez a banca portuguesa não tivesse sofrido tanto. Talvez, não se sabe — e não se pode saber.
Segunda parte da entrevista: Nuno Cassola: “A China quer acabar com a hegemonia do dólar, mas não quer ter a moeda dominante”

Prometeu paz e atacou seis países em pouco mais de um ano de mandato. Dois criminosos com problemas de justiça juntam-se para largar bombas fora de casa.
E Portugal? Paulo Rangel afirmou que os norte-americanos “podem, para qualquer operação, usar sem Portugal ter de ter conhecimento. Isso é assim que está nos tratados e é assim que está a acontecer com todas as bases europeias, dos mais variados países”. Isto não é uma operação da NATO e os EUA têm que pedir autorização prévia para a utilização de uma base que é território nacional. E não está a acontecer em todas bases europeias. Os ingleses mandaram o ogre às favas.
Rangel é um ministro mentiroso num governo de mentirosos. A ministra da saúde mentiu sobre estarem implementados todos os protocolos de actuação dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar. Montenegro mentiu, no seu primeiro governo, sobre a redução do IRS, que veio maioritariamente do anterior governo de Costa. Aliás, houve vários anúncios de coisas feitas pelo governo de Costa, o que é outra forma de mentir. Lúcia Amaral mentiu sobre não haver falhas sobre a prontidão e coordenação da Proteção Civil durante a depressão Kristin – sabemos o que se passou com o SIRESP, para não ir mais longe. Miranda Sarmento mentiu sobre o estado das contas deixadas pelo PS. O Governo no geral mentiu sobre a segurança, falando em percepções, quando o Relatório Anual de Segurança Interna mostra uma descida transversal da criminalidade geral (com ligeiro agravamento da criminalidade grave, colocando-a ao nível pré-covid, e um enorme aumento de violência doméstica que o governo ignorou). Agora, o MNE firma o seu lugar na lista dos ministros mentirosos.
É o governo mais mentiroso que já tivemos, contemporâneo do presidente dos EUA mais mentiroso que o país já teve.

Fonte: SICN
Um escândalo. Chamar conferências de impressa àquelas comunicações sem direito a perguntas.
Ah sim, e também há estes 11K em cabeleireiro e os 20K em Sport TV para o primeiro-ministro.
Mas conferências de imprensa?!

Imagem gerada com Google Nano Banana
Estive a divertir-me um pouco com a IA da Google à conta de um assunto sério.
“Se Trump mija, Ventura abre a boca à espera que chova.”
Esta caricatura que o Gemini fez, sendo bastante gráfica, até é uma boa metáfora para a forma de actuar dos populistas caseiros. Se dividir e mentir funciona bem lá, porque não repetir cá? Bem apanhado, Gemini.
O tema sério é referente à actuação do ICE, em particular sobre as ordens que esta polícia persecutória tem dado às Big Tech para identificarem os donos de contas nas redes sociais onde se desmascara a identidade dos seus agentes. E sobre como estas empresas passam por cima das famosas emendas constitucionais que garantiam a liberdade de expressão.
Registe-se a ironia quanto a uma polícia que, agindo na cobardia da cara tapada, persegue quem escreva sob anonimato.
Voltando à boca gerada pela AI do Google, esperemos que a próstata de Trump não lhe permita urinar em quantidade suficiente que inspire aspirantes a ditadores de trazer por casa.
Eu sei que ele gosta mais de sonhos de menino mas, profissionalmente, esta canção é-lhe mais útil.
Na canção:
Nasce na Estrela o Mondego
Vai passar junto à Felgueira
Atravessando Coimbra
Vai parar junto à Figueira
“Estamos no limiar da capacidade possível para conter estas águas do rio Mondego. A palavra é de tranquilidade porque tudo aquilo que pode ser feito está a ser feito, incluindo a evacuação. E tudo o que puder ainda ser salvaguardado vai ser: do ponto de vista da gestão do caudal, do ponto de vista técnico e ainda de interação com os nossos vizinhos espanhóis, que aliás é uma matéria que vem sendo feita desde o início do mês de janeiro.” Luís Montenegro, citado por num artigo fofinho do Polígrafo.
*erro meu, e está explicado, o nosso primeiro-ministro estudou pelo Porto

Mudar o logótipo como primeira medida. Resolver um “problema” de segurança que o relatório oficial não confirma. Uma rusga para as televisões transmitirem. Alterar a lei do trabalho quando nem os patrões o pediram. Submissão de uma lei da nacionalidade manifestamente inconstitucional, misturando o tema com emigração.
Podíamos continuar. O traço comum está em resolver problemas que não existem ou não têm prioridade.
Pelo caminho ficou o trabalho real para fazer.
A catástrofe de origem climática teve ainda mais impacto devido a um governo que nada fez para preparar o país. O spin que por aí anda a ser plantado é que ninguém poderia parar a tempestade e só restaria reagir.
Errado.
Nada se fez quanto ao SIRESP. Montenegro desvalorizou a catástrofe e, nessa linha, optou por não activar a ajuda internacional. Pelo caminho, regista-se a preocupação com a propaganda, visível nos episódios do vídeo e da photo opportunity em que o Exército participou. E sabia-se que o impacto seria forte – o IPMA sabia. Faltou o Governo fazer o resto do país também o saber.
Um Governo a trabalhar para a percepção quando é preciso foco na acção.
A demissão não surpreende. Mais 16 demissões e está o problema resolvido.
Nota – na imagem, Carmona Rodrigues a pagar o soldo pela nomeação ao suavizar a incompetência na gestão da crise.
“Someday, and that day may never come, I will call upon you to do a service for me. But until that day, accept this as a gift on my daughter’s wedding day.”
O taberneiro, desde logo, factual e metaforicamente – precisou de mentir no discurso de derrota, dizendo que teve mais votos do que a AD, para alimentar as suas teses de ambição de poder. Não sei se algum porta-microfones o terá confrontado com a realidade.
A comunicação social, que passou a noite (e continua madrugada fora) a falar do taberneiro, quando o vencedor era anunciado com dois terços de votos.
Augusto Santos Silva que tudo fez para que Seguro não tivesse o apoio do PS. Belo sapo que ainda há-de estar a engolir.
Luis Montenegro e Cotrim Figueiredo que não tiveram a coragem de rejeitar o grotesco.
Emídio Rangel e a SIC porque afinal não é tão fácil vender um presidente como um sabonete.
O Observador que, afinal, é a Folha Nacional em tons de azul.
Entre todos estes derrotados, Ventura destaca-se. As pessoas votaram e a proposta de adiar as eleições, além de ilegal, não entusiasmou. Não foi uma eleição entre socialistas e direita. Nem uma eleição do sistema contra o anti-sistema – o Chega está bem integrado no sistema. E não foram as elites contra o povo, dado que uma elite de dois terços dos eleitores não votou nele.
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.

Querem ver que ainda aparece o Ventura com um ramo de giestas a apagar o fogo?!
Não sei quem é o autor do texto. [É de Eduardo Maltez Silva] Mas não poderia estar mais de acordo.
Já o vídeo, esse sei de quem é. É do ministro Leitão Amaro, que aproveitou a desgraça alheia para auto-promoção. Vídeo que apagou logo que se tornou óbvio que o efeito era contrário ao pretendido – mas sacudindo a água do capote, típico da habitual cobardice de quem não assume o que faz.
“No auge da crise, o Governo lança um vídeo com produção profissional, música de fundo e mangas arregaçadas — a fingir que governa. Um teatro nojento, enquanto o país caía aos bocados.
Do outro lado, Ventura apaga fogos com um galho.
Dois lados da mesma fraude… performance em vez de solução.

O CHefe continua sem se demarcar do esgoto neonazi que é a seita 1143. Bárbara Reis desmonta com mestria a “entrevista” onde Ventura não vai além de meias palavras e mentiras.
A verdade é que a ligação é inequívoca e um não se distingue do outro. Cobardes como são, escondem-se fazendo de conta que não mas agindo como sim.
Então, Ventura, já há expulsões ou não?

Imagem: PÚBLICO
Rita Castro, João Peixoto, Rui Roque, André Caeiro. “O PÚBLICO pediu uma reacção ao Chega, mas ainda aguarda resposta.” Talvez o sr. Ventura se digne abrir a boca numa das muitas ocasiões que as televisões lhe venham a dar – esta semana já vai em três entrevistas. Segunda-feira, RTP; Terça-feira, CMTV; Quarta-feira, RTP novamente. A palhaçada não se faz sem palco, é preciso não esquecer.
Entre democracia e populismo. Entre um racista e xenófobo e alguém decente. Entre quem faz repetidos apelos a Salazar e quem rejeita a ditadura.
Entre um ditador wanna be e um democrata, Cotrim, Gouveia e Melo e Marques Mendes mostraram o seu apoio ao não rejeitarem explicitamente a abjecção. A eles se juntou Montenegro, o qual já tinha mandado as linhas vermelhas às urtigas há muito tempo.
Podia ter sido melhor se o Ventura não tivesse passado. Mesmo assim, ficou essencialmente pelo mesmo resultado das legislativas.
Agora está na televisão a queixar-se das sondagens manipuladas. É capaz de ter razão – davam-no sempre à frente.
Ficou em primeiro lugar o mal menor. E ganhou o candidato do Montenegro.

Lebensraum. Venezuela já está. Colômbia, México, Canadá, Canal do Panamá e Gronelândia na mira. Lajes não é preciso. Já é americana.
O que é que justifica um estado capturar uma pessoa estrangeira e julgá-la, para além de dar palha ao gado na arena internacional (e interna)?
A sofisticada Europa do calibre da fruta não tem tomates para dizer à corja a evidência: O que vocês fizeram foi um crime e não têm o nosso apoio.

Esta imagem teve forte circulação nas redes sociais ao longo do dia de ontem.
[Read more…]Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Sem grande surpresa, André Ventura come a palha oferecida pelos americanos.
Diz ele no X, “sem o jugo de um ditador narcotraficante“. Como se este acto pirata tivesse alguma relação com drogas.
É isto que alguns portugueses querem para Primeiro-ministro dissimulado de candidato a Presidente da República?
Os hospitais públicos já não são hospitais, são Unidades Locais de Saúde (ULS).

Este texto não foi escrito com o auxílio da inteligência artificial, IA para os amigos chegados. Apesar da comodidade das palavras estatisticamente seriadas, com as vírgulas e os pontos nos sítios certos e sem confundir “à” com “há”.


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
Recent Comments