O sonho do “alucinado”

Um doente

Foto Tiago Miranda/Expresso

Este gajo é, no mínimo, um caso clínico.

Eu, eu, eu. 

Fui eu que fiz, fui eu que fiz, fui eu que fiz.

Espera ai, pá. Porque isso que estás a dizer que fizeste, deu “merda”.

Então não fui eu, não fui eu, não fui eu.

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