situações irreais deste país

uma das coisas que me choca neste país é a precariedade no trabalho. o novo código laboral, posto em vigor no ano passado, retirou alguns dos direitos do trabalhador português, a mando da “necessária” mercadorização, a.k.a flexibilização pretendida pela troika, finando, entre outros, os direitos que este tinha ao nível de indeminizações por despedimento (despedimento mais barato) e introduzindo o célebre banco de horas, banco até 150 horas anuais, que, a bom da verdade, não é mais do que uma maneira subtil que as entidades patronais têm de fazer o escravo suar mais um bocadinho em troca de uma miragem de mais dias de férias.

as mudanças no acesso ao subsídio de desemprego, agora expedito apenas aqueles que efectivaram descontos durante 12 meses ininterruptos de trabalho para a mesma entidade patronal, assim como a criação de um fantasmagórico subsídio social de desemprego (acedível apenas aqueles que cumpriram 180 dias de trabalho; salvaguardando uma das porcalhotas do nosso mercado de trabalho, o contrato a termo certo de 6 meses) contem afinal armadilhas que beneficiam cada vez mais a construção de um sistema altamente esclavagista e ávido a pagar apenas ao trabalhador um caldo e uma côdea de broa.

dou um exemplo prático de como pérolas a porcos não quer dar este governo.

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Afinal, Gaitán é brasileiro

Gaitán chamado à seleção. Sim, “à seleção“.

Que pena, Rui Tavares é tonto

José Xavier Ezequiel

Rui-Tavares

Sou eu que ando a ver coisas, ou é mesmo o Rui Tavares (não do Povo Livre, mas do Partido Livre) que está, precisamente agora [Terça, 02.09.14, 14:45 h], em directo na SIC Notícias, a dar uma rapidinha ‘teórica’ na Universidade de Verão da JSD?

Bem sei que o rapaz se esforça por não ser sectário, como os seus ex-camaradas trotzquistas e maoistas-de-variante-albanesa. No entanto, se consegue acreditar que os jotinhas-sumol-de-laranja estão — sequer — a ouvir o que tem para lhes dizer, então é oficial: Rui Tavares é tonto.

Que desperdício. Vou ali beber um bagaço a ver se acordo. Este ‘faite-daivers’ já me custou meia hora no ‘time-shit’ da produtividade diária. E eu, tal como uma boa trabalhadora estrangeira, ganho ao dia.

O liberal-fascismo

Hayek, o herói dos nossos absolutistas no mercado, explicado aos infantes.

Peculiares regularizações de quotas

Voting Dead

De todas as anedotas que vêm marcando a vida do Partido Socialista nos últimos meses, entre as quais se destaca o processo eleitoral interno, existe uma que me deixa particularmente perplexo e que tem a ver com o intenso movimento de regularização de quotas no âmbito das eleições para a distrital de Braga. A malta até anda de cinto apertado por causa da austeridade e tal mas eleições são eleições e se o orçamento não chega para o essencial há que abdicar de uns bifes e pagar as quotas o quanto antes. Na concelhia de Famalicão, em apenas 4 dias, 828 militantes regularizaram a sua situação, 719 dos quais com anos de quotas em atraso o que lhes valeu a suspensão da militância no partido.

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Sobre a cegueira: a ministra e a Justiça

justica1Estamos quase a comemorar as primeiras vinte e quatro horas do novo mapa judiciário. Trata-se de um conjunto de medidas coerente, se tivermos em conta o que tem sido feito na Educação e na Saúde: baixar os custos, recorrendo, sobretudo, à concentração de serviços.

A palavra “custos”, num mundo tão impregnado de economês, refere-se, apenas, ao dinheiro que se gasta e nunca às consequências que as decisões políticas podem ter na vida das pessoas, mesmo que o discurso oficial inclua expressões que transmitem a ilusão de que se está a servir as populações. Ora, não se pode planear um país sem se ter em conta todos os custos, sabendo-se, por exemplo, que poupar dinheiro pode originar problemas estruturais amanhã.

Não sendo um conhecedor dos meandros do mundo judiciário português, é com desconfiança que assisto àquilo a que a ministra da tutela chama uma “revolução”, a fazer lembrar a “implosão” prometida por Nuno Crato.

Ainda antes que o mapa judiciário complete as suas vinte e quatro horas de vida, já sabemos que houve uma falha no sistema informático, que não se conhece o destino dos tribunais encerrados (a escola mortuária poderá servir de inspiração), que ir a um tribunal pode demorar quatro horas (e a distância é dinheiro), que há funcionários que viram a vida virada do avesso e que há uma série de obras feitas por ajuste directo.

Noutros tempos, os mapas resultavam da descoberta de novas terras. Com o novo mapa judiciário, parece passar-se o inverso: as terras já conhecidas são apagadas. A cegueira é, agora, para além de uma virtude da Justiça, um defeito da ministra. Já não deve faltar muito para que a realidade seja mais disparatada que um disparate qualquer.

Estágios

estagios

De *fato e de direito, hoje, no sítio do costume

2. Self-Portrait-Strangulation 1978.jpg

Andy Warhol. Self-Portrait (Strangulation), 1978. © 2010 The Andy Warhol Foundation for the Visual Arts/Artists Rights Society (ARS), New York (http://nyti.ms/1CiBv4d)

Pois, no Diário da República.

Sim, hoje:

Os agravamentos às taxas pelo deferimento dos pedidos previstos na presente disposição são sempre cumuláveis entre si ainda que sejam justificados por idênticas razões de fato e de direito.

(…)

O pedido de emissão de certidão que comprove a legalidade de determinada operação urbanística deve ser formulado sob a forma de requerimento escrito dirigido ao presidente da Câmara Municipal onde se indique os fundamentos de fato e de direito que justificam a pretensão e deve ser instruído com os meios de prova que revelem a data da construção, designadamente prova documental cartografia ou fotográfica.

Claro, o *contato não podia faltar:

Do requerimento deverão constar os seguintes elementos:
Identificação (nome, filiação, estado civil, naturalidade, nacionalidade, data de nascimento, número e data do número de identificação pessoal e data de validade, número de contribuinte, residência, código postal, número de telefone e contato/endereço eletrónico), as habilitações literárias, a situação profissional (serviço a que pertence, natureza do vínculo e carreira e categoria detida, organismo a cujo mapa de pessoal pertence, com indicação da unidade orgânica de afetação e, ainda, organismo onde exerce funções, também com indicação da respetiva unidade orgânica, caso os organismos de origem e de exercício de funções não coincidam, e natureza do vínculo à Administração Pública) e a identificação do procedimento a que a candidatura diz respeito.

(…)

Formalização da candidatura: A candidatura deve ser formalizada, através de requerimento dirigido à Inspetora-Geral da Administração Interna, Rua Marténs Ferrão, n.º 11, 3.º piso, 1050 -159 Lisboa, com menção expressa do vínculo, da carreira/categoria que detém, da posição e nível remuneratórios e a correspondente remuneração mensal e do contato telefónico e e-mail.

 

Enfim, os estrangulamentos e os constrangimentos do costume.

Exactamente, aqueles estrangulamentos e constrangimentos que o Conselho Científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa garante não terem sido identificados na aplicação do AO90.

Efectivamente.

Continuação de uma óptima semana.

Benfica – Sporting

À minha frente, alguém comete a ousadia de insinuar que o Artur não consegue *rececionar a bola quando esta surge perto da baliza. Na presença de testemunhas, peço ao infractor que repita a heresia. O infractor repete, sem hesitar: “O Artur não consegue *rececionar a bola”. *Rececionar? Efectivamente: *rececionar, com –ecionar igual ao –essionar de pressionar. Isto é, [ɨsjuˈnaɾ] em vez de [ɛsjuˈnaɾ]. Aproveitando a estupefacção do infractor, saco a caneta do coldre e disparo à queima-roupa sobre a folha em branco RECEPCIONAR. Não, a culpa não é do Artur. Não, não é.

“Politicamente incorrecto”? seja…

Depois de ter falhado a tentativa de pôr os ucranianos a escolher em referendo se preferiam o imperialismo americano ou o russo, as forças “ocidentais” resolveram forçá-los de modo vário. Quando patrocinaram um governo golpista com a participação de confessos nazis, sabiam (saberiam?) qual seria resposta da terra dos heróis.

Uso estas palavras sem receio de exagero. Há muitos anos, quando estive na Ucrânia vi o que qualquer observador minimamente atento veria: a(s) diversidade(s) dessa república. A oeste, com forte presença católica (sobretudo junto à fronteira polaca) e uma história que envolveu manchas de colaboração com o nazismo; a leste um verdadeiro culto aos mártires e heróis da Grande Guerra Pátria (segunda Grande Guerra). Não admira, pois a extraordinária resistência destas populações perante o avanço das hostes nazis deixou um rasto de morte ( a maior chacina num só país na II Grande Guerra) e de feitos de coragem que ainda hoje são venerados com respeito, o que é patente nos muitos monumentos e memoriais que lembram estes eventos. [Read more...]

Para reflectir…

-Sem pretender aprofundar o alegado rapto da criança britânica encontrada em Málaga, cujos pais terão sido detidos pela polícia espanhola, deixo isso para a Justiça e seguramente iremos ouvir falar do caso durante os próximos tempos, o assunto levanta algumas questões que me parecem passíveis de reflexão.

Por um lado temos a convicção religiosa que poderá ter estado na base da acção desesperada dos progenitores, envolvendo a família. Supostamente rejeitam o tratamento médico a que a criança estaria a ser submetida. O que nos poderá levar longe na discussão, se extrapolarmos da saúde para educação e não só. Será legítimo que os progenitores se submetam às decisões do Estado, que supostamente sabe o que é melhor para nós? Há algum tempo tivemos outro episódio em que pais convictamente vegetarianos, terão negligenciado os superiores interesses da criança.

Por mim, embora respeite a fé de cada um, bem como a sua Liberdade de orientação política, social ou qualquer outra, afinal defendo que o indivíduo está antes da sociedade, não podem ser colocados em causa os direitos de terceiros. E até mesmo um filho não é propriedade dos progenitores. É uma terceira pessoa. Por muito que custe aos pais, ou pelo menos a alguns, que gostariam de ver os filhos seguir as carreiras, religiões ou clubes a que pertencem, não raras fezes como forma de alcançar o sucesso onde eles próprios fracassaram, a verdade, doa a quem doer, é que todos os seres humanos nascem livres, únicos…

 

O Suicídio

suicidio-pontes-portoA sociedade aprende o quê com isto?

Adeus, Miró.

Adeus.

Política: profissão sem preparação!

Broxar vs. Brochar


Será “broxar” a versão brasileira e ortograficamente correcta de “brochar”?
Será que o Acordo Ortográfico vai unificar a semântica, para além da grafia, da língua portuguesa?
É este tipo de equívocos vocabulares que o famigerado Acordo Ortográfico vai resolver? – afinal, o que poderia correr mal se os portugueses usassem as mesmas palavras e as escrevessem da mesma maneira??

Ajuda o PIB a crescer, pá

Frequenta bordéis, snifa umas linhas, compra um submarino e o PIB aumenta.

A ver…

-Este vídeo que se tornou viral no Facebook. Gosto da mensagem. Pequenos gestos podem fazer mais pelo próximo que a sociedade, sistemas políticos, Estado ou governo. Cada ser humano é único…

Ser Jornalista é…


…um estado de alma.

Saudades do império

Augusto, o menino guineense  Exposição Colonial Portuguesa 1934

Os colonialistas sem colónias querem os brasões imperiais que rondam o mamarracho de Cottinelli Telmo viçosos e tratadinhos. Indignam-se as bestas, que querem apagar a História, valha-lhes o deus em que acreditam.

Apagar a História é esconder séculos de genocídios e escravidão que não orgulham um país civilizado, são pelo contrário a sua vergonha. É esquecer que aqueles brasões insultam quem nos visita e é natural dos países que sofreram a nossa ocupação. É também a ignorância dos que metem no mesmo pacote os Jerónimos e a Torre de Belém (uma mera fortificação defensiva), que não provocam ninguém. É fingir que a memória dos impérios europeus ainda hoje mata, através das fronteiras traçadas a regra e esquadro nas conferências coloniais.

Este revisionismo cultural mostra como a arrogância dos antigos colonizadores e a sua auto-desculpabilização permanecem. É ver como em Oslo causa protestos uma bem engendrada recriação de uma daquelas expos em que os europeus visitavam os pretinhos em suas jaulas. Saudade do pretinho Augusto, que terá deliciado os portuenses, saudade da divisão dos humanos entre supostos civilizados e selvagens a quem tratavam como animais. Os canalhas restam saudosos de si mesmos, e convinha percebermos porquê.

Sociedades Modernas

Conduzem a isto.

Trágico!

Almada em Lisboa olhando Almada

Almada © S.A.

Depois dos Meets, Ainda Mais Paródia

parodia_racismoHá gente com sentido de humor e muito tempo livre…

Uma questão de Liberdade…

-Concordo muitas vezes com a Maria João. Mas apesar de compreender o ponto de vista que defende neste artigo, não posso de forma alguma deixar passar sem tecer algumas considerações. Também eu gosto da Grã-Bretanha, seus valores e cultura, a única excepção será mesmo a família Windsor pela qual não morro de amores. O multiculturalismo e liberdade fazem parte do ADN da Grã-Bretanha, sem os quais a ilha se tornaria em algo diferente, para pior. Também não tolero o fundamentalismo, seja islâmico, católico, judeu ou qualquer outro. Mas proibir e punir crenças religiosas ou políticas de qualquer ordem, é ceder aos valores dos fanáticos que pretendemos combater. São os actos criminosos que devem ser reprimidos através de apertada legislação e não as ideias. Para que exista de facto diferença entre a civilização e a barbárie. Proibir uma muçulmana de vestir uma burka se o pretender fazer livremente, é igual à proibição num país islâmico que um católico adore a imagem da Virgem ou se ajoelhe perante Jesus Cristo crucificado. Não deveremos ceder perante o ódio e sem dar a outra face, há que continuar a defender a Liberdade de todos, até mesmo a Liberdade dos bárbaros que pretendem tirar a nossa…

Cão Suicida-se em Esposende!

o-cao-que-mordeu-o-homemUm Cão suicidou-se hoje por volta das 17,30 horas, na Rua Narciso Ferreira na cidade de Esposende.
Segundo apurámos no local o animal atirou-se da janela de um prédio (ao lado do Registo Civil) acabando por falecer pouco tempo depois.
No local compareceu a Proteção Civil da Câmara Municipal, Veterinário e a GNR de Esposende” in Notícias de Esposende.

Meet do Colombo

meet_centro_comercial_ColomboDizem que foi concorrido. A silly season começou tarde mas começou.

Olhó petardo bom e barato pa istoirar isto tudo já daqui a bocado

 

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PESOAL, KEM KER PERTARDOS PA ISTOIRAR ISTO TD AMANHA? TAO SUPER BARATOS, 10 EUROS CAIXA KOM 10 PERTARDOS, APRUVEITAM AMIGOS. MANDEIM MENSAGEIM

[no Facebook do evento (ou será invento?) que começa daqui a pouco no Colombo, «o maior centro comercial da Península Ibérica» - espécie de slogan da epoca da sua inauguração]

Uma certa versão moderna de fascismo

Santana Castilho *

No meu último artigo afirmei que era uma fraude a circunstância de a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) ter imposto um determinado resultado em sede do contrato para avaliar os centros de investigação. Fiquei surpreendido por ter sido interpelado por vários leitores investigadores, certamente não pertencentes aos 50% dos centros predestinados à exclusão, ainda antes de a avaliação ter lugar. Esses leitores usaram, curiosamente, os mesmos argumentos, a saber:

- Dizendo o que disse, eu estaria a admitir que os revisores internacionais que participaram no processo aceitaram ser coniventes com uma fraude, comprometendo, assim, a sua idoneidade científica.

- A obrigatoriedade contratual de 10% dos centros serem classificados como «outstanding», 15% «excellent», 20% «very good», 35% «good» e 20% «uncompetitive» era uma simples distribuição estatística determinada pela escassez de recursos.
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O Pijaminha Tipo Judeu da Zara

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A falta que fazia a alguma gente ter estudado História na escolinha…
(ou então, não!)
ps: o pijaminha já não está à venda. Esgotou rápido.

Enquanto a Europa definha, os dividendos aumentam

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© Jacques Demarthon

Uma parte importante dos recursos públicos destinados aos cuidados em saúde, à educação, à criação e fruição cultural, enfim, ao desenvolvimento numa perspectiva larga e de longo termo, foram já subtraídos aos orçamentos dos Estados como consequência de decisões políticas que privilegiam outras prioridades – mesmo se anunciadas em nome de pacotes reformistas ou do «rigor orçamental». É certo que as Constituições ainda asseguram, mesmo se nessa letra pequena de lei que a actual classe de governantes tem relutância em ler, os princípios democráticos que servem uma ideia de sociedade em que a desigualdade extrema não cabe – mas também que as leis fundamentais perderam relevância no quadro das actuais políticas dos Governos, ligados entre si pelos contextos obscuros de uma economia global cujos primeiros grandes embates justamente sofremos por estes dias.

A desigualdade atinge em 2014 níveis jamais sonhados pelas gerações nascidas na Europa e na América depois das guerras do século XX. Por todas estas razões, é sempre bom ir tendo notícias do paradeiro da riqueza que ainda ontem servia a vida de muitos mais, designadamente sob a forma de direitos adquiridos por contrato social, mais do que hoje empenhado na qualidade da vida e na mobilidade social dos cidadãos. Em França, um índice recentemente publicado por uma empresa de gestão de activos chamada Henderson Global Investors (HGI) acaba de revelar o aumento exponencial dos dividendos pagos pelas grandes empresas aos seus accionistas. Incidindo no segundo trimestre do ano, o referido índice dos melhores retornos mundiais em dividendos emergiu no espaço mediático francês no exacto momento em que as ajudas públicas às empresas privadas (em nome da retoma económica e da criação de emprego) atingiram um patamar de investimento jamais conhecido.

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Liga de Clubes: Quem é Rui Alves?

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Depois da vergonhosa actuação do actual presidente da Liga de Clubes e dos seus acólitos nas últimas eleições, num acto de batotice que nem os cachopos num jogo de futebol de rua, a legalidade foi reposta e ficam a sufrágio as duas listas, uma liderada pelo Fernando Seara, um homem da política e a lista de Rui Alves, um homem do futebol.

 

Entendeu Fernando Seara desistir e não ir a jogo. Por isso mesmo, Rui Alves vai ser, mais tarde ou mais cedo, o presidente da Liga de Clubes. Aqui chegados, ficam duas perguntas: quem tem medo de Rui Alves e quem é Rui Alves?

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