
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
War is coming, goodluck
Eram, tempos terríveis!, em que havia declarações de independência, diálogo entre rivais, os genocídios, assassinatos, raptos, ou pirataria eram vistos como coisas más, a especulação tinha regras, e a vida de quem trabalha melhorava porque não tinha que pagar crises sucessivas. Têm que ser, senão o conluio cada vez maior com a América, independentemente da equipa, deixava de fazer sentido. Há que sancionar todos os seus alvos até ser irrelevante, a bem do virtue signalling.
Falta outra diferença: o lado da “civilização” já nem armamento consegue construir sem precisar do lado dos “bárbaros”, muito menos de investir para que seja diferente, e a eficácia e quantidade é cada vez mais problemática.
Realmente, os tempos da União Soviética foram tempos tenebrosos, até para a investigação científica.
Como seria possível nesses tempos obscuros impedir cidadãos de ir trabalhar se não dessem um injeção de um medicamento envolvendo uma tecnologia inovadora nunca antes utilizada em vacinas?
Como seria possível impedir essa gente negacionista, obscurantista, de frequentar um café, um restaurante, um cinema, um teatro, viajar e até abastecer o carro?
Como seria possível condenar a mais de uma década de cadeia um cidadão por não se ter ido vacinar e alegadamente ter contagiado um vacinado que morreu?
Como seria possível ameaçar idosos com muitas de mil euros ao dia se não aceitassem continuar a ser cobaias?
Todas estas barbaridades aconteceram um pouco por toda a Europa.
Foi na Alemanha, que nunca foi desnazificada que aconteceram o maior número de atrocidades incluindo apanhar cadeia por contágio.
E ainda podemos agradecer ao odiado Putin pois que assim que começou a guerra na Ucrânia deixou de se falar disso.
Achas mesmo que no tempo da União Soviética seria possível fazerem nos essas aleivosias todas?
Afinal lá e que não havia liberdade e davam injeções aos velhos.
Em resumo, não seria possível transformar toda a população da Europa Ocidental e Estados Unidos em cobaia usando chantagens terríveis.
Nos Estados Unidos mais de 100 mil funcionários públicos viram a porta da rua, nos privados ninguém sabe.
Pois aqui até crianças de seis anos levaram com a ripa, com consequências nefastas para a saúde de muitos.
Aquela porcaria correu te bem, Mendes?