Foto: Maria António Gonçalves (8 de Dezembro de 2024)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Foto: Maria António Gonçalves (8 de Dezembro de 2024)
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
Salvar uma casa é dar-lhe um fim útil, isto é, lucrativo. Pode ser remodelá-la para habitação (que depois se vende ou arrenda), para um hotel ou apart-hotel (vulgo alojamento local), ou qualquer outro fim lucrativo.
Transformar uma casa num museu, o qual nunca será lucrativo, é pô-la, de facto, a expensas dos contribuintes. O que me parece péssima solução.
De casas-museu já está este país cheio, isto é, saturado.
Pois, ó balio mas…
Não sei se sabe, mas o Museu Nacional de Arte Antiga está cheio de quartos nas traseiras que lhe dão elevado rendimento!
Para onde é que pensa se retira o Santo Antão depois do fecho, estourado por estar sujeito a tentações desde a manhã? As más línguas até dizem que algumas das tentaçoias até por lá passam com regularidade!
E onde acha que se encontram os dois São Vicentes para discutir o apuro do dia e investigarem quem foi o porteiro que deixou entrar aqueles mânfios todos numa festa onde só há duas mulheres?
Nem tudo é como pensa, ó balio! Ainda faltam muitos museus! Esta semana até foi proposto um Museu da Idiotologia Liberalesca mas o projeto enfrenta dificuldades porque ainda há muitas peças por aí à solta, até há antiguidades dessas nos parlamentos de Cá De Dentro e de Lá De Fora. Só quando forem a leilão é que se poderão tentar rematar, talvez a Gulbenkian dê uma ajuda.
Estranho, nunca dão um fim útil à mãezinha.
Pois não, mas consta que lá na Irmandade Menos Por Menos Dá Mais Liberdade já estão a estudar o assunto.
Parece que se descobriu uma falha do mercado no campo da costura de peúgas. Ainda não há propostas, está tudo a procurar o que o Hayek escreveu sobre o assunto. Até agora o que encontraram foi isto:
“Ich bin frittiert! Ich habe morgen ein Treffen mit Pinochet und meine Socken sind voller Löcher! Und es gibt nicht einmal eine Mutter, die sich darum kümmert! Der Staat sollte Maßnahmen ergreifen, aber bisher nichts!”
Aliás, parece que isto até está na base daquela afirmação do Calhau “o Estado falhou na atribuição de uma mãezinha a cada cidadão”, seguida de “não sei que preconceitos ideológicos estão a impedir o Governo de procurar mãezinhas no setor privado e social”.