O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Apesar de tudo, pentelhos comparados com os 8 mil milhões em dividendos a voar do país, e 14,25 para apaziguar o império que cada vez mais, inevitavelmente, só tem morte para vender. Tal como o primeiro avençado, a elite da república das bananas contenta-se com pouquinho.
Estes patuscos adoram matutar, mas começo a dar razão a uma amiga minha que insiste que os comunistas têm um QI abaixo de 85.
Esta questão nunca esteve em aberto — já estava decidida desde o início.
O que vemos agora é apenas o sistema a enviar um recado aos bancos para se portarem bem. O socialismo só sobrevive onde existe capitalismo, mas para isso os capitalistas precisam de ‘entender-se’ com os políticos.
Esta história da multa nunca foi para ser paga; serve unicamente para pôr o pé em cima dos bancos e lembrar-lhes quem realmente manda. No fundo, o socialismo precisa dos bancos para controlar o cidadão, e os bancos precisam do socialismo para se protegerem da concorrência.
P.S.: Ó bico-de-lacre, não te esqueças de continuar o bon trabalho de verificação ortográfica — é um esforço que a comunidade reconhece e agradece.
Joana Quelhas
Pois temos de dar razão…
À célebre “penseuse” gaulesa Jeanne Ruelles que afirmou sabiamente que “le capialisme est bel, les capitalistes emmêlés avec les socialistes est que donne cape d’el”.
Que a “thinker” yankee Joan Alleys se apressou a traduzir como “capitalism is beautiful and slim, the capitalists entanlgled with the socialists are the ones that give cape d’him”.
Quanto ao resto, pelos vistos, os bicos de Vosselência estão cada vez de pior qualidade!
Tem que se esforçar mais!”bon trabalho”!
E os estados ocidentais controlam a sua banca e sector financeiro em quê?