
“Vem p’ra cá destruir a nossa cultura, não falam a nossa língua pá, não ouvem a nossa música pá, não bebem o nosso vinho pá”.
Entretanto, portugueses no Luxemburgo. Ou Suíça. Ou Crawley ao lado do aeroporto de Gatwick.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

“Vem p’ra cá destruir a nossa cultura, não falam a nossa língua pá, não ouvem a nossa música pá, não bebem o nosso vinho pá”.
Entretanto, portugueses no Luxemburgo. Ou Suíça. Ou Crawley ao lado do aeroporto de Gatwick.
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Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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Gatwick?
Luxemburgo:
https://en.wikipedia.org/wiki/Beckerich
Em Luxemburgo, o idioma oficial não é apenas um, mas três idiomas falados corretamente pela maioria da população: o luxemburguês, o francês e o alemão.
● Inglês, com 81%: a maioria das pessoas conhece o inglês e o aplica corretamente;
● Português, com 28%: boa parte dos habitantes estrangeiros do Luxemburgo são de nacionalidade portuguesa e o número está em constante aumento;
● Espanhol, com 22%;
● Flamengo, com 13%: é um conjunto de dialetos holandeses falados na região belga de Flandres.
Pois aqui está!
Aprendam! Todos pensam que dominam a arte de consultar enciclopédias, mas estão enganados!
É uma técnica muito difícil, só ao alcance de alguns, dos quais se destaca o Grande JgMenos que, aos 14 meses, teve o privilégio de rasgar e trincar a sua primeira enciclopédia. Desde aí que o seu conhecimento enciclopédico se tornou imparável, apoiado em todas as 15 edições da Enciclopédia Britânica que lhe forram as paredes da casa (com exceção do quarto, onde +prontificam magníficas edições cartonadas dos “Discursos de Oliveira da Cerejeira”.
Foi através desta arriscada atividade enciclopédica que JgMenos nos iluminou acerca da presença, até então não detetada, de comunidades de nativos da Bélgica que ainda falam esquisitos dialetos holandeses. por razões obscuras, já que têm ali o Francês, língua muito decente, mesmo à mão
O Menos guardou aquele enlace por precaução, aquilo que nunca passe por Beckerich, ou ainda o transformam em energia…
Sim senhor!
Têm lá preparada uma bicicleta ligada a um dínamo e uma dominatrix de chicote em punho para o porem, pelo Menos, a render.
É gajo para produzir o suficiente para iluminar a estátua do Quarto Pastorinho em PVC que um grupo de apaniguados luxemburgueiros já mandou fazer. Pelo Menos, poupam em escamas de peixe.
Pois é assim mesmo!
Estes ignorantes devem ser rapidamente desmascarados!
Força, Menos! Dá-lhes forte, Menos! Esmaga-os contra a parede, Menos!
Mas olha que em Beckerich eles näo têm nenhuma bicicleta para esse 5.o Pastorinho…
(vai lá ver ao enlace que aquilo partilhou)
Eh bien, mec, depuis que cette merde de portugais est arrivée ici, notre culture française, luxembourgeoise, suisse, allemande est polluée par la culture de ce peuple primitif, qui mange des museaux et des jambes de porc, des tripes, toute la merde que ce peuple primitif mange. Ils ne parlent ni français ni allemand, ce sont des ânes ignorants et ce sont les seuls à s’asseoir à califourchon sur le sol, à utiliser un clou sur leur petit doigt pour arracher les singes de leur nez et les coller sur les tables et sous les chaises. Enfin cette racaille.
Fino mesmo é comer caracóis e pernas de rã, idota!
Pois é assim mesmo!
Estes estranjolas preconceituosos devem ser rapidamente desmascarados!
Força, Menos! Dá-lhes forte, Menos! Esmaga-os contra a parede, Menos!
A melhor prova da integração dos portugueses?
Um aviso numa moradia, “cuidado com o cão”.
Estávamos no Sul da Holanda. Um colega de trabalho quase que cai da bicicleta com o riso. Como e que um holandês poderia saber que ali havia cão que mordia?
Outra senhora muito integrada dizia com orgulho viver na Alemanha há 20 anos e não saber alemão.
Tinha um restaurante, dizia que o marido sabia e isso chegava. Ela não tinha de aprender aquela língua de trapos.
No Luxemburgo vi ementas em restaurantes em portugues e mais língua nenhuma.
Não se poderiam os luxemburgueses queixar de grande substituicao?
E, já agora, porque raio e que tem um muçulmano de começar a massacrar o fígado com vinho para ser considerado integrado?
Menos, vai ver se o mar da choco, come com vinho tinto, cerveja ou o raio que te parta e deixa em sossego quem teve o azar de cá vir parar.
Grunho!
e temos aqui o menos (também conhecido por derriado) a mostrar a sua enorme variedade de vocabulários e habilidade para construir frases complexas…..
qualquer frase com mais de duas linhas publicada por ele é através de copy/paste. se estiver bem construída…
Não seja injusto, Rafael!
Há que reconhecer a suave ironia, a arguta argúcia, a profunda simplicidade, a desarmante argumentação de JgMenos, plena de desmesurada elegância e respeito pelos opósitos.
Tudo tornado evidente neste, como noutros, brilhantes comentários de Menos, numa sequência a que já nos vem longamente habituando, direi mesmo, viciando.
Comentários esses ancorados em Altas Referências da Intelectualidade Mundial, destacando-se Vultos como os saudosos Oliveira da Cerejeira, Cerejeira do Oliveira, Barbieri Cardoso ou Al Capone.
Pois, assim sim!
Mais uma vez se manifesta a subtil ironia, o fino trato, a esmerada educação, o sublime respeito de JgMenos pelos seus opósitos mesmo quando o tentam menorizar, enfim, a prodigiosa forma de estar deste incomparável intelectual deste nosso tempo a que aqui rendemos merecida homenagem!.
JgMenos, frequentador desde criança dos melhores salões da nossa sociedade, onde sempre sobressaíu pelo seu brilhantismo, tem revelado, nestes momentos dramáticos um espírito pacificador e uma tolerância assombrosas.
Benditos Salazar e Cerejeira que tão dileto filho concebestes e nos oferecestes! A Pátria não está salva mas fica, pelo Menos, a boiar!
Estes emigrantes portugueses no Luxemburgo votam maioritariamente no CHEGA.
E verdade!
Parece que até já se está a organizar um movimento para que o país se passe a chamar Luchegaemburgo.
E também se preconiza que, em vez de Grão-Ducado se passe a designar como Grão-Biscado, por uma questão de prestígio, mantendo-se o grão como símbolo do Prato nacional da região: o Rancho, que passará a ser obrigatório todas as terças-feiras ao almoço.
Já se fala até no Venturoso D. Pinto para substituir o Henri, que ainda está muito agarrado ao “Judd mat Gaardebounen”. Vai ser o primeiro a ser substituído mas, a médio prazo, prevê-se que a bandeira do Galo de Barcelos esteja hasteada em todos os edifícios oficiais do país.
Quanto aos luxemburgueses, já se prevê um êxodo em massa em direção a sul, para provocarem uma grande substituição na Republica de São Marino.
Agora imagina o que são as outras diásporas que também querem “salvar o seu país” onde 99% nunca vão voltar.
A mim basta-me que qualquer muçulmano aqui chegado saiba cantar a “Grandola, Vila Morena”. Ou, pelo menos, a “Internacional”.
Pois, mas é mais capaz de vir a cantar…
… a “Grândola, Vila Internacional”.
Está tudo a ser abifdado por milionários! Qualquer dia vem aí o Trampa para visitar o 51º Estado, cujo Governador estará instalado na aldeia-resort-Condomínio de Luxo Costa Terra.
Aquilo é Portugal? Temos acesso àquela trampa?
O país à venda a pataco e vosselência preocupado com cantorias!
Podes ficar com os que andam aqui a mamar subsidios, que andam sem seguro, que fazem festa e barulho até as tantas da noite, com os que roubam tudo quando saem de uma casa, com os que fazem creditos e depois desaparecem, com os que alugam casa e depois sub-alugam camas, com os que matam e assaltam, com os que andam com carta falsa, enfim,….uma panoplia deles.
Ora pois!
Podemos ficar com os portugueses! (*)
É uma excelente notícia!
(*) Todos os que fizeram alguma coisa descrita pelo “francis”, a mim ou família, eram de cá!
Um panóplia deles!
Então mas o problema não era que não respeitam a nossa cultura?