Com palas nos olhos

Bem, se é um professor de história do secundário, não posso pedir que conheça contributos como os de Solow, Kondratiev ou Mises, não é? Por isso, só lhe peço o seguinte: antes de comentar este tipo de tópicos, pelo menos faça um esforço por conhecer as variáveis para ler o post e compreendê-lo. Se quiser acrescentar conhecimento, leia aqueles e outros autores ou então abstenha-se de escrever trivialidades ou de ser ofensivo.


Entre outras há três razões que me levam a abandonar uma discussão:

– não discuto as convicções religiosas alheias, sobretudo quando funcionam em regime de seita;

– não se discute com crianças, embora se deva ensiná-las

– sendo verdade que presunção e água benta cada um toma a que quer, quando passa à presunção do que o outro sabe ou desconhece e se invocam teólogos, misturando Kondratiev com Mises, ultrapassa-se o limite do razoável.

O Ricardo Campelo de Magalhães, além da incapacidade de distinguir ciência de religião, conseguiu acumular as três razões. É obra.