
A frase é de Alberto João Jardim, o homem que governou o arquipélago durante 47 anos, por muitos apelidado de Fidel Castro da Madeira. Rivaliza, no capítulo do humor, com a prestação do errático Miguel Albuquerque, capaz de dizer tudo e o seu contrário, agarrado ao poder como uma lapa. E lapas, na Madeira, só as grelhadas e regadas com sumo de limão.







O Projecto de Nação redigido pelo Sr.º Dr.º Alberto João Jardim que tem de ser implementado em Portugal o quanto antes por forma a salvar a Pátria, promover as Identidades e Aristocracias Regionais, e devolver Portugal aos Portugueses:
«…O sistema político da Constituição de 1976 está gasto, transformou a Democracia, Esperança do 25 de Abril, num “ancien régime”.
Transformou-A numa partidocracia subordinada a várias oligarquias, onde impera o poder do dinheiro e não o Primado da Pessoa Humana, nem a soberania do Povo.
O Estado Social vem sendo descaradamente destruído e agravam-se as desigualdades sociais.
Os menos esclarecidos julgam que os centros de decisão mais importantes ainda estão nos Partidos, e não, como agora, nas sociedades secretas cujos interesses financeiros, protegidos por uma desregulação selvagem, dominam o Estado.
Portugal, por culpa da passividade e da incompetência, foi transformado num protectorado de uma Europa sem coragem de se autoconstruir, afundada no Relativismo e rejeitando Princípios, Valores e Ideologias.
Está assim comprometido o Interesse Nacional e o Bem Comum dos Portugueses.
Também a posse das máquinas informativas pelos poderes aqui denunciados, ajuda a convencer os Portugueses de que não há outro caminho de Regeneração, de Democracia e de Desenvolvimento Integral da Pátria, a não ser o deste percurso de “apagada e vil tristeza” por onde nos forçam os “velhos do Restelo” do século XXI português.
Os socialmente mais débeis são os mais covardemente atingidos e sofredores, porque assim o escolheram as oligarquias e as sociedade secretas.
A crise tinha de ser enfrentada, mas não desta maneira de genocídio social…»
Fonte: «A Tomada da Bastilha» – Alberto João Jardim
(https://www.aofa.pt/rimp/PR_Alberto_Joao_Jardim_Documentacao.pdf)
Pois muito interessante.
Detetei foi um erro na última linha antes do linque: a fonte é “A Tomada da Pastilha”. É uma obra sobre transtornos que afetam gajos que passaram a vida no poleiro e têm de ser medicados. Assim, tipo, Oliveira da Cerejeira, Alberto João Ajardinado, Sant’Ana Copes…
Tendo sido o projecto do camarada lavar dinheiro desse mundo fora, pôr os amigos a fazer obras, e depender do continente para pagar as contas, é uma soberania nacional sui-generis.