O boneco das Caldas

Era eu tamanino, terá sido há uns 50 anos, estava de férias com os meus pais na Inatel da Foz do Arelho.
Certo dia, fomos dar uma volta pelas Caldas da Rainha. Visitámos os principais monumentos, da igreja de Nossa Senhora do Pópulo à estátua de D. Leonor, e passeámos pelo centro.
Numa das muitas lojas com montras cá fora, havia uma que apresentava dezenas de bonecos de cerâmica pintados com as cores dos clubes de futebol.
Como não podia deixar de ser, pedi logo ao meu pai um boneco com as cores do FC Porto. Queria mesmo aquele boneco. A reacção dele foi estranha, mostrou desconforto, disse que não e depois que, se quisesse, que comprasse com o meu dinheiro.
Estranho, o meu pai nunca me negava nada. Porque eu nunca pedia nada. Ainda por cima, ele adorava o FC Porto.
Mas comprei e levei para casa. Era tão bonito! Camisola azul e branca em pele rosada e, à frente dos calções, que imaginei azuis, um pano branco até aos pés com o emblema do FC Porto.
Já em casa, enquanto brincava com o boneco, reparei que tinha um fio junto aos pés. Então puxei o fio e o pano branco com o emblema do FC Porto levantou-se. Foi nessa altura que percebi a reacção do meu pai.
50 anos depois, relembro com um sorriso esse episódio.
Conservei o boneco apesar das dúvidas. Mas lamento muito não ter seguido a vontade do meu pai. Comprei-o esperançado em muitas alegrias, porque prometia muito, mas na verdade nunca serviu para grande coisa.
O boneco das Caldas é hoje uma sombra do que prometeu. Não tem cabeça. Partiram-se os pés de barro. Já caiu o pano branco com o emblema do FC Porto que lhe tapava os calções.
Olhei para ele hoje e reparei que lhe faltavam os tomates. Foi então que percebi que nunca os teve.
Fiquei triste com o estado a que chegou, as minhas filhas disseram-me para ir restaurá-lo. Disse que não, nos próximos anos não vale a pena, pior não fica. Insistiram, pode ficar pior, eu disse que não, não vale a pena gastar dinheiro naquilo e perguntei afinal qual é a pressa?

A vitória de Lula e a derrota de Mark Zuckerberg


A manif pela habitação já tinha terminado, na praça D. João I, quando se soube da vitória de Lula

Ao longo de toda a campanha eleitoral no Brasil, a Meta interferiu de forma activa a favor de Flávio Bolsonaro. Restringiu o alcance do perfil de Lula no Instagram, interrompeu a contagem de visualizações dos seus posts, retirou as suas páginas dos mecanismos de busca, a sua IA gerava a imagem “Vote Flávio 22” e recusava “Vote Lula 13” e, quando alguém pesquisava a expressão “exército de Lula”, sugeria em alternativa “tropa de Bolsonaro”.
Para além dos genocidas Bolsonaro, Trump e Netanyahu, a vitória de Lula foi também a derrota da Meta de Mark Zuckerberg.
Nada de novo nisto tudo. Ainda há dias, a Starlink de Elon Musk reduziu deliberadamente a sua potência na Ucrânia, de forma a tornar ineficazes os drones de defesa anti-aérea do país face aos ataques do invasor russo.
Ou a Google, que para além das interferências contínuas na política através do seu algoritmo (mesmo nestas presidenciais brasileiras), está sempre de pernas abertas para Donald Trump, sempre disposta a mudar a geografia do mundo ao sabor dos devaneios do amigo de Epstein.
Farto destes gigantescos grupos económicos maiores do que países e que se arrogam no direito de interferir na sua política interna.
Pela minha parte, faço o que posso. Nos últimos dias, tenho-me divertido a encerrar todas as contas que mantinha nessas empresas – Facebook, Instagram, Twitter, Google, Microsoft ou Tik Tok (cada vez mais nas mãos de judeus sionistas americanos) – e a substituí-los por pequenos projectos europeus.
É surpreendentemente fácil. Tão fácil que, embora não dê para fazer tudo de um dia para o outro – é a nossa vida de décadas que está no Windows, num endereço de email ou numa nuvem – até é possível substituir em minutos o Google por um motor de pesquisa alemão que usa 100% dos seus lucros para plantar árvores e lutar por outras causas ambientais.
É a minha pequena vitória contra as forças imperialistas americanas e os seus ataques neo-coloniais à soberania dos Estados.

A música que o Luís Montenegro e o Luís Neves odeiam


Porto, 25 de Outubro de 2026 – Somos todos antifascistas
“A fruta está podre, já não se remenda
Só bem cozidinha no lume da contenda
Nós queremos trabalho e casas decentes
E carne do talho e pão para toda a gente
Ai, meus ricos filhos, tantos nove meses
Saem do meu ventre p’ra pança dos burgueses”

A música que o Pedro Duarte odeia


Porto, 25 de outubro de 2026 – 25 de Abril sempre / Fascismo nunca mais

Cantar a Grândola com todos vós foi uma honra. Obrigado.

Os camisas negras fascistas voltaram a atacar


Mais uma repressão policial no Porto e em Lisboa, ordenada por um presidente da Câmara COBARDE e autoritário – aprendiz de facho – que não tem qualquer problema em massacrar o seu próprio povo.
Por um ministro que tem mais esqueletos no armário do que a capela dos Ossos e que ninguém sabe por que ainda está no cargo. Por um primeiro-ministro desaparecido em combate, certamente escondido numa das suas 55 casas enquanto chama egoísticos aos manifestantes.
E perante a cumplicidade e a complacência de um presidente da República que foi eleito também com o meu voto e que se tem revelado uma inexistência, uma nulidade. Uma rainha de Inglaterra à moda das Caldas, a quem só apetece mandar para o…
Quanto aos polícias, são os idiotas úteis do regime bafiento de 24 de Abril. Há alturas em que a única solução é desobedecer, mas infelizmente eles nunca leram Salgueiro Maia.
Dezenas de feridos, alguns graves, gente hospitalizada. Entre os quais um senhor de 60 anos. Comunicação social afastada de madrugada. Armados dos pés à cabeça. Com cães. Escondidos os rostos. Ratos, são ratos.
Auto? Não existe. Legalidade, necessidade e proporcionalidade? Para quê? Fazem o que querem, não precisam de cumprir a lei. O autoritarismo não tem leis nem regras.
Estão a testar os limites de todos. São finos como ratos. Tentam a todo o custo que a manifestação deixe de ser pacífica para poderem ter legitimidade para os massacres que aumentarão de intensidade.
Voltei ao Aventar 5 anos depois para vos denunciar. Fui às manifestações por vossa causa. A vossa violência só terá o efeito contrário.
Logo à noite lá estarei.
Que ninguém desista. O que não falta é tendas.
E já agora mudem os cânticos. O fascismo não passará? O fascismo já entrou e já entrou há muito.

Diário do Genocídio – Chamavam-se Rafeef, Muhammad e Mu’taz



Parece que, para a comunicação social portuguesa, não se passa nada em Gaza. Basta fazer uma pesquisa breve. O tema simplesmente desapareceu das notícias.
Mas alguém tem de continuar a denunciar o genocídio em curso, já que quem de direito não o faz.
Os jovens das fotos foram assassinados ontem pelas forças nazisraelitas. A de cima, Raffeef Lubbad, tinha 17 anos e foi assassinada com um tiro na cabeça em Jabala quando regressava a “casa”. Simplesmente executada por motivo nenhum. Por puro entretenimento enquanto caminhava normalmente.
O do meio, Muhammad Hussam Shaeen, tinha 16 anos e foi morto no campo de concentração de Al-Maghazi. O de baixo, Mu’taz Mahmoud Al-Namr, tinha 23 e foi morto durante o ataque a Al-Nasr. Apenas mais três entre tantos outros.
Entretanto, a táctica da fome continua. Nazisrael não deixa entrar comida em Gaza. Cada dia é uma batalha pela sobrevivência. No meio dos escombros, procura-se o que quer que seja que permita aguentar um dia mais.
Tal como a comunicação social, os políticos ocidentais, incluindo os portugueses, vão fingindo que não se passa nada. Tinha uma série de adjectivos para os qualificar. Mas direi apenas que são cúmplices do Genocídio, são tão criminosos como os nazisraelitas.

A coerência de Miguel Araújo


Está na luta pela habitação no Porto da mesma forma que está no Meo Comédia à La carte dos sionistas Mourão e Seinfeld. Tem lógica: também existe um grande problema de habitação em Gaza.

P. S. – Fontes bem informadas dizem-me que o Miguel Araújo da manif pela habitação no Porto é um rapaz desconhecido e não o vocalista da banda “Os Azeiteiros”.
Resta-me, pois, fazer um pedido de desculpas ao Miguel Araújo dos bons. Perdão por tê-lo confundido.
Quanto ao outro, afinal não é um sionista que se preocupa com os problemas da habitação em Portugal. É apenas um sionista.

Ainda a habitação: Obrigado, Deslandes!


“Os cidadãos do Porto pegaram nas suas coisinhas, acamparam na Praça, exigiram mudanças e disseram isto não dá para continuar a viver assim.
E o que é que aconteceu? São agredidos pela Polícia no preciso momento em que deixa de haver comunicação social, são agredidos com uma violência absolutamente desproporcional.
A Polícia é mandada, por isso alguém mandou.”

Diário do Genocídio – Matar à fome


O Governo de Nazisrael já decidira há uns dias interromper a entrada de todo o tipo de produtos em Gaza.
Hoje, políticos e gente ordinária (não são todos?) postaram-se nas auto-estradas que dão acesso a Gaza para garantir que o bloqueio não era furado.
Levaram crianças e tudo, pondo em perigo a segurança dos seus próprios filhos, transformados em escudos humanos.
O ódio desta “gente” é profundamente doentio.

Quantas acampadas houve nos últimos anos em Portugal, Aventar?*


Boa pergunta, Ricardo.
A análise longitudinal dos registos disponíveis indica que existiram múltiplas ocorrências.
Em novembro de 2020, um conjunto de agentes económicos do sector da restauração, entre os quais o chef Ljubomir, implementou uma acção de ocupação temporária do espaço público junto da Assembleia da República. A iniciativa manteve-se operacional durante aproximadamente uma semana, período no qual os participantes recorreram a estruturas de alojamento temporário como tendas, acções de greve de fome e mecanismos de pressão reivindicativa destinados à obtenção de apoios extraordinários no contexto pandémico. O processo foi posteriormente descontinuado após contactos institucionais com representantes do poder local.
Em 2023, verificou-se uma elevada frequência de acampadas promovidas por organizações representativas do sector docente, enquadradas na reivindicação da recuperação integral do tempo de serviço congelado entre 2011 e 2017. Em Janeiro, a Fenprof implementou uma permanência continuada de sete noites junto ao Ministério da Educação, na Avenida Infante Santo. Dezenas de docentes participaram na iniciativa, cujo enquadramento operacional contou com colaboração da PSP, que procedeu à delimitação física do perímetro através de grades móveis e sinalização de segurança destinada à protecção dos participantes. [Read more…]

O Netanyahu de Santo Ildefonso

É público que, durante algum tempo, o presidente da Câmara Pedro Duarte teve como peça de vestuário preferida o avental.
Nessas coisas dos aventais, que todos sabemos para que servem, “prega-se” a paz, a fraternidade, a tolerância e a resolução pacífica dos conflitos. O que torna mais estranho que, de repente, ele tenha decidido transformar-se numa espécie de Netanyahu, mas para pior: massacra o próprio povo e só não o genocida porque não pode.
E podia ter feito as coisas de forma tão diferente!
Era ver a Polícia ontem, mansinha, a pedir aos manifestantes para arrumarem as tendas (à excepção dos cobardolas que, no WC do parque de estacionamento da praça, sem televisões a filmar, espancaram os pobres coitados que tiveram o azar de ir mijar àquela hora).
Afinal, não tinha sido necessário o massacre do 14 de Outubro. Infelizmente, avental não rima com Grândola.

Diário do Genocídio – 19 de Outubro


Ontem, num ataque a Khan Younis, mais duas crianças palestinianas foram mortas. “Cessar-fogo” à moda de Nazisrael.
Como se previa, desde que o Estado ocupante cortou a entrada de todo o tipo de produtos no Estado de Gaza, como se Gaza fosse seu, os mercados estão completamente vazios.
“I went to the market to buy vegetables and food for my family today, but unfortunately, I couldn’t find anything. No bread, no vegetables… Everything has disappeared from the market. People are saying that Israel has stopped allowing goods to enter Gaza” – diz o local Mohammed Hussein no Twitter.
Os palestinianos voltam a passar fome, naquela que é uma forma particularmente eficaz e barata de matar. À fome.
No mesmo dia em que Trump disse que, se Netanyahu perder as eleições, não tem vontade de continuar a guerra com o Irão. Se dúvidas houvesse, na relação Estados Unidos – Israel é fácil de ver quem é a cadelinha de quem. E quem é que os tem bem presos.
Enquanto isso, a rainha das Caldas ainda não deve ter percebido que está em curso um genocídio. Qual é a pressa?

A destruição extrema provocada pelas manifestações em França

Pedro Abrunhosa

Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!

Cristiano Ronaldo: Esta gente não tem vergonha?

Cristiano Ronaldo foi suspenso por 30 dias e multado em 255 euros por ter abandonado o estágio da selecção da Federação Portuguesa de Futebol.
Um castigo feito à medida para não faltar a nenhum jogo. Sim, que sem ele a equipa nem saberia o que fazer.
Pelos vistos, o facto de Cristiano Ronaldo ser capitão não foi agravante. E o curriculum foi uma atenuante, quando devia ser uma agravante.
Ainda sou do tempo em que Ricardo Carvalho foi suspenso por um ano pelo mesmo comportamento. E nem sequer tinha a agravante de ser capitão de equipa. Embora devamos reconhecer que tinha uma agravante de peso. Afinal, tinha sido Campeão Europeu pelo FC Porto e isso é algo que neste país não se perdoa facilmente.
30 dias de castigo por desertar? Está visto que em Portugal Cristiano Ronaldo pode tudo. É o único que pode ter o seu director de comunicação dentro dos estágios da selecção, é o único que pode ter o seu roupeiro particular, é o único que pode receber a família durante a concentração. E é o único que pode desertar sem consequências mesmo depois de emitir um comunicado a enxovalhar o seleccionador nacional.
No fundo, Cristiano Ronaldo é o menos culpado disto tudo. Tal como o menino mimado que faz birras não tem culpa, ele também não. Faz o que o deixam fazer. É inimputável.
E a senhora presidente do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, que até tem (dizem…) um curso de Direito? Pode ter licenciaturas, mestrados e doutoramentos. Vergonha é que não tem nenhuma.

Diário do genocídio – 18 de Outubro


Ontem, 18 de Outubro, em mais uma ofensiva em Gaza, o exército nazisraelita matou mais 4 palestinianos. Já são 1500 desde o “cessar-fogo” de Outubro de 2025.
Entre esses quatro, estavam duas crianças. Misk Hazem al-Dalu, de 7 anos, com um tiro na cabeça no campo de refugiados de Maghazi no centro de Gaza; e Mohammed Abu Hammad, de 14, através de um drone quando regressava a casa da escola.
Enquanto isso, na televisão, Netanyahu ameaçou a Espanha, dizendo que vai pagar um “preço imediato”.
Em Telavive, estudantes judeus e árabes manifestaram-se contra a presença do torcionário ministro Ben Gvir na sua universidade, obrigando-o a abandonar o palco.
Em Portugal, o pequeno Netanyahu de Santo Ildefonso estuda a forma de voltar a massacrar, desta vez com mais sucesso, o seu próprio povo.

Habitação: Governar em ca(u)sa própria


A crise da habitação não se resolve por uma única razão: Porque os políticos têm um património imobiliário pornográfico e interessa-lhes que esta situação continue. É ler o Público de hoje: Políticos que estão a mudar lei do arrendamento são donos de mais de mil imóveis.
Quem é proprietário e senhorio quer rendas cada vez mais altas. Quer despejar com maior facilidade. Quer valorizar cada vez mais o seu património e os fundos de investimento aos quais dá sucessivos benefícios fiscais. Não quer pagar mais impostos do que deveria por ter mais casas do que devia. Governa em ca(u)sa própria sem ter em conta o interesse comum.
O problema não é e nunca foi a falta de casas. Estamos em 2026 e, para além das mais de 700 mil casas fechadas por todo o país, continua a haver mais casas do que famílias. Incluindo no Porto e em Lisboa.
O problema, sim, é o facto de os políticos serem moralmente corruptos. Não é a colocação de tendas no Porto.

Diário do Genocídio – 17 de Outubro


Ontem, o palestiniano Adam Maarouf foi obrigado pelas IDF a ir para o terraço do prédio, caso contrário incendiavam-lhe a casa.
Cumpriu a ordem. Logo que chegou lá acima, foi assassinado através de um míssil nazisraelita.
Durante o dia, uma missão diplomática da França, Bélgica e Polónia, em visita à cidade palestiniana cristã de Taybeh, foi atacada e ferida por um grupo de nazisraelitas mascarados. 7 veículos todo-o-terreno de colonos cercaram um dos carros, da embaixada belga, e partiram-lhe os vidros. Um dos membros da comitiva era um autarca francês de 78 anos.
No mesmo dia em que ficamos a saber que está proibida, até novas ordens, a entrada de qualquer tipo de produtos em Gaza.
O genocídio continua, mas Luís Montenegro ainda não teve tempo para falar sobre o assunto. Tem andado a fazer a segurança à sua casa de Espinho, ameaçada por um egoístico do Porto.

O Porto pede a demissão de Pedro Miguel Duarte

Diário do Genocídio – 16 de Outubro


Ontem à noite, num raide na zona de Sheikh Radwan, em Gaza, as forças de Nazisrael assassinaram mais um jornalista Palestiniano.
Chamava-se Ubada al-Murtadji e é mais um a juntar aos mais de 260 que já foram mortos nos últimos três anos. Nazisrael não quer testemunhas do genocídio em curso.
Pela manhã, a jornalista americana Heidi Levine, em serviço para o Washington Post, fora agredida selvaticamente, durante 10 minutos, ao murro e ao pontapé. Por quê? Por estar a fazer a cobertura de mais um ataque de 80 colonos nazisraelitas, protegidos pelas IDF, aos apanhadores palestinianos de azeitona na cidade de Abu Falah.
Isto no mesmo dia em que a pequena Maryam Ghanem, que viu a sua mãe ser queimada viva dentro do seu apartamento pelas forças nazisraelitas, na quarta-feira, continua a sua recuperação.
Quanto aos políticos portugueses e europeus, continuam a assobiar para o lado.

Pedro Duarte, O Implacável

Sem alma e com muitas Ale-Hop, Tiger e Normal. É no que se transformou o Porto – numa cidade banal.
Mas para essa banalidade chamada Pedro Duarte, o problema é a justa e pacífica luta dos portuenses pelo direito à habitação.
Diz o presidente da Câmara, O Implacável, que a praça D. João I não pode ser um parque de campismo.
Curiosamente, só é implacável quando lhe dá jeito. [Read more…]