Anyone who begins to study language in its social context immediately encounters the classic methodological problem: the means used to gather the data interfere with the data to be gathered.
— William Labov
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Há uns anos, dediquei muitas horas ao /R/ português, porque é interessante, importante e relevante e até pode ser, imagine-se, contrastivo: caro/carro, pára/parra (note-se que pára/parra não é exactamente a mesma coisa que para/parra), muro/murro e a lista continua. O projecto acabou por ficar em banho-maria, como diriam os outros, due to lack of interest/tomorrow is cancelled e entretanto há outras emergências mais urgentes. Soube; há umas horas, que morreu um dos meus autores favoritos, o Labov, craque do /R/ na margem ocidental do lago e alhures. Fica aqui, além da triste nótula, o meu artigo preferido dele (e, creio, o mais conhecido): The Social Stratification of (r) in New York City Department Stores (pdf) e este vídeo magnífico sobre o /R/ do homem que deveria ter sido presidente dos Estados Unidos da América.






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