Terrorismo

Jean-Marc Bouju
Prisioneiros iraquianos no campo de concentração da 101st Airborne Division perto de An Najaf, Março de 2013 2003, fotografia de Jean-Marc Bouju

Comments


  1. Mais uma vez os americanos no seu melhor!


  2. Aliás basta ver isto:

    http://www.screamingeagle.org/HomeBigCity.aspx

    para se perceber logo o há de errado naquelas cabeças!


  3. Faltou o “que”: …o que há de errado…
    Desculpem!


  4. Não pensemos que a Humanidade melhore, quando um grande “defensor” do terrorismo é quem também o gere, sem qualquer objecção das entidades mundiais, também estas ditas defensoras dos Direitos Humanos e do Direito Internacional.

    Mundo podre.


  5. JJC, ontem houve um ataque terrorista num local que – por acaso – é nos EUA. Pessoas comuns, como nós, viram as suas vidas “lixadas” por algo com o qual nada terão a ver… Poderia ter sido na Avenida da Liberdade. Quanto a imagens, cuidado… Podem ser enganadores, seja em que aspecto for.
    É muito fácil odiar a América. Liberta-nos a consciência das nossas próprias responsabilidades.


    • Houve 2. Em Bagdade com consequências bem mais dolorosas que em Boston. Sim, na Mesopotâmia, o berço da nossa civilização. E não odeio a América, muito pelo contrário, a bem dizer admiro muito mais americanos ilustres que iraquianos.


      • Estamos de acordo. Aliás, creio que a próxima “revolução” (entendida como “breakthrough” civilizacional…) ocorrerá no novo continente. Sei também dos excessos dos EUA na Mesopotâmia… Não obstante, prefiro a “liberdade” (apesar de “condicionada”) do Ocidente, do que a barbárie imposta aos povos dessas paragens pelos excessos de uma religião afirmada na violência brutal e desumana. Nesse aspecto, e considerados os exageros do Ocidente – actuais e passados – tenho muito orgulho na nossa civilização.
        Quanto a terrorismo, quando um passeante de Londres, Madrid, Lisboa, Bagdade ou Cabul leva com uma bomba em cima há sempre um filho da puta “anormal” por trás… A vida humana tem o mesmo valor em qualquer lado. Quer o sujeito use água de colónia e ténis de marca ou ande descalço no pó do deserto.

  6. Paulo says:

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