Yanny ou Laurel: o debate

Hickey: I’m a bit tired and sleepy but otherwise I feel great.

— Eugene O’Neill, “The Iceman Cometh

About that time, Charles Bally, one of Saussure’s most eminent students and a co-editor of the Course (together with Albert Sechehaye), was the first to probe explicitly into the sign character of intonation. For him, intonation is the natural expression of modality: “c’est elle qui permet de percevoir si ‘Vous me suivrez’ est une constatation, une interrogation ou un ordre” (Bally 1950: 42). The situation provides signs which always bear the imprint of reality: they are all actual (‘actuels’).

— Vladimir Phillipov

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Fonte: The Herald (https://bit.ly/2wTiw72)

Yanny ou Laurel? Como se diz em Linguística, depende. Neste caso, segundo Patricia Keating, David Alais e este vídeo, talvez da idade. Valerie Hazan explica ainda melhor. É a percepção (área muito problemática).

Nótula: Entre viagens, palestras e uma data de trabalho quando regressar a Bruxelas, ando e andarei sem tempo para ler o Diário da República, as notícias da comunicação social portuguesa e as preciosas nótulas dos leitores, em especial, as do extraordinário e excelente leitor do costume. Com mais calma, voltarei às necessárias actualizações sobre o ponto da situação ortográfica. Até breve.

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Shakespeare sem Acordo Ortográfico de 1990

Hamlet e Macbeth. Efectivamente, há esperança.

O Museu e as Descobertas

A polémica (aqui, ali e acolá) e um contributo de 1989: «Desde as Descobertas temos o vício de implantar/Dúvidas abertas».

Grafias de fim-de-semana

Well the fact of the matter is: we can do just about anything. People like us, let’s say, we wouldn’t be here otherwise, are pretty privileged. We have the kind of privilege that few people have ever had in history or have now and if you have privilege you have opportunity and the opportunities are almost boundless. I mean thanks to the struggles of the past, it hasn’t always been like this, but thanks to the struggles in the past, there is a tremendous amount of freedom. The state may try to repress you, but they can’t do a lot.

Noam Chomsky

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Exactamente.

Efectivamente.

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Mentiras ortográficas

With regard to the prepalatal sibilants, the tip of the tongue touches the gums and the base of the lower teeth, and the form of the tongue is convex.

— Oihane Muxika-Loitzate

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No outro dia, foi a SIC.

Hoje, é A Bola.

Rafa escreve objectivo.

O jornal da resistência silenciosa em tempos de liberdade de expressão transcreve objetivo.

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— São contatos, senhoras e senhores, são contatos!

The sound patterns of L2 learners are the way they are, in other words, because they could not be otherwise, given the nature of the constraints on L2 phonologies.

Fred R. Eckman

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São contatos? Ah! Pois são.

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Efectivamente, o Acordo Ortográfico de 1990 é isto:

«ruptura total da Constituição» no Brasil e «rutura política total» em Portugal.

Aristóteles, muito Chomsky, algum infinitivo e o Benfica-FC Porto

Global Imagens/DN (https://bit.ly/2GOVCht)

When I’m driving, I sometimes turn on the radio and I find very often that what I’m listening to is a discussion of sports. These are telephone conversations. People call in and have long and intricate discussions, and it’s plain that quite a high degree of thought and analysis is going into that. People know a tremendous amount. They know all sorts of complicated details and enter into far-reaching discussion about whether the coach made the right decision yesterday and so on. These are ordinary people, not professionals, who are applying their intelligence and analytic skills in these areas and accumulating quite a lot of knowledge and, for all I know, understanding.

Noam Chomsky

Professional sports are a way of building up jingoist fanaticism. You’re supposed to cheer for your home team. […] This idea of cheering for your home team, which you mentioned before, that’s a way of building into people irrational submissiveness to power. And it’s a very dangerous thing.

Noam Chomsky

Why do you care who wins? Why do you care who wins? Why do you have to associate yourself with a particular group of professionals, who you are told are your representatives, and they better win or else you’re going to commit suicide, when they’re perfectly interchangeable with the other group of professionals.

— Noam Chomsky

„Unter dem Entgegengesetzten aber hat der Widerspruch kein Mittleres; denn der Widerspruch ist ja eben eine Entgegensetzung, von deren beiden Gliedern eines jedem beliebigen Ding zukommt, ohne dass es zwischen ihnen ein Mittleres gibt.“

Aristóteles

Porque o árbitro se encontrava bem colocado e perto, cerca de 3/4 metros, e foi peremptório a assinalar a grande penalidade, aliado ao facto de não terem existido protestos de jogadores da equipa penalizada, que aceitaram pacificamente a decisão, com excepção do faltoso, único a esboçar contrariedade, damos-lhe o benefício da dúvida.

José Gonçalves

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Efectivamente, porque hoje é sábado.

Reparar (opção minha, i.e., intencional, para o caso em apreço, não vá andar por aí o Ciberdúvidas, de gramática normativa em riste e corrector em punho) nos infinitivos de Duarte Gomes, árbitro que tinha dificuldade na detecção de inofensivos saltos do Jardel (o Mário) na área do Benfica, confundindo-os com lances para grande penalidade.

Isso foi há muitos anos, mas o sempiterno tema da arbitragem no futebol voltou à ordem do dia cá de casa, aqui, aqui e aqui (toma e embrulha, JJC). 

Comecemos pelo mais importante, pelos infinitivos — os tempos indicados (m:s) dizem respeito ao vídeo que aparece lá em baixo, em (*):

recordar isso em casa’ (20:49); ‘dizer também’ (20:50); ‘e dizer-vos antes’ (21:58), ‘e convidar‘ (21:59), ‘e recordar‘ (22:44), ‘e dizer‘ (23:04), ‘fazer alguma pedagogia lá em casa’ (25:33); ‘recordar que estamos no âmbito das opiniões’ (26:02); ‘ver a imagem com o dinamismo’ (26:14) ou ‘Paulo, focar, focar no braço direito’ (26:30-2), ‘Paulo, perceber que isto está em dinâmica, OK?’ (26:43-5).

De facto, esta tendência sintáctica de infinitivo isolado em início de oração aparece aqui de forma abundante, através de um falante de português europeu. Pense-se neste caso em que escrevo pense-se neste caso, em vez de pensar neste caso. Convém de facto pensar neste caso, em que não dispenso o ‘convém’ (e o ‘de facto’), para não começar a frase com pensar neste caso. Pegando num dos exemplos de Duarte Gomes, em vez de recordar isso em casa, pense-se em recorde-se isso em casa e é importante também pensar em soluções como é importante recordar isso em casa. Mas este fenómeno é assunto que vou deixar para entretenimento e discussão em aulas e em clubes de sintaxe, isto é, fica para outra altura, depois do Benfica-FC Porto de amanhã. Para um benfiquista portuense como eu, dias de Benfica-FC Porto e de FC Porto-Benfica são dias mágicos: mais do que dias de Benfica-Sporting ou de Sporting-Benfica.

Por isso, vou meter a minha colherada na celeuma futebolística da semana, aqui no Aventar — quem não gostar nem de futebol, nem de discussões sobre futebol ou sobre o árbitro, o ovo e a galinha pode ficar por aqui, em vez de ler mais.

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Santana Lopes não é candidato!

Óptimo. Este «não me candidato ao Sporting» significa a continuação de ortografia por aquelas bandas e a ausência de confusões como «agora facto é igual a fato (de roupa)».

O coreto mais correcto

Crows swoop down into the empty bandstand. I don’t know what they could be looking for.

— Sam Shepard

“Cow that went into them boots musta had the measles, huh? What kinda hide you call that?”

“That’s belly ostrich, sir.”

“Belly ostrich. I’ll be. Ostrich ain’t even a cow, is it?”

Sam Shepard

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Duvido que Ricardo Araújo Pereira tenha pronunciado o correspondente a correto, ou seja, [kuˈʀetu]. Muito provavelmente, pronunciou [kuˈʀɛtu], ou seja, correcto. Aliás, Araújo Pereira tem razões para estar irritado com o «politicamente correto», mas contente com Barreto [barrete+o], forreta, carbureto, jarreta, cloretocoreto e correto, perdão, correcto. Exactamente. Atenção aos ataques ramificados: porque o ‘coreto mais correcto’ funciona, mas o ‘coreto mais concreto’, variante do título, ou até «os teus segredos mais secretos», dos Rádio Macau, nem por isso. Porque, como os crows no coreto e a cow que não é avestruz, «there are more things in heauen and earth Horatio then are dream’t of in your philosophie».

O coreto mais correcto: o da minha infância (http://bit.ly/2G2EO9B). Foto via mapio.net: http://bit.ly/2FUZ0XX

No sítio do costume, já se sabe, não há problemas, é tudo facultativo:

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Porque hoje é sábado e por falar em Berkeley,

é bom lembrar que Berkeley é /ˈbəːkli/, ˈbɜːklɪ/ e Berkeley é /bär-klē, ˈbɑːklɪ,ˈbɑrkli/, apesar de serem, no fundo, a mesma coisa. Não éSearle?

Turnos noturnos?

«O trabalho por turnos noturnos»? Por turnos soturnos? Por turnos de alto coturno? Nocturnos não será, certamente. [foto: Matt Weber]

Ao transcrever «uma retratação total do senhor presidente»,

a Lusa (via TSF e DN) refere-se certamente a um retrato de corpo inteiro, como este de D. Carlos ou estoutro de Sampaio.

santo livramento

Os dias úteis

a mind for ever
Voyaging through strange seas of Thought, alone.

— Wordsworth (citado por Dawkins, no dia em que perdemos Hawking)

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Felizmente, todos os dias são dias de Poesia e de Ciência. Isso é óptimo. Todavia, os dias úteis trazem-nos o Diário da República.

Peço imensa desculpa por este aparte, a prometida e necessária interrupção continua dentro de momentos. Siga.

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Qual é o país, qual é ele, parecido com a Emma Watson?

Now… I actually changed my mind, just about a year after saying this particular dumb thing.

Paul Krugman

‘Health of the economy’ is defined in such a way that the economy can be extremely healthy while just about everybody is starving to death. Those two things are uncorrelated.

Noam Chomsky

I’d rather ride a horse than drive a car.

— Sam Shepard

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Quanto ao país parecido com a Emma Watson, efectivamente, o país é… Portugal!

Há cerca de uma semana, Emma Watson «usou tatuagem com erro ortográfico».

No outro dia (muito obrigado ao extraordinário leitor do costume), o jornal A Bola voltou a impressionar-nos com questões de alfaiataria, confrontando o porta-voz do FCP com um fato a usar.

Sim, porque o original da revista Sábado não tem fatos.

No mesmo jornal, também houve estes aborrecimentos com uma grafia (‘factor’) problemática em traduções, como sabemos desde os “human fator issues”:

Hoje, temos o panorama habitual, no sítio do costume.

Pegando num dos assuntos da semana passada, [Read more…]

“As pessoas já não acreditam nos fatos”,

diz Chomsky. Em Portugal, começaram a acreditar. Quando? Em Janeiro de 2012.

Um atoleiro de fatos e defeitos

To talk of Nicaragua as a security threat [to the United States and to the hemisphere] is a bit like asking what security threat Luxembourg poses to the Soviet Union.

Noam Chomsky

These beings seem completely indifferent to my progress. In fact I might just as well not be here at all as far as they’re concerned. I’ve tried talking them into banishing me entirely—then at least I’d be rid of them. Excommunication. But they don’t speak my language. They don’t speak no language at all. They just hover and moan. Water and blow. Like I’m not here at all.

Sam Shepard, “The One Inside” (p. 141)

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Há quase dois anos, indiquei o tratamento dado pela Assembleia da República à ortografia como um excelente exemplo de assimetria entre a vontade do eleitor e a atitude do eleito. Felizmente, no dia em que o Projecto de Resolução do Partido Comunista Português estava a ser discutido, encontrava-me já longe de Chicago, estrada fora, a conduzir na América profunda, em direcção a Bloomington, Indiana, para apresentar uma comunicação numa conferência de Fonologia. Assim, para minha imensa alegria, andei a ouvir a WASKa WBPE, a WLIT (*) e a WBOW e a abastecer-me de víveres no excelente Pilot Travel Center de Remington.

US Highway 24, Remington, IN, 22 de Fevereiro de 2018

Por isso, fui poupado quer a mais este acto, quer às consequèncias que advêm deste acto e de actos semelhantes a este.

Efectivamente, ovação de pé para o PCP, para o PEV e para Filipe Lobo d’Ávila e Ilda Araújo Novo, deputados do CDS-PP. Exactamente: “um atoleiro“.

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(*) Curiosamente, ao chegar à estação de serviço de Remington, era esta a canção que a 93.9 Lite FM transmitia — vai já para a lista da 66. E a Ann Wilson (cf. AiC) cantou imenso este clássico:

«PR quer ouvir partidos sobre OE 2019»

Além de dar sequência a declarações de intenções e de ouvir os partidos sobre o OE2019, Rebelo de Sousa pode ler algo sobre o OE2012, o OE2013, o OE2014, o OE2015, o OE2016, o OE2017 e o OE2018. Até breve.

Ortografia sem filtro

In Britain’s case, I’d suggest that we think of financial services as the industry in question. Such services are subject to both internal and external economies of scale, which tends to concentrate them in a handful of huge financial centers around the world, one of which is, of course, the City of London.

– Paul Krugman

When there are external economies of scale, a country that has large production in some industry will tend, other things equal, to have low costs of producing that good. This gives rise to an obvious circularity, since a country that can produce a good cheaply will also therefore tend to produce a lot of that good.

– Krugman & Obstfeld

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Segundo o Público, o «imposto sobre o tabaco foi o ponto fraco das receitas fiscais», tendo sido a única cobrança a descer em 2017. Pelos vistos, aliás, o Governo contava com esta descida, mas de forma marginal, tendo a diferença ficado muito acima daquilo que se previra no OE, et pour cause, “oficialmente” (eis as aspas, na conhecida versão gráfica do gesto das orelhinhas de coelho).

O Governo tem vindo a contribuir, sistematicamente, desde 2012, para a acentuada descida da qualidade dos Orçamentos do Estado. Curiosamente, tal como a descida das receitas fiscais com o imposto sobre o tabaco, a descida geral na qualidade ortográfica estava prevista e deve-se também a um efeito único. Todavia, o Ministério das Finanças não previu esta descida e não sabe qual o efeito . Para prever e para saber, convém estudar. E querer saber. E o Governo está-se rigorosamente nas tintas.

Sim, nas tintas. Para isto: [Read more…]

Sutherland Springs, Texas

REUTERS/Rick Wilking, via Público

Obrigações e distracções

Em 2013, Rui Moreira dizia: «No JN, já sou obrigado a escrever de acordo com o acordo ortográfico». Em 2018, continuamos a ler no JN: «o autor escreve segundo a antiga ortografia». Isto anda tudo ligado.

A forma ‘correta’,

em português europeu, é uma forma errada. Exactamente.

O Acordo Ortográfico de 1990 explicado por um jogador do Benfica

On dit souvent que, depuis Copernic, l’homme souffre de savoir qu’il n’est plus au centre du monde : grande déception cosmologique. La déception biologique et cellulaire est d’un autre ordre : elle nous apprend que le discontinu non seulement nous délimite, mais nous traverse : elle nous apprend que les dés nous gouvernent.

– Michel Foucault “Croître et Multiplier

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Jonas, jogador brasileiro ao serviço do Benfica e actual melhor marcador do campeonato português de futebol, acaba de dar uma ajuda preciosa, embora involuntária, ao explicar de forma concreta o busílis do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990.

Em entrevista concedida ao jornalista brasileiro Tébaro Schmidt, da globoesporte.com (e não globoesportes.com, como se lê na notícia da versão europeia – já lá vamos), o futebolista menciona a maior decepção no Benfica. Efectivamente, a maior decepção.

 

Os serviços de tradução do jornal A Bola decidiram verter para português europeu esta parte da entrevista e o resultado é o seguinte:

Sem AO90, não é necessário traduzir decepção. Sem AO90, há decepção em Portugal e no Brasil. Com AO90, só há decepção no Brasil. Como o jornal A Bola decidiu aderir ao AO90, dando o seu contributo para a bem conhecida – aqui e alhures – «defesa da unidade essencial da língua portuguesa», eis a necessidade de explicar aos leitores portugueses o significado de decepção, através de uma das muitas aberrações ortográficas (deceção) criadas pelos autores do AO90 (há mais, sim, há mais).

Obrigado, Jonas.

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Obviamente, tusaanngitsuusaartuaannarsiinnaanngivipputit

And I don’t dig what you gotta say
So come on and say it
Come on and tell me twice

Happy Mondays

The story I heard was: that tune, the lyric was ‘it’s there‘. “And when you were in the studio, you were like ‘it’s dare.” And they’re like: ‘it’s… it’s /ðɛː/. And you go ‘it’s /dɛː/’. And so they went: ‘and you know what? – just call it dare‘.

– Chris Moyles

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Dana Frame Plant #1 Thorold, Ontario, Canada, 2010 © Edward Burtynsky, All Rights Reserved (http://bit.ly/2EjM1RW)

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Esta história contada por Moyles – mas desmentida, sem grande convicção, por Shaun Ryder –, sobre uma canção (de 2005) dos Gorillaz, é uma exemplar ironia, tendo em conta que a canção (de 1990) dos Happy Mondays citada na epígrafe começa justamente com o jogo /ˈθəːti/ (30 )-/ˈdəːti/ (dirty) . Enfim, com 24 Hour Party People, tudo é possível.

Adiante.

Pelos vistos, Luís Fazenda disse recentemente que o Bloco de Esquerda «está a reflectir sobre lei que impeça candidatura de condenados por determinados crimes». Curiosamente, [Read more…]

Les Bi-t-ches

Les Bi-t-ches

Cabaret

Photo Luc Vertige

Há solução?

Sim, há solução: «a solução é acabar com o Acordo Ortográfico».

His name is George Lakoff: não vale tudo, @MicMedia

O ‘linguistic expert’ deste vídeo chama-se George Lakoff (autor do excelente Women, Fire, and Dangerous Things). O nome do autor da tese nunca é mencionado. Não vale tudo, @MicMedia. Efectivamente.

Pourquoi ceci se passe-t-il ?

It’s always nice to have a friend in the audience.

Noam Chomsky

Il s’agit de ceci, d’un incident un peu gros, entre autres de ce qui peut se pas­ser tout le temps dans ce qu’on appelle les sociétés analytiques. Pourquoi ceci se passe-t-il ?

Jacques Lacan

If you open your mouth, make a glottal stop, and flick a finger against your neck just to the side and below the jaw, you will hear a note, just as you would if you tapped on a bottle. If you tilt your head slightly backward so that the skin of the neck is stretched while you tap, you may be able to hear this sound somewhat better.

– Ladefoged & Johnson

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Há muito tempo, no Diário da República de 24 de Março de 2015, apareceu-nos este

Quase três anos depois, verificamos que

nada mudou.

Está tudo exactamente na mesma, de forma sistemática, desde Janeiro de 2012. [Read more…]

Por esse fato

«I’m a determinist: “que sera, sera”». You can’t do that.

– John Searle [26:23]

I want to deny flat out a premise that you started with, that you mentioned yourself just a minute ago, you said: “The future is inevitable, if determinism is true”. First of all, I want to say, that phrase, “the future is inevitable”, well just doesn’t mean anything. The future’s going to happen, whatever it is.

Daniel Dennett

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Onde? No sítio do costume.

Como estamos no último dia de Janeiro de 2018, convém recordar a garantia dada pelo ILTEC em meados de Março de 2013:

o AOLP90 já foi quase plenamente aplicado, como o Estado determinou, sem problemas de maior

Continuação de uma óptima semana.

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O jornal Record é mentiroso

Bruno de Carvalho não sublinha “objetivos“. Bruno de Carvalho  refere “objectivos“. Muito bem, Bruno de Carvalho. Bruno de Carvalho no rumo certo.