Rui Fonseca e Castro, o tristemente célebre ex-juiz, é uma figura ridícula e perigosa, tal como era Hitler, que inspirou Chaplin e provocou milhões de mortos.
Nas redes sociais, Fonseca e Castro publica os habituais conteúdos dos fachos obcecados com invasores estrangeiros, pedófilos e homossexuais, tendo boicotado há poucos dias o lançamento de um livro.
Num discurso paupérrimo, em frente à Assembleia da República, gritou umas coisas identitárias, vociferou o seu patriotismo e terminou com um “Ausländer raus” (“Estrangeiros, fora!”, em alemão), porque ser português é menos importante do que ser nazi.
Não é um caso de política, é um caso de polícia.








Mas este diz o que pensa. Há por lá muitos bata preta que escondem.
Há 50 anos a extrema direita usava os militares para os golpes anti democráticos. Agora usa este e outros bata preta dessimulados. Isso começou na América Latina e está aí.
Não percebo como ainda ninguém clarificou isso.
Se se comportam como superiores aos outros e porque maior parte dessa gente se acha superior.
Basta lidar privadamente com alguns para chegar a essa conclusão.
Mas é claro que não são todos, mas os exemplares que aparecem são elocidativos.
Dizia a minha avó que pelos andar da carruagem se vê quem baila dentro
Seu miserável mal parido. Os dias da impunidade de vermes e ratazanas como tu estão a chegar ao fim e podes estar certo que vais pagar pelo mal que fizeste à nação Portuguesa.
Estes carinhosos insultos são para quem ?
Essa tal de nação é tão boa que é destruída por umas postas na blogosfera. Mate-se o povo até, presumivelmente, voltar a ser.
Pois quererá dizer…
Que Vosselência, além de nazi, se acha rico e bem parido?
Pois olhe que ninguém diria!
E deixe lá a “nação”. Sabemos que, coitadinha ficou viúva e sem descendência da última relação duradoura com o Oliveira da Cerejeira. O Dr. Chalupa anda-lhe a fazer a corte?
Deve ser por isso que anda a falar alemão. Pensou que a nação é turista algarvia e tem de levar vantagem em relação ao Zézé Camarinha.
Caro Ghator, o senhor Rui Fonseca e Castro é um homem excessivo, mas parece-me excessivo insultá-lo dessa maneira.
Não deve ser para o Dr. Chalupa. É excessivo!
Deve ser antes para o patrão, o Mario Machadão.
Esse quando muito servia para Röhm, não o elogie.
Eu até me vou rir quando o Estado o tiver que lhe pagar uma indeminização por aquilo que fez a este sujeito durante a pandemia.
Tudo aquilo que ele disse se está a comprovar estou para ver como se vão sair disto.
O povo paga a fica contente.
Ora pois!
Não há nada como ter projetos de riso a médio prazo. É uma filosofia de vida muito saudável. Nada de prazeres imediatos, que só corrompem as mentes.
Não só se continua a provar por pura fezada, como não foi isso que incomodou os excelentíssimos, como nunca é.
Parece que a namorada dele é alemã. Será que estava a mandá-la embora?