Crónicas do Rochedo XVIII – Incêndios, uma tragédia portuguesa

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No dia em que Portugal assistiu a uma das suas maiores tragédias colectivas escrevi, na minha página no facebook: “Nesta hora triste da nossa história colectiva aqueles que, como eu, não são “especialistas” devem remeter-se ao silêncio. E deixar quem sabe fazer o seu trabalho. É a melhor forma de respeitar quem está no terreno a trabalhar e quem está a ser vítima desta calamidade nacional“.

Já passou o tempo suficiente para o silêncio. Agora, mais a frio, vamos procurar uma análise política. Melhor dito, ao comportamento político dos agentes da dita.

Deve a Ministra demitir-se? O Governo de António Costa é culpado? De quem é, politicamente, a culpa?

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PCP, a lavar desde 1921

A foto p/b que ilustra isto diz tudo.

 

O Santo Ofício

À procura do D. Sebastião. Envergonhavam a PIDE!

Je suis Sebastião Pereira.

RIP

Li isto. E depois vi a capa do Público de ontem. E mais tarde li este comunicado.

E depois de ver que no Público de hoje nem uma linha sobre esta matéria (a da capa, porque o que interessa é a oposição interna ao Passos Coelho), percebi. O Público, que estava moribundo, morreu na noite de S. João.

 

 

O São João de Braga

Na Autêntica Braga, bimilenar cidade romana, corre-se atrás do Black Pig e corre-se a apagar o incêndio que ainda agora começou no Monte do Picoto, que é para toda a gente ver bem que em Braga a festa é festa é a maior festa popular do Minho, do Mundo.
Lançar balões é proibido,  lançar fogo-de-artifício não é proibido.
Vencidos os dias de luto nacional, e porque a tristeza não apaga as dívidas, nada mais que impeça a “floresta” de voltar a cumprir a missão: arder.
Gosto muito de Portugal em particular e de Braga em geral.
© fotos da noite de 23 para 24 de Junho de 2017.

 

Isto é que é a ética republicana?

O 1º Ministro pede (por despacho) esclarecimento urgente ao Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P., à Autoridade Nacional de Protecção Civil e à Guarda Nacional Republicana? E os ministros, secretários de estado que tutelam, formalmente e politicamente, aqueles organismos?

Sou do país que arde

(Outro texto publicado em Setembro de 2005, no Caderno Centro do Jornal de Notícias, depois de um verão em que se registaram os piores incêndios de sempre em Portugal. Até ver. De novo, 12 anos passados, nada mudou, tudo sobre o que escrevi em 2005, se agravou).

«Há pouco mais de três semanas saí de Portugal. Com um sol abrasador. Com um calor insuportável. Com o país a arder de norte a sul. Regressei na semana passada. Menos calor. Alguma (pouca) chuva, finalmente. No momento em que escrevo, chove sobre a ria ali ao fundo na janela. E eu que gosto do Inverno, mas não particularmente de chuva, recebo estes pingos como uma dádiva. Eu e todos os meus conterrâneos, presumo.

Durante a minha viagem choveu torrencialmente nas duas primeiras semanas. Uma chuva aborrecida para quem está de férias, mas que me soube bem, depois de tanto tempo a respirar um ar cheio de fumo e a trabalhar com tanto calor. Uma destas semanas foi de trabalho. Um congresso europeu de sociologia rural. Debateram-se muitos assuntos, entre os quais o abandono das áreas rurais, que acontece essencialmente na Europa do sul, na Europa mais periférica, naquela onde Portugal se inclui por muitas razões e de onde vai lentamente saindo por outras tantas. Portugal é um país que há muito que deixou de ser rural. Portugal é um país que vai deixando ao abandono vastas áreas de território. Aldeias desertas, florestas com árvores de ninguém, casas em ruínas. Portugal é um país onde a agricultura não tem um peso económico substancial, se exceptuarmos algumas, muito poucas, áreas do Ribatejo. Portugal é um país onde a função social e ambiental da actividade agrícola tradicional, ainda que reconhecidamente importante, também se vai perdendo. Estamos a produzir terras de ninguém. De que ninguém cuida, com que ninguém parece importar-se, a não ser uns esporádicos turistas de máquina fotográfica em punho que se deslocam ao Portugal rural ‘profundo’ para ver os vestígios do que outrora foram as casas, as actividades, as pessoas. Vêm sombras do passado e parecem contentes com isso. Destas aldeias desertas também se foi falando no congresso onde estive na última semana de Agosto. Das novas funções do mundo rural também. Da função turística e de recreio. Da função ambiental. Da função agrícola. Da função florestal. Tudo relacionado, claro. Como tem de ser. Tudo associado na tarefa última: a requalificação do território rural. Desde há 50 anos que em Portugal persistimos em não querer ver (e intervir sobre) a desqualificação de todo o interior, de norte a sul. Daqui a alguns anos, senão mesmo agora, ver-nos-emos confrontados com a difícil tarefa de intervir sobre territórios que já perderam tudo. Qualificar o desqualificado. Repovoar o despovoado. Reconstruir das ruínas. Será ainda possível?

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Sem vergonha na cara!

A posição do Bloco de Esquerda sobre os incêndios em 2015.

Em 19 de Junho de 2017, no twitter de Catarina Martins, às 9.40: “Que venha a chuva. Bom dia.”

 

Enquanto tudo arde…

Escrevi este texto em 2004, na altura em que escrevia para o Caderno Centro do Jornal de Notícias crónicas mensais.  Escrevi em Agosto. Não tinham morrido mais de 60 pessoas num só incêndio florestal. A tragédia da morte acontecia, mas em menor escala. Seja a que escala for, a morte nestas circunstâncias, é uma situação inaceitável num país supostamente desenvolvido. No ano seguinte, em 2005, conhecemos os piores incêndios florestais de que há memória. Também escrevi, no mesmo jornal, sobre isso.

Deixo-vos aqui o texto de 2004. Passaram 13 anos. 13. E nestes 13 anos o abandono dos territórios rurais, a ausência de prevenção adequada, a falta de limpeza das florestas, a expansão do eucalipto e do pinhal, a ausência de uma política de ordenamento florestal, o não funcionamento dos instrumentos existentes, tudo isto apenas piorou.

«Enquanto tudo arde… estamos de férias. Como de costume, em Agosto, o país pára quase completamente. O interior fica ainda mais deserto. Em Agosto o país assemelha-se ainda mais a uma jangada prestes a afundar-se por excesso de carga na ténue linha que nos separa do mar. Pomos os óculos de sol, com lentes cor-de-rosa ou azuis e, de repente, parece-nos tudo mais leve. Enquanto pelo país que se deixou ficar para trás, as árvores vão ardendo, alheias ao nosso descanso. Alheias ao nosso alheamento.

A surpresa não é muita. Alguém se lembra de um verão em Portugal sem incêndios florestais? Até pareceria mal se não ardesse qualquer coisa! Pelo menos enquanto houver área florestada para arder, nunca haveremos de ser surpreendidos pela ausência das chamas. No ano de 2003 defrontámos-nos com os piores incêndios de que há memória. Portugal foi notícia no mundo devido aos 422 mil hectares ardidos. Os piores de sempre? Tenhamos calma e alguma fé!

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Algumas perguntas sobre incêndios

Quem foi o Ministro da Administração Interna que em 2006 decidiu acabar com a carreira de guarda florestal?
Quem foi o mesmo ministro que no mesmo ano recusou um ambicioso Plano de Protecção da Floresta que apostava na prevenção dos incêndios mas que, obviamente, ameaçava os interesses instalados?
Quem foi o Primeiro-Ministro que, em 2016, recusou reverter a medida de extinguir os guardas florestais?
Quem foi o Primeiro-Ministro que há 2 dias defendeu que devemos apostar na prevenção?
Claro! Foi o Passos Coelho.

Ah! E o pantomineiro era o outro!

Um disse isto, o outro disse aquilo . E em Pedrógão Grande! E agora ninguém lhes pergunta nada?

Lido por aí: dicas para organizar o mail

O SLB está à organizar os seus e-mails e os mais fáceis de ordenar são os que recebeu do FCP e do SCP porque foram enviados sem títulos!

E o Crivelli? Ainda hoje me rio!

O sistema de retribuições e as barragens da EDP, sempre a bombar! Quanta hipocrisia!

Como destruir a narrativa do lobby do ensino privado

Cartoon via Escola Portuguesa

No momento em que o poderoso lobby dos colégios privados volta à carga, apoiado, como é habitual, pelo previsível enviesamento no tratamento jornalístico de uma imprensa que não consegue disfarçar o facto de ter tomado as dores de uma das partes, importa recordar a forma categórica como o professor Santana Castilho literalmente destruiu a propaganda vigente. Santana Castilho, que está longe de ser um yes man da actual solução governativa, coloca os pontos nos i’s, esmaga a narrativa do lobby do ensino privado e ainda tem tempo de envergonhar a falecida ETV. A luta neoliberal pelo financiamento público do sector privado da Educação segue dentro de momentos.

via Uma Página Numa Rede Social

Dobradinha, triplete, tetra, pentacional!  A jogar menos bem e às vezes menos mal.

foto benfica

Pedro Lemos, “Ouro sobre Azul”
Papelotes sobre telão (técnica multimédia)
Lisboa, 29.05.2017

Dizem que o PSD é liberal…

Felizmente desde 2002 que não voto nesta seita

Noite escaldante no Porto

Entendeu a Liga Portuguesa de Futebol não realizar os jogos da última jornada do Porto e do Benfica no mesmo dia e à mesma hora, talvez porque a vitória no campeonato esteja decidida, permitindo assim um maior encaixe financeiro com a transmissão directa dos 2 jogos.
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Acontece que, nestas coisas da bola, há cada vez menos bola, em detrimento de mais programas de fanáticos do seu clube, mais gente que não quer saber de bola sequer e, no caso, uma claque de doidos, como todas as outras, que, em vez de estar num estádio a ver o jogo do seu clube, poderá estar à solta noutro local da cidade do seu clube, quiçá ali mais para as bandas do Estádio do Bessa, à hora do Boavista vs. Benfica!
Está o “balh’ armado”, pelos vistos, com incúria e sem precaução nenhuma.

Um banho de realidade

Temos novos santos, temos velhos santos e até heróis verdadeiros. Somos imensamente bons, vivemos num país belíssimo, seguro o bastante (até ver) e, numa escala apreciável, materialmente (estou a ser benévolo) indigente.

Efectivamente, de acordo com os últimos dados do INE, mais de 25% da população residente em Portugal no ano de 2016 – cerca de 2,6 milhões de pessoas – estava em risco de pobreza ou de exclusão social.

Para a aferição deste risco definiu-se, no âmbito da estratégia económica de crescimento (estratégia Europa 2020), um indicador relativo à população em risco de pobreza ou exclusão social que conjuga os conceitos de risco de pobreza relativa – pessoas com rendimentos anuais por adulto inferior ao limiar de pobreza – e de privação material severa, com o conceito de intensidade laboral per capita muito reduzida.

Considera-se no limiar da pobreza o cidadão europeu que não obtenha 60% do rendimento médio por adulto equivalente no seu país, correspondendo a proporção dos que não atingem esse limiar à taxa de risco de pobreza.

Sem querer retomar agora a discussão sobre se é legítimo padronizar desta forma a pobreza, introduzindo uma medida da qualidade de vida das pessoas que não leva em devida conta o custo de vida de cada país – uma vez que o rendimento médio pode, como sucede em Portugal, indiciar já a carência dos recursos financeiros necessários para assegurar aquela qualidade de vida, visto ser muito inferior ao rendimento médio, não dos países mais ricos da Europa, mas da média dos países da UE a 28 -, o facto é que mesmo os dados assim obtidos são de tal modo graves e socialmente insuportáveis que não podem deixar de requerer uma permanente e consequente mobilização política e social contra a pobreza.

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Crónicas do Rochedo XVII – É só uma canção?

salvador

Nem sei precisar o número de anos sem um simples “deitar o olho” a um festival de canção. Este ano foi diferente por um mero acaso: ter visto/ouvido a canção do Salvador Sobral nas redes sociais e a sua prestação nas meias finais. Ficou aquela sensação de: “será que uma música destas ganha o festival da canção?”. Ganhou para enorme surpresa minha. E depois foi o: “será que consegue o milagre de ganhar em Kiev?”.

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Canonizem o homem!


Salvador Sobral: Isto é que foi um verdadeiro milagre! Parabéns!

E porque não?

Vou pedir aos leitores uma coisa simples: a leitura de um artigo de opinião sobre a possibilidade de uma taxa de IVA de 50%. Primeiro tentem ler sem complexos, sem ideias feitas e depois tirem as vossas conclusões.

Será esta a solução? Não sei. Existe melhor? Não sei. Responda quem saiba.

Fátima, Futebol e Festival da Canção…

 

… onde Portugal é representado por um Salvador cujo coração carece efectivamente de salvação, correndo o risco iminente de colapsar.

Com esta conjugação cósmica, o fim do mundo português será pois a 13 de Maio, com o Governo, Autarquias Locais e empresas públicas a tolerarem o ponto à malta no dia prévio para que – eis a razão – possa arrumar as suas coisas em Paz. Resta saber se terá epicentro no joelhódromo, no Marquês ou em Kiev, com a milagrosa conversão da Rússia à ilharga.

Porém, nihil obstat. Está tudo bem assim e não podia ser de outra forma.

En marche

Liberalismo derrota nacionalismo proteccionista. Boas notícias para a Europa, excelentes para a França.

A furiosa destruição do planeta

Brutal contaminação do Rio Musi, em Hyderabad

Foram estas três notícias, num único dia:

1. Há uma nova fenda num dos blocos de gelo gigantes da Antártida

Icebergue com a extensão do Algarve estará prestes a desprender-se. Segundo estimativas dos especialistas, se o gelo retido pela barreira Larsen C chegar ao mar, o nível dos oceanos poderá subir cerca de dez centímetros.    

DN, 05 de Maio de 2017

2. Andamos a temperar a comida com sal que tem microplásticos

Estudo analisou 17 amostras de sal de mesa vendido em oito países (incluindo Portugal) e confirmou contaminação com microplásticos. Uma das três amostras portuguesas testadas atingiu o máximo observado com dez microplásticos por quilo de sal. 

Público, 5 de Maio de 2017  [Read more…]

Crónicas do Rochedo XVI – O algodão não engana…

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Ontem escrevi um post sobre o facto de Rui Moreira se ter divorciado do PS. Um dos comentários com que fui brindado no facebook foi:

O problema do teu post, Fernando, é que partes dos princípio que o Rui Moreira funciona segundo os cânones da política partidária. Rui Moreira sempre deixou claro que contava com Pizarro por uma questão de lealdade política, por ter sido um bom parceiro durante o mandato, e que aceitava o apoio do PS nesse pressuposto. Traçou linhas vermelhas na sua relação com os partidos, aceitando o apoio de quem subcrevesse as regras. Violadas as regras, de forma reiterada, assumiu as consequências. Não há nem manha nem calculismo” – Rodrigo Adão da Fonseca.

Ora então, passadas 24 horas, o que temos?

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Crónicas do Rochedo XV – De uma decisão há muito tomada…

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Rui Moreira não precisou do PS para ganhar as eleições autárquicas no Porto em 2013. Só precisou no dia seguinte. Para ter uma maioria estável e governar na paz do Senhor durante os quatro anos do seu mandato. Será que precisa para ganhar as eleições deste ano?

Obviamente que não. Nem do PS nem do PSD e muito menos do Bloco ou da CDU. Para ganhar não precisa. Mesmo para governar tenho dúvidas pois estou convencido que, sozinho, consegue os 44% mínimos para ter maioria absoluta. Mas já estive mais convencido disso há uns meses do que hoje por um motivo muito simples: a abstenção fruto do “já ganhou”.

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O encerramento da CGD de Almeida, o cobarde Paulo Macedo e um Governo que não é de Esquerda*

A Caixa Geral de Depósitos decidiu encerrar o balcão de Almeida, um dos municípios mais deprimidos do interior português.
Paulo Macedo, o gestor-maravilha continua assim uma política de cortes que é a sua imagem de marca por onde passou. Por isso foi convidado por este Governo: para cortar.
O problema de Paulo Macedo é que a cobardia está-lhe na massa do sangue. Todos nos lembramos como tremeu quando era Ministro da Saúde e um doente se passou em pleno Parlamento por causa dos medicamentos para a Hepatite C. Dias depois, aí estavam os tais medicamentos milagrosos que durante anos não apareceram. Antes que alguém lhe chegasse a roupa ao pelo.
Nos últimos dias, porque um cobarde será sempre um cobarde, recusou-se a receber o Presidente da Câmara de Almeida e mandou em seu lugar um subordinado. Este tipo de gente é assim e só vai ao sítio à base de pancada.
Ouvi na TSF António Baptista Ribeiro a falar do luxo e da ostentação da sede da Caixa em Lisboa e tem toda a razão: aquilo dava para pagar não sei quantos anos de funcionamento do Balcão de Almeida e de todos os outros balcões encerrados.
Quanto ao Executivo, mostra uma insensibilidade social digna de um Governo de Direita. [Read more…]

Inimigo Público? Não…TVI24

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(Via página de facebook de Miguel A. Pinto)

Crónicas do Rochedo #XIV :: A ousadia dos tontos

O comentador de direita(???) que a esquerda mais gosta, João Miguel Tavares, escreveu no Público um artigo em que procura explicar porque não pode um maçon ser Primeiro-ministro em Portugal.

Aguardo pelos próximos artigos onde o autor vai explicar que não pode um membro da Opus Dei ser Primeiro-ministro em Portugal nem uma Testemunha de Jeová e menos ainda um clérigo da Igreja Adventista resvalando nas semanas seguintes para a proibição aos Judeus, seguido do mais que lógico impedimento a qualquer criatura que seja adepta do FC Porto. O mais difícil é começar e JMT já começou.

Porém, uma leitura mais atenta ao seu artigo permite perceber melhor quem quer ele atingir. A maçonaria? Não, este é daqueles que é forte com os fracos e fraco com os fortes. Não. Todo aquele relambório tinha como único objectivo açoitar dois protagonistas da direita portuguesa. E como a esquerda gosta destes fretes! As desculpas e as voltas que o autor deu para chegar a Luís Montenegro e Pedro Duarte. Parece que os dois são da maçonaria. Segundo as fontes do JMT. Porque os visados não desmentiram as referidas fontes/notícias conclui o comentador de direita adorado pela esquerda caviar que eles são da maçonaria. Não sei. Desconfio é que sejam ambos do FC Porto e isso sim, para o JMT e os seus companheiros de luta, isso devia ser criminalizado. O que eu gostava de saber é se qualquer um deles é competente para o suposto cargo. Dispenso, deve ser mania minha, saber se são da maçonaria, da opus ou testemunhas de Jeová ou qual a sua orientação sexual. Mas devo ser eu que estou errado.

Não conheço o Luís Montenegro, penso que me cruzei com ele uma ou duas vezes em cerimónias públicas. Já o Pedro Duarte conheço. E do que conheço considero-o competente para o cargo. Só não sei é se ele o deseja. Se não o deseja, não terá de se preocupar com este tipo de tonto. Se o deseja, então muito cuidado. O ideal é começar, desde já, a usar na manga da camisa uma fita identificadora. Seja ela um triângulo com um olho no meio ou uma estrela de David ou mesmo uma bola de basquetebol azul com um Dragão na parte superior.

É que a ousadia dos tontos é muito perigosa. Mesmo.

Braga e o Dia do Trabalhador


À pressa,  há pressa em inaugurar mais um supermercado no centro da cidade! 
© GS