A palavra não deixa de ser a que melhor caracteriza Pedro Passos Coelho: um autodemocida. Aquele que mata o seu próprio povo.
O povo que se suicida como há muito não se via. A mortalidade infantil que voltou a aumentar. O desemprego que não para de subir.
O chumbo do Tribunal Constitucional representa praticamente nada se compararmos com os buracos orçamentais e com os erros das previsões do Ministro das Finanças. E ainda falta ver qual foi o deslize da execução orçamental do primeiro trimestre de 2013. Aí é que vai ser…
Interessa, claro que interessa, deitar culpas aos outros. Como no futebol, a culpa não é do nosso jogador que é expulso por dar um empurrão ao adversário no último minuto do jogo quando o resultado já está feito. Não, a culpa é do árbitro porque foi só um encontrão e não uma agressão. A culpa é sempre do árbitro.
E porque as culpas estão imputadas ao árbitro, Pedro Passos Coelho, o autodemocida, voltou a reafirmar que não vai mexer nos grandes interesses. Nem nas PPP’s, nem nas rendas excessivas da EDP, nem nos privilégios dos Bancos. Nem na Dívida. Na Dívida nunca. Porque não tem tomates para isso. Porque é um fraco. Porque só sabe cortar nos mesmos de sempre: na Segurança Social, na Saúde, na Educação. Ou seja, no seu próprio povo. Que mata, com o tesão de um verdadeiro democida, a cada dia que passa.







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