A pedagogia do oprimido. As minhas memórias de Paulo Freire

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Recebi-o no Instituto de Ciências Sociais, da Organização Mundial para a Educação e a Unidade-ORMEU, da UNESCO, que eu presidia. Não tinha trabalho, convidei-o a ser mais um docente do Instituto. Mas que docente! Corria o ano de 1966. Fugia da perseguição irracional do Presidente do Brasil, Marechal Castelo Branco. Esteve meses em prisão e submetido a tortura.
Antes, mandei-o descansar, mas Paulo era Paulo Freire: o seu melhor descanso era ensinar. Começou de imediato. [Read more…]