Coisa nunca vista: os Estados Unidos com uma língua oficial

Isto vai dar barulho, muito barulho, imenso barulho. Eis o decreto de Trump e a opinião do excelente (excelentíssimo) Daniel J. Olson.

Comments

  1. Não sei como é que se declara língua oficial uma coisa que não existe, mas, pronto, fazendo de conta que sim, é mais uma coisa em comum com o Zé da Ucrânia. Podiam dar-se bem.

  2. Fernando Manuel Rodrigues says:

    Não entendo este movimento de Trump, e acho que vai contra o que J D Vance ainda há pouco defendeu em Munique. que é a liberdade de expressão (que me parece incluir também a língua em que cada um se expressa).

    Como disse (e bem) Daniel J. Olson, o “espanhol” (castelhano, na realidade) já era falado, historicamente, na maior parte do que hoje constitui o território dos EUA, pelo que pode considerar-se como um direito dos nativos desse território.

    Na prática, Trump está a fazer o que critiquei a Zelensky – a tentar “domesticar” culturalmente uma grande parte da população, obrigando-os a flar uma líungua que não é a sua e, por arrasto, a aculturar-se com uma cultura que não é a sua. Isto num país que está longe (muito longe) de ser “anglo-saxónico”. Quando muito teremos uma matriz fundadora anglo-saxónica nos 13 estados que fundaram a União, mas actualmente eles são 50, e entretanto muita gente não anglo-saxónica chegou aos EUA.

  3. “This post has helped me solve my issue, thanks a ton!”

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