Albarda de Letras em Campo Grande de vaidades


Há um quarto de século, um dos mais rábidos e imaginativos estoriadores do período pré e pós 1910, compunha como se de partituras para vetusto cravo se tratassem, belas composições literatescas a propósito dos chamados grandes vultos do regime instaurado na Rotunda.

Bem certo é um sensível volver da guarda, pois há uns tempos, o Dr. João Medina dizia que …”em 2010 vamos, em suma, celebrar o quê? O começo de um erro imenso e desastroso para o país que somos? (…) Não seria melhor, em vez de celebrarmos o 5 de Outubro, rezarmos-lhe um responso (laico) pela pobre alma penada que ele foi? Antes isso que comemorar uma República sem republicanos, como a nossa é.”

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