E se a OMS proibisse o traque?

Entende a OMS quanto aos cigarros electrónicos que o seu consumo em espaços públicos fechados deve ser proibido “a menos que seja provado que esse vapor exalado não é perigoso para quem está mais próximo”.

A OMS sabe que tal vapor, além de água, contêm nicotina. Também sabe que a nicotina não é cancerígena, e que ao contrário do cigarro de tabaco a quantidade consumida é mínima, e mínima das mínimas a parte que pode ficar num espaço fechado onde caibam várias pessoas, sendo impossível afectar o sistema cardíaco do próximo, esse sim, o preço pago por quem o consome.

Mas a OMS tem duas certezas: a pressão da indústria tabaqueira e a obsessão compulsiva contra tudo o que possa dar prazer, esse vício tenebroso.

Aguardo que proíba a flatulência, em espaços abertos ou fechados. Pelo seu impacto ambiental, azoto e metano já para não falar do risco de incêndio, até que me provem o contrário, também devem fazer mal à saúde de quem inadvertidamente os inala. E o cheiro é geralmente desagradável.

The_Papal_Belvedere