O caso do vídeo da muçulmana que já não o é


Circula por aí um vídeo onde supostamente uma advogada egípcia, conhecida como activistas dos direitos humanos em geral e das mulheres em particular, afirmaria o direito de os árabes violarem mulheres israelitas.

Supostamente porque embora legendado em castelhano o dito vídeo é  falado em árabe, e ainda não li nenhum falante dessa língua atestar da qualidade da tradução.  Sabendo que a máquina de propaganda israelita é capaz de tudo, é sempre de aplicar o princípio da duvida sistemática.

Certo é o facto de entretanto Nagla Al-Iman se ter convertido ao cristianismo, e por via disso ter sido presa e sequestrada, e negar aqui o tal depoimento sobre violações que afirma truncado.

Curioso também o facto de muitos vídeos com declarações da dita senhora terem sido retirados do youtube. E de neste que aqui publico, onde canta e reza com os seus filhos, ter toda a aparência de ter sido espancada.

Moral da história: desconfiar sempre das aparentes evidências, sobretudo quando passam pelos complicados caminhos das religiões e das propagandas de guerra.

Adenda: o facebook de Nagla Al-Iman: