O gangue de Pedro Adão e Silva quer tomar o poder no Benfica

A cara mais visível é a do cozinheiro João Noronha Lopes, agora secundado pelo seu cunhado Jorge Mattamouros (nem um argumentista para arranjar este nome), mas o verdadeiro ideólogo da tomada de poder no Benfica é Pedro Adão e Silva.
O mesmo que, durante anos, não teve qualquer problema em debitar a cartilha que lhe era entregue por Carlos Janela e que ele seguia sem qualquer pudor.
O que mudou afinal? A descoberta dos emails? Os sucessivos casos na Justiça? As dívidas de Vieira?
Não, não e não. Pedro Adão e Silva continuou a defender Vieira mesmo depois disso tudo. Atacando Rui Pinto e os seus emails, que num dia eram roubados, no dia seguinte inventados e no outro descontextualizados. E atacando quem punha em causa a idoneidade de Vieira.
O que mudou [Read more…]

Já está formada a equipa de Pedro Adão e Silva

Esqueceu-se dos escravos?

Marcelo pede que se aproveite a bazuca como não se aproveitou o ouro e as especiarias

O meu nome é Richard

Por ser de Esquerda, nunca poderia gostar deste Governo. Não obstante, aceitei todas as medidas desde Março de 2020. Afinal, era uma pandemia e ninguém estava preparado. Erros compreendem-se num contexto global de ignorância total.
Deixei de aceitar e de compreender.
Permitir festejos como os do Sporting Campeão e, muito pior, organizar de forma metódica a vergonha da Final da Liga dos Campeões ultrapassa todos os meus limites.
Nunca me preocupei minimamente com o vírus (viver não é assim tão interessante), mas respeitei sempre. Compreendi. Cumpri. Aceitei. Nunca por mim, sempre pelos outros.
(mesmo quando o meu melhor amigo me rejeitava só porque vinha nas notícias)
Não mais.
A partir de agora, sem máscara nem distanciamento social, o meu nome é Richard.

Rui Pinto e o chiqueiro da política

O chiqueiro criado por Salazar é o mesmo em que chafurda João Cotrim DE Figueiredo e André Ventura.
De Cavaco a Passos Coelho; de Marcelo a António Costa; de Ana Catarina Mendes a Telmo Correia, chafurdam todos no mesmo chiqueiro.
Todos eles têm medo do Rui Pinto e do que ele pode revelar sobre Ricardo Salgado e restante pandilha. Estão todos implicados, são todos amigos.
Vivem todos no mesmo chiqueiro.
Hoje, Fernando Paulo Ferreira, João Paulo Correia, Jamila Madeira, Isabel Oneto, Hugo Carvalho, Fernando Anastácio, Joana Sá Pereira, Cecília Meireles e João Cotrim DE Figueiredo foram apenas os porcos de serviço.
O dia 27 de Maio não foi trágico para a democracia portuguesa. Foi mais do mesmo.
Para aqueles deputados, aliás, foi só mais um dia no chiqueiro.

Rafael Corte-Real, candidato da Iniciativa Liberal a Gondomar: Vamos a isto, putinhas


Nas palavras de Maria Leonor Figueiredo: «machista, homofóbico, violência sexual como tema humorístico. Com orgulho.»
É o candidato da Iniciativa Liberal a Gondomar. Está apresentado.
Ele e o Partido que o apresenta.

O que o MEL quer é ir ao pote

Já dizia o outro que não podiam ir ao pote com demasiada sofreguidão. Mas o MEL está impaciente.
A prova é que, depois de se ter recusado sempre a convidar PCP e Bloco por serem extremistas de Esquerda, já não tem qualquer problema em caucionar e normalizar bandidos de Direita.
Porque, no fundo, o que o MEL quer é ir ao pote.

Eis a portugalidade. Um quadro idílico, um retrato de Portugal

Chega a grande velocidade.
Em plena malha urbana, um Audi preto – matrícula antiga a fingir que é nova – detém-se em cima do passeio. Não uma nem duas, mas as quatro rodas, mais de dois metros para o interior do espaço reservado aos peões. Com muitos lugares vagos nas proximidades.
De lá de dentro, sai um homem. Cerca de 40 anos, barriga proeminente, fato de treino cinzento. Dirige-se para o café que fica mesmo ao lado enquanto vai tirando umas coisas de dentro do nariz.
Regressa 15 minutos depois. Caminha com um maço de cigarros na mão. Enquanto abre a embalagem, deita a película de celofane para o chão. Antes de entrar para o carro, escarra no passeio.
Parte a grande velocidade.

O azar de Rui Moreira

Foi não ter apanhado Ivo Rosa como juiz de instrução.

Romualda Fernandes (Preta)

Um “jornalista” da Lusa, Hugo Godinho, que por acaso costuma acompanhar as iniciativas do Chega, escreve uma notícia sobre a Comissão de Revisão Constitucional.
Nessa notícia, entende qualificar uma das deputadas, Romualda Fernandes, como a Preta. Nenhum dos outros parlamentares é o Branco ou a Branca, mas Romualda Fernandes é a Preta.
O Expresso, a SIC Notícias, o Observador e outros publicam a notícia como a recebem. Provavelmente sem sequer lerem. Como fazem tantas vezes.
Seria de rir se não fosse tão lamentável.
E não, não existe racismo em Portugal.

O melhor de João Galamba (nisto ele é muito bom)

 

 

O Aventar e as elites


Há 11 anos, visto que não havia maneira de conseguir socialistas para escrever no blogue, o Aventar publicou um anúncio no Público a pedir “Blogger da área do PS e simpatizante do primeiro-ministro José Sócrates”.
Terá sido a primeira vez que muitos de vós terão ouvido falar do Aventar.
A polémica então criada incluiu o crash do blogue por excesso de tráfego; os ataques de falecidos blogues, como o Jugular, sem nunca referirem o nosso nome; e entrevistas de jornais – a nós e a outros por nós referidos.
Numa dessas entrevistas, a historiadora Irene Pimentel, questionada pelo Público sobre o facto de não ter respondido ao convite do Aventar, referiu que não tinha achado o convite interessante. E como não tinha achado o convite interessante, digo eu, não se deu sequer ao trabalho de responder a plebeus como nós.
São assim as tristes pseudo-elites portuguesas. Têm muito, mas falta-lhes algo tão básico como a educação.
Tudo isto para dizer que, ao fim de 11 anos, nada mudou em Portugal. Personalidades como Ana Gomes, Joana Mortágua, Joana Amaral Dias, Raquel Freire. António Barreto, Miguel Guedes, Pedro Marques Lopes ou Daniel Oliveira foram convidadas para escrever no ciclo “Do 25 de Abril à Pandemia”, em publicação, mas nem sequer se deram ao trabalho de responder.
Podiam ter dito seus merdas, acham que estou ao vosso nível?, que não tinham tempo, que não podiam, que não achavam o convite interessante, mas ter-lhes-á parecido que uma elite como é a sua não se deve misturar com gentinha como a do Aventar.
Que nunca teve nem terá dono.

Nota: Um grande obrigado a todos os que responderam ao nosso convite, tenham ou não enviado o texto solicitado.

O assédio sexual em Portugal e o ensurdecedor silêncio das Capazes

Quem não se lembra da música de Valete e do histerismo das Capazes na forma como reagiram a essa música.
A violência de género é um dos principais problemas sociais em Portugal e no resto do mundo. Um mundo profundamente machista, no qual as mulheres têm de arcar não só com o peso da biologia como com todo o peso da História. Se a igualdade entre sexos passar pelas quotas e pela discriminação positiva da mulher perante a lei, que assim seja.
Apesar de ser feminista, falta-me muito para ser um exemplo. Mas vou fazendo o meu percurso. A lei da criminalização do piropo, que em tempos me fez rir, é um exemplo de como me tenho tornado cada vez mais intolerante neste aspecto. Piropos? Com que direito?
Já o feminismo das Capazes é selectivo. Salta-lhes a tampa para defenderem as mulheres da música de Valete – valha a verdade que de mau gosto. Mas também lhes salta a tampa quando uma mulher acusa Cristiano Ronaldo de violação. Aí, só porque é Cristiano Ronaldo, um ídolo, a mulher deixa de ser a vítima e passa a ser a vil chantagista, a puta. A mesma puta de Valete.
E quando está no auge a discussão em Portugal acerca do assédio sexual e sucedem-se as denúncias de figuras públicas, a Capazes remete-se ao silêncio. Uns posts fofinhos no Facebook a apoiar as vítimas, que é para não fazer muito barulho, e está a andar.
Sofia Arruda, Dânia Neto, Catarina Furtado, Inês Herédia, Olívia Ortiz, Carolina Deslandes, Bárbara Norton de Matos, Cláudia Chéu, Bárbara Guevara e tantas outras têm sorte, ainda assim. Os seus algozes não têm, por agora, o nome publicado. Se tivessem, fosse o seu nome Cristiano Ronaldo ou outra figura pública, seriam chamadas de putas para baixo.

Vacina do colo do útero esgotada nos Centros de Saúde

É pena que a única preocupação da saúde em Portugal seja o Covid. É que as outras doenças continuam a existir.

Em 30 de Março de 2009, este era o filme mais visto

via https://playback.fm/birthday-movie

Em 30 de Março de 2009, este era o livro mais lido


via https://playback.fm/birthday-movie

Em 30 de Março de 2009, esta era a música mais ouvida

via https://playback.fm/birthday-song

Ontem tivemos Cidadania

Começou ontem a disciplina de Cidadania, com a sua aula semanal de 50 minutos.
Procedemos à eleição do delegado de turma, ou seja, o representante dos alunos. Seguindo o princípio do voto secreto, ganhou o aluno que teve mais votos. A maioria, princípio basilar do sistema democrático.
No final, fizemos uma acta com o resultado e as incidências da votação.
Confirma-se. A disciplina de Cidadania é nociva para a juventude e subverte o papel dos agentes. Então não deviam ser os pais a explicar o que é uma acta e para que serve?
Atenção, muita atenção, o amish de Famalicão is watching you.
Cidadania. O drama, o horror…

O amish de Famalicão marcha para Lisboa

Há um amish em Famalicão que, enquanto encarregado de educação, tomou uma decisão radical: não deixar os seus educandos frequentar uma disciplina OBRIGATÓRIA do ensino básico.
Acho muito bem. Tão bem que decidi seguir-lhe o exemplo. Há uns dias, apanhei uma multa por circular a 130 km/hora na auto-estrada. Não vou pagar a multa. Porque acho que 130 km/hora numa auto-estrada é perfeitamente razoável. E tal como no caso do amish de Famalicão, sou eu que faço a lei e cumpro-a se quiser.
Inicialmente, não percebi o que o incomodava na disciplina de Educação para a Cidadania: É a igualdade de género? É a interculturalidade? É a sexualidade? É a participação democrática? É o bem-estar animal e o ambiente?
Acabei por perceber quando li sobre o assunto. Afinal, este católico radical, membro da Associação Portugueses das Famílias Numerosas, já em 2009 andava a lutar contra a educação sexual nas escolas; pouco depois, andou a recolher asinaturas contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo; tem como advogado João Pacheco de Amorim, do Partido Pró-Vida (hoje integrado no Chega), cabeça de lista do Chega nas Legislativas e irmão de Diogo Pacheco de Amorim, ideólogo desse mesmo Chega; esteve recentemente a manifestar-se na Assembleia da República contra um eventual referendo à morte medicamente assistida; faz parte da Plataforma Resistência Nacional (o nome diz tudo). [Read more…]

Ao meu aluno que passou hoje

Meu querido aluno,
Sei bem o que representa o ensino básico, objectivos gerais e não sei quê, mas queria dizer-te isto porque acho que há limites…
País e professores passam o ano inteiro a dizer-te, a ti que frequentas o ensino básico, que deves estudar muito se queres passar. Se não estudares, reprovas.
Olha que não é verdade. Em termos de avaliação, todo o ano lectivo é a maior mise-en-scéne que algum dia conhecerás.
Fica a saber que, estudes muito, pouco ou nada, o resultado será o mesmo. Mais uns níveis 4 ou 5, talvez, mas se te contentares com um 3, basta fazeres figura de corpo presente. Ou nem isso…
Não é o que te dizem, claro. “Estuda, vais ter negativa. Vais reprovar”.
Tretas. Os teus pais sabem que não é verdade. A menos que sejam burros.
Sabes, querido aluno, em algumas escolas os professores têm de fazer uma justificaçāo oficial quando dão menos de 96% de positivas. Numa turma de 20 alunos… é fazer as contas. [Read more…]

Os ratos são os primeiros a abandonar o barco

Mário Centeno sai do Governo.

O sonho molhado dos liberais portugueses


Despedir 400 pessoas (maioritariamente pretos e mulheres) de uma só vez, em videochamada sem direito a perguntas, com recurso a uma gravação robotizada e a um botão que desligue de imediato o trabalhador.
Digam lá que não é o sonho molhado de qualquer liberal português…

Grândola

Isto é normal?


O programa da tarde da RTP, agora mesmo, a transmitir em directo de um Lar, com os idosos todos amontoados.

Ascenso Simões no Twitter

 

 

 

 

 

Ontem, no Twitter, o deputado do PS Ascenso Simões insultou todos os que lhe apareceram pela frente a propósito de uma publicação sobre a Iniciativa Liberal.

A violência da linguagem utilizada, sobretudo contra mulheres, provocou uma censura generalizada. Afinal, trata-se de um representante da Nação com responsabilidades enquanto tal.
Mas a agressividade de Ascenso Simões no Twitter não é de hoje. Ora vejamos:

 

 

 

 

A mesma conta, a mesma linguagem desabrida a chamar a atenção da Comunicação Social e até do Polígrafo.
Ontem, depois da polémica, o deputado do PS veio dizer que aquela era uma conta falsa, que não era sua, etc, etc. Eliminou a conta anterior, criou uma nova e, sem explicar por que nunca denunciou uma conta que era falsa, terminou com uma pergunta:

Quem tem estado atento às intervenções de Ascenso Simões nos últimos anos sabe bem qual é a resposta.

Oferecemos viseiras de protecção a profissionais de saúde e lares

Marcelo Rebelo de Sousa, o desertor

Qual é mesmo a pena por deserçāo?

Este Presidente da República não serve para nada

Ao contrário do habitual, a generalidade da classe política esteve bem, incluindo os partidos e o Governo, que decidiu o que tinha de decidir com maiores ou menores hesitações.
Mas no auge de uma crise social gravíssima como a que estamos a viver, onde se meteu o presidente da República?
Em casa. Fez o teste e, mesmo dando negativo, desapareceu de cena durante 15 dias. Escondendo-se do vírus. Ficando à espera que a pandemia termine. Confirmando que os ratos são sempre os primeiros a abandonar o navio.
Para andar pelo país fora a dar beijinhos; ou a atribuir mais de 300 condecorações em 4 anos; ou a telefonar à Cristina Ferreira, ao Manuel Luís Goucha ou a Araújo Pereira, não é preciso um presidente da República.
O que é preciso é um chefe de Estado que dê a cara e que se chegue à frente nos momentos da verdade. Não o fazendo, não serve rigorosamente para nada.

As pessoas deixaram de ir ao médico?


Centro de Saúde de Rio Tinto, hoje, numa sala que costuma estar a abarrotar.

Fechar ou não as escolas

O Conselho Nacional de Saúde Pública diz que fechar escolas só com a autorização das autoridades de saúde.
A Direcção-Geral de Saúde concorda com o parecer do Conselho Nacional de Saúde Pública.
O Governo fará o que o Conselho Nacional de Saúde Pública decidiu. Mas este Conselho não decidiu nada – só remeteu para a Direcção-Geral da Saúde. Que concordou. Mas concordou com o quê?
Fui só eu que não percebi nada?