Podemos começar primeiro pelos rendimentos?

A manha é conhecida: arranjar desculpas para aumentar os impostos. Mas se é para comparar, comecemos pelo outro lado, o dos rendimentos. Ou a hipocrisia não o permite? A pergunta é retórica.

Que ele experimente fazer um desses “erros” no Texas

O CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, está muito arrependido pelo que anteriormente disse. Especialmente agora que não é apenas o jornalista a contradizê-lo durante a entrevista. Está muito triste por ter chamado ao assassinato e desmembramento do jornalista Jamal Kashoggi um simples “erro” que deve ser perdoado, tal como com os erros da própria Uber – como por exemplo, no caso de um atropelamento, onde um carro autónomo desta empresa matou uma pessoa (o peão).

Fica aqui uma tradução livre de um trecho do artigo original.

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Mundo Web Summit

“Se acordar num colchão Casper, se fizer exercício numa Peloton antes do café da manhã, seguindo de Uber para a sua secretária na WeWork, depois se pedir DoorDash para o almoço, se apanhar um Lyft casa e se jantar através da Postmates, você interagiu com sete empresas que coletivamente vão perder quase 14 mil milhões de dólares só neste ano.”

Derek Thompson, na revista The Atlantic, sobre a estratégia das startups perderem dinheiro para ganharem cota de mercado. Dantes, chamava-se concorrência desleal a esta prática e até há leis a proibi-la. Hoje responde pelo nome de empreendedorismo. Pelo caminho, morre o tecido económico local, incapaz de concorrer com as mesmas vendas com prejuízo. Em simultâneo, desaparecm os empregos que o suportavam – ou trocando-os por relações comerciais frágeis e mais mal pagas.

Não há almoços grátis, costumam os liberais afirmar a propósito do Estado. No entanto, parecem acreditar que estes existem para o caso destas empresas. O que até é verdade, caso apenas olhemos para o imediato. Mas as borlas têm um preço a pagar, em deferido, sendo a respectiva moeda a concentração do mercado em meia dúzia de empresas, com todas as consequências que estes monopólios trarão.

Magia de Hong Kong

Onde colocar um aeroporto perante a subida do nível das águas do mar?

O degelo dos glaciares, com a consequente subida do nível das águas do mar, está longe de ser um mito – que o digam, por exemplo, os noruegueses.

Sendo um aeroporto uma obra para funcionar durante décadas, onde é que se deve construir um nova infraestrutura destas?

Junto ao nível do mar, obviamente.

Pergunta para bingo

O que é que se há-de fazer com um pedaço de paraíso?

Um aeroporto, obviamente. Stairway to heaven.

Joacine

Há pré-requisitos para todas as profissões. Ninguém imagina um cego a conduzir um camião de mercadorias nem um daltónico como designer. Há limitações bloqueantes, é um facto da vida. Ouvi a intervenção de Joacine Katar Moreira e tive muita dificuldade em seguir a mensagem que ela estava a passar. Num partido que é conhecido pelo trabalho de Rui Tavares, não percebo porque é que, no Livre, colocaram numa posição elegível alguém que terá enormes dificuldades em defender as suas teses. Veremos como correm estes 2 ou 3 anos de governo.

 

Estado minimizado, take 2

Nem a propósito, o liberal encartado vem dar o ar de sua graça.

“Os mais pobres culpam os mais ricos”, aponta Carlos Guimarães Pinto, só lhe faltando declarar que o fazem sem razão. Acrescenta ainda que “a alternativa à política do ressentimento é a política do crescimento. A aposta na valorização do trabalho, do mérito, do risco e da iniciativa privada.” Eis a pólvora novamente descoberta. Mas falta a este postulado a substância do que é defendido. Já vimos o que significa a maravilhosa iniciativa privada ao nível da banca (dezenas de milhares de milhões de euros roubados aos cidadãos), sector energético (electricidade entre as mais mais caras da Europa) e telecomunicações (Internet móvel é mais cara em Portugal do que na média da UE). Deve ser culpa da “luta de classes”, essa “aposta no ressentimento de uma classe contra outra“.

O que esta narrativa simplista falha em explicar é a razão de ser do sucesso alemão, dinamarquês, suíço e norueguês, só para citar alguns exemplos. Devem ser zonas mortas em termos de “socialismo”.

Ao ler o artigo, fico porém na dúvida se o articulista tem os conceitos devidamente afinados. Em primeiro lugar, o “autor escreve segundo o novo Acordo Ortográfico”, esse acto político que, por si só, é um monumento anti-liberal. Um governo decretar o que é a ortografia deveria fazer o Sr. Guimarães Pinto pensar. Em segundo lugar, fala de um suposto “Estado socialista” onde vivemos, sendo altamente recomendável que reveja a definição de socialismo. Pode começar pela Wikipedia. Por fim, faz tábua rasa quanto às décadas de governação PSD e CDS, como se estes nada tivessem a ver com o suposto estado gigante que nos engole. Enfim, é mais um político a escrever umas coisas.

Estado minimizado

O que é que apregoam mesmo os mantras do liberalismo? Menos estado, melhor estado, não é? E onde é que acaba o menos? E onde está esse melhor?

Enquanto os fogos na Califórnia crescem, os ricos contratam bombeiros privados
Um número pequeno, mas crescente, de pessoas ricas está a contratar as suas próprias equipas.

Menos é mais, mas apenas para uma minoria.

Já agora, sobre o quão melhor é ter os serviços básicos do estado a serem prestados por privados, atente-se na seguinte passagem do mesmo artigo: “Nos últimos anos, alguns proprietários de imóveis em regiões propensas a incêndios começaram a ser abandonados pelas suas seguradoras”.

Junte-se este cenário ao que poderá ser o futuro próximo, no qual, segundo um relatório encomendado pelo Pentágono, os americanos poderão enfrentar tempos terrivelmente sombrios devido às mudanças climáticas, envolvendo apagões, doenças, sede, fome e guerra. Neste estudo, produzido por oficiais seniores de diversas agências, incluindo Exército, CIA e NASA, afirma-se, inclusivamente, que o próprio exército poderá entrar em colapso.

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Entretanto, há 6 anos…

Há 6 anos, o Tyrannosaurus Passus dizia que não tinha amigos – o que não o impediu ir fazer a vidinha como professor convidado catedrático do curso de Economia da Universidade Lusíada. O tema, na altura, era a “ajuda” ao BANIF. Reza a Wikipedia sobre este assunto: [Read more…]

Os perigos do comunismo

Há razões fortes, a não menosprezar, para rejeitar o comunismo.

Começando pela economia, desde logo a banca seria nacionalizada, trazendo aos cidadãos o ónus de um sistema financeiro ineficiente e corrupto. O sistema produtivo acabaria nas mãos de alguns oligarcas, com decréscimo de competitividade por falta de concorrência e com controlo total sobre o mercado de trabalho. Estas transformações acabariam por criar grandes desigualdades na sociedade, gerando grupos, pequenos, extremamente ricos, ao lado de uma maioria com dificuldades em manter-se acima da subsistência.

Também a liberdade, individual e colectiva, sofreria um forte revés. A comunicação social iria progressivamente ser absorvida por grupos dominantes até que a liberdade de expressão estivesse fortemente condicionada, fosse por via de novas leis ou por condicionamento económico dos jornalistas. A população acabaria num estado de vigilância permanente e sujeita a contínua propaganda, onde uma mentira repetidamente repetida se transformaria em verdade.

Educação, saúde e segurança passariam a ser memórias de outros tempos. A necessidade de alimentar a oligarquia que viveria à sombra do partido levaria ao sucessivo desinvestimento até que o acesso a estes serviços passasse a exigir o recurso a serviços privados, para colmatar a ineficácia do sistema público.

O comunismo traria um cenário caótico ao país. Assim nos têm dito desde que voltámos ao regime democrático.

Agora volte-se a ler este artigo, trocando comunismo por PSD/PS/CDS, que foram os partidos que até agora estiveram nos diversos governos.

Veja-se como os anunciados perigos do comunismo foram, na verdade trazidos pelos partidos de poder. E conclua-se sobre a boa fé destes partidos.

Mas que não haja ilusões. Fossem outros os partidos no governo e os resultados seriam os mesmos, tal como temos verificado em países com realidades políticas diferentes. O problema está nas pessoas. No que estas aceitam e nas escolhas que fazem. A mudança começa em cada um.

Lamento, o conceito de grande desígnio é uma ilusão.

Ora sh*t para os asteriscos

Quem assista a um talk show americano depara-se com a sistemática censura de palavras como fuck, shit, asshole e demais termos que choquem a moral vitoriana dos sensíveis cidadãos norte-americanos. Parece que tal se deve à existência de uma lei que a tal obriga. Alteram, inclusivamente, o vídeo por forma a que um surdo não possa ler nos lábios. Mas aceitam abreviaturas, como f***, que a todos permite perceber o que é que está a ser dito. Tal como nigger, termo altamente depreciativo mas que é aceitável caso se use a expressão the n word.

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O défice mais baixo da democracia, o superavit e O CR7 das finanças

Eis o mito, ou melhor, a propaganda, que desaba perante a realidade.

Recentemente veio a público que cerca de 2000 turmas ainda não têm professor. À falta de funcionários junta-se a falta de professores. Estão já identificadas carência de professores de informática, de geografia e de inglês, e a esta realidade acresce o facto do preenchimento dos horários, muitos dos quais incompletos, implicar a deslocação de professores para fora da sua área de residência, o que por si só acarreta elevados custos, que os professores nestas circunstâncias não conseguem suportar. [Expresso]

Só fica surpreendido quem quer. Os sinais vindos das cativações, essa austeridade rosada, eram inequívocos. Às quais se soma a enormidade do aumento de impostos que continuou a existir com o governo PS.

Nem outra coisa seria de esperar quando a pirâmide do Estado é atacada na base, sem se mexer na cúpula directiva – a qual, em resultado da realidade política portuguesa, deforma a pirâmide, mais a fazendo parecer um trapézio. Os sinais do governo gigante que se prepara para tomar posse são a apoteose dessa estratégia de empregar dirigentes partidários no Estado, passando uma mensagem clara de que nada mudará nesse domínio.

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Emprego Governo XXII

António Costa está a propor um governo formado por 19 ministros, mais 2 do que no anterior executivo. O governo de 2015 já era maior do que o habitual e, tendo sido notícia, não causou alarido.

O executivo agora proposto é essencialmente a continuação do anterior, como se pode ver na tabela seguinte, com a adição de dois apêndices que bem poderiam ser secretarias de estado de outros ministérios.

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Entre marido e mulher não metas a colher.

Excepto se fores António Costa.

Eduardo Cabrita repartilha no Facebook um post que critica a saída da mulher do Governo

Ao mesmo tempo que minam o sistema com os seus golpes de amiguismo, choram a ascensão dos populistas que declaram irem acabar com os golpes de amiguismo que minam o sistema.

O narcisista totó, chefe do bando que o mantém no cargo

Quando Trish Regan, da Fox News, publicou a carta de Trump a Erdogan, a primeira reacção de muitos foi pensarem que era falsa, tal era a infantilidade da linguagem nela presente. Mas é verdadeira e demonstra qual é a verdadeira idade metal do idiota à frente da Casa Branca. Obviamente, transformou-se em alvo de chacota.

O detalhe mais interessante é a data da carta – 9 de Outubro, imediatamente anterior à invasão turca. Demonstra a nula importância que o presidente turco deu a Trump. “Ouch! I’ll call you later”, deve ter pensado Erdogan.

Grupo de cordas (*)

ABBA Greatest Hits – Perpetuum Jazzile, A Capella.

(*) vocais

“Corpos esmagados e ossos partidos”

Joana, nome fictício de uma amiga de longa data, tem o vigor dos perseverantes e investiu-o no que culminou numa carreira de sucesso. Enquanto mulher plena de força, canalizou as suas energias na preparação de um futuro onde a estabilidade financeira fosse garantida, numa espécie de pré-requisito para constituir família. Afinal, quem pensaria que a fertilidade dos 20 anos alguma vez murcharia? A Joana, não, certamente. Ano após ano, a opção da natalidade foi medida à luz da bitola do seu entendimento sobre o que era o sucesso na vida.

Imagem: Banksy

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O dragão mostra as garras

Aconteceu nos últimos dias um ping-pong diplomático-comercial entre a Apple e a China devido a uma app que tem sido usada pelos manifestantes de Hong Kong para identificarem a localização dos bloqueios policiais, assim os evitando. Primeiro, a Apple removeu a app HKmap.live da sua app store, voltou a permitir a sua disponibilização depois dos protestos por parte dos seus utilizadores. Passado um dia, voltou a interditá-la novamente na sequência de fortes pressões vindas do governo chinês.

A este episódio seguiu-se outro em que um jogador teve represálias por parte de uma empresa americana por este ter proferido uma declaração de apoio aos manifestantes pró-democracia de Hong Kong. Chung Ng Wai, jogador profissional de Hearthstone que ganhou uma competição organizada pela empresa americana Blizzard, declarou na respectiva conferência de imprensa “liberdade [para] Hong Kong, [a] revolução do nosso tempo”.

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Tempo de romance

Perdedores e perdedores

O crescimento do PAN e a possibilidade de André Ventura chegar ao Parlamento não são boas notícias e, neste caso, somos nós os perdedores. O partido dos cães e dos gatinhos e a xenofobia do Chega são extremismos que bem dispensava. Atendendo à pouca campanha que o Chega fez e olhando para os valores que atingiu, conclui-se que há muito populismo à espera de ser potenciado.

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Resultados eleições legislativas 2019

Projecções da Católica para as eleições legislativas 2019:

 

 

Parlamento resultante da eleição de 2015:

 

Freitas do Amaral

A morte tem, entre outros, o efeito secundário de interromper em definitivo a possibilidade do individuo se defender. Se bem que tal se torna irrelevante a partir do momento em que voltamos a ser poeira das estrelas, mesmo que envolta num recipiente de chumbo — apesar de haver quem acredite que algo, a alma, persiste para além da particular combinação de átomos que nos define, mas essas são outras opiniões e cada qual que se entenda com a sua.

Por isso, na minha forma de encarar a vida, para Freitas do Amaral será indiferente que os pulhas que lhe fizeram o que fizeram hoje o homenageiem. Já para os vivos, fica o registo da hipocrisia e a total falta de vergonha nas fuças dos que a esse papel se dão. Dirão alguns que a política é assim. Na verdade, são as pessoas que são assim e há destas em todo o lado.

As prioridades de Marcelo

1: Um funeral. 2: Coisas do Vaticano. 3: A República da qual é presidente.

Furacão eleitoral

Em parelo com a divulgação das sondagens que apontam para o PS em queda nas intenções de voto, assistimos à participação de António Costa numa reunião da Protecção Civil para acompanhamento do furacão que passou ao largo dos Açores, sem que o alarido comunicacional que o antecedeu se tivesse concretizado. É a campanha eleitoral a funcionar, o que revela muito sobre a sua utilidade quando realizada nestes moldes.

Teoria da diversidade política

A natureza política é composta por espécies que se cruzam habitualmente de forma endogâmica, com pontuais dissidências. Observando outros ecossistemas, sabemos que a variedade é fundamental para a preservação de uma espécie saudável, sem problemas de consanguinidade e liberta de malformações.

É, portanto, um favor que se faz à classe política não lhe oferecer uma maioria absoluta. Fica mais resistente às pragas e ervas daninhas. Se uma maioria simples já gera casos graves de nepotismo e de acentuada queda de vergonha na cara, imaginem-se estes seres libertos do travão parlamentar, mesmo que frouxo como na legislatura que agora terminou.

Abstenção

É tema recorrente nesta época. Seja por causa da desactualização dos cadernos eleitorais, com eleitores falecidos a aumentarem a abstenção na proporção directa dos apoios autárquicos contados em cabeças, seja devido à governação que apenas ouve os cidadãos durante as semanas que antecedem as eleições, o número de eleitores que acha que o seu voto nada conta vem aumentado de eleição em eleição, com o consequente corolário de estes não irem votar.

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A derrota da Huawei

Huwaei Mate 30 Pro

Tal como se antecipava, as dificuldades da Huawei face ao bloqueio americano iriam fazer-se sentir mais ao nível dos serviços (Google Play e Google Apps) do que quanto ao acesso a materiais (processadores, sistema operativo, etc.). Chegou o momento da prova de fogo, com a Huawei a apresentar hoje o seu primeiro modelo (Mate 30 Pro) sem que, até agora, se tivesse sabido se este telemóvel terá acesso a aplicações como Gmail, Maps, demais software e serviços da Google. [Read more…]

Ajustes dirigidos

Uma dessas empresas, a Foxtrot Aventura, que fez um contrato de 350 mil euros com a Protecção Civil, tem como proprietário o marido de uma autarca do PS de Guimarães. A outra empresa sugerida foi a Brain One [, a qual] teve desde 2017, ano da sua fundação, cinco adjudicações (ajustes directos e consultas prévias) da associação Geoparque de Arouca e da Câmara de Arouca, onde José Artur Neves foi autarca durante 12 anos. A polémica começou porque as golas eram feitas de um material inflamável, mas depressa se começou a questionar por que razão tinham sido estas as empresas a ganhar o concurso para fornecer os materiais para os kits. [PÚBLICO, 18/09/2919]

Se não tivesse sido o desbocado ministro Cabrita, tudo isto tinha passado despercebido. Tal como a imensidão de negociatas que levam o tutano do imenso dinheiro que descontamos para impostos. É só passar pelo BASE para começar a disparar questões.

Agora, demitiu-se o Secretário de Estado da Protecção Civil, José Artur Neves. Por “motivos pessoais”, claro está.

Nuno Neves, filho de José Artur Neves, é dono de 20% da Zerca Lda., criada em 2015. Confrontado pelo Observador, o secretário de Estado disse desconhecer “a existência de qualquer incompatibilidade neste domínio”, como desconhecer “também a celebração de tais contratos” [TVI24, 18/09/2919]

Nem sei de quem são as empresas nem faço ideia nenhuma“, afirmou o SE Neves no passado Junho. Tudo “irresponsável e alarmista“, assim classificou o ministro Cabrita o caso das golas.

Chegou atrasado?

Chegou-me isto à caixa de correio. De repente, pareceu-me um programa para eleições autárquicas. Terá chegado atrasado?