A doença

A esquerda ficou indignadíssima com a “proibição” de Saramago. A esquerda “sorriu” condescendente com o facto de alguém ter atirado um “cocktail Molotov” para uma manifestação de direita.

Tudo isto alicerçado numa comunicação social arregimentada e alinhada que empolou e distorceu a primeira notícia e relativizou a segunda.

E entre um facto que o não é (ninguém quer proibir Saramago, só querem apresentar alternativas) e outro que, indiscutivelmente, ocorreu, entre algo que pretende acrescentar liberdade e algo que pôs em causa a integridade física ou mesmo a vida de várias pessoas (crianças incluídas), a esquerda releva qual?

Depois digam-me que eu não estou correcto, digam-me que ser de esquerda ainda é uma mera questão ideológica, que ser de esquerda não é já apenas uma situação clínica, que ser de esquerda não implica um nível de psicopatia inaceitável, etc.

Está na hora de “chamar os bois pelos nomes”, de nos deixarmos de “paninhos quentes” e de dizer com “todas as letras” o que a esquerda é: uma condição psicótica.

Ser de esquerda é estar doente. Muito, muito doente.

Liberdade

Sabem as incontáveis histórias sobre herdeiros que quando assumiram o património que lhes foi legado, espatifaram tudo? Apesar de não gostar que a analogia se baseie em dinheiro porque, desde logo, a premissa fica pervertida, o certo é que se pensarmos num património de liberdade, justiça e humanidade que nos foi deixado pelas gerações anteriores, esses herdeiros perdulários somos todos nós. Principalmente, nós os europeus.

Durante grande parte do século XX, mas como consequência de um processo evolutivo do pensamento estrutural, milhares de milhões de pessoas prescindiram consciente e, tantas vezes, voluntariamente do seu conforto, da sua segurança, da sua liberdade e até da sua própria vida para que os paradigmas políticos se modificassem substancialmente. Dum passado em que a força era a razão do poder para um futuro em que a equidade, a democracia e o respeito pelos mais fracos passariam a ser as linhas mestras da governação. Mas acima de tudo, um futuro onde a liberdade fosse o âmago da própria vida.

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Não, não morreu

A cidade acordou triste. Quase como se não quisesse acordar. Quase como se não quisesse reconhecer o que tinha acontecido. Se já é genética e orgulhosamente cinza, hoje esse cinzento parecia mais negro, mais pesado. Porque ele morreu.

Chovia. Chovia como se o céu também chorasse. Chovia como se o Universo soubesse que não podia ser de outra maneira. Porque ele morreu. 

As pessoas agasalhavam-se e escondiam-se debaixo da roupa que desta vez também os protegia contra a realidade. Contra a inexorabilidade da vida. Que os deixava sofrer dentro o que não queriam mostrar ao mundo. Porque fazê-lo era aceitar que tinha acontecido. Porque fazê-lo tornava tudo tão real. Porque fazê-lo era render-se à verdade que não queriam, era aceitar a última derrota, aquela que não pode ser revertida, aquela onde não há “remontada”. Porque fazê-lo era dizer alto o que não conseguíamos sequer dizer em surdina. Era permitir que o pesadelo se tornasse inelutavelmente real. Era gritar o que teria eventualmente de ser gritado: ele morreu. 

Mas, por favor, ainda não. Deixem-me sonhar um pouco mais. Deixem-me viver um pouco mais onde ele também ainda vive. Onde ele está ao alcance de um abraço, de um “bom dia”, de um aceno. Onde o mundo não parece incompleto. Onde o mundo não tem este buraco imenso com o qual teremos de viver daqui para a frente. 

Porque quando o amanhã chegar e vai implacavelmente chegar, só nos resta o exemplo, o legado, o espírito que ele nos foi deixando. Porque se o ser do Porto, se o ser do Norte, se o ser Portista não foi algo que ele criou ou inventou, foi algo que ele e só ele descobriu e mostrou ao Mundo. 

Porque nunca como hoje fez e faz tanto sentido sermos o que ele nos permitiu ter orgulho em ser. O que ele e só ele transformou e engrandeceu. Da inescapável maldição de se ser menos, de se ser irrelevante, de se ser para sempre segundo para a vaidade, a insolência, a certeza de ser um dos poucos, um dos que não aceita a danação que nos impõem, um dos que nunca calará a raiva onde inevitavelmente a petulância cobarde do poder dos corredores nos coloca.

Porque se hoje a cidade está triste, se hoje a cidade se sente órfã, se sente perdida, também devemos ter pressa em perceber que ele não, não morreu. Porque gente como ele não morre. Apenas perde a mortalidade dos normais para ficar para sempre vivo no lugar que por ser excepcional, único e indispensável, arrebatou. Conquistou. Tomou. Contra tudo e contra todos. 

Na pressa de precisarmos de perceber que o mal que o obrigou a ser o que precisávamos que ele fosse, está mais vivo e mais forte que nunca. Mais canalha e mais tentacular. Mais perigoso e mais letal. Porque nunca como hoje estiveram tão próximos da vitória final e de nos colocarem onde sempre quiseram que estivéssemos. 

E por isso, também por isso, ele não pode ter morrido. Porque aceitar que ele tenha morrido era aceitar que tínhamos perdido. E se há algo que ele nos ensinou é que nunca desistimos de ganhar, mas acima de tudo, não desistimos de ser, de lutar, de nos transcender, de viver, de importar. 

Ele podia ter sido igual a tantos outros antes dele. Podia ter-se resignado à força avassaladora do mal. Podia ter sido apenas um entre muitos. Que vivem a vida dos pequeninos. Que nada fizeram. Que só sabem dizer que sim. Que acatam sem qualquer “mas” o que os mandam ser. Que se rendem ao conforto. Não foi. Não é e devemos ter pressa em que nunca seja. 

Porque para além do que nos ensinou, do que nos mostrou, do que nos ofertou, deixou-nos a imortalidade de saber que se não nos importarmos, se não nos elevarmos, se não lutarmos, morremos muito antes de começar a viver. 

Obrigado, Presidente. Num obrigado infinito. Num obrigado que repetirei sempre e para sempre. 

Nunca houve ninguém como tu, Senhor Presidente. Nunca haverá ninguém como tu. Nunca. Mas também já não precisamos. Porque tu foste, és e serás eternamente o nosso Presidente. 

FdP(II)

Eu já estava convicto que ser de esquerda, implicava, em grande parte dos casos, uma insuficiência cognitiva, uma espécie de “deficit” intelectual e ético. Mas não esperava que fosse tão óbvia e tão estúpida e facilmente assumida. É que nem conseguem perceber que o que argumentam só faz sentido numa perspectiva muito curta, muito superficial ou então, na cabeça deles (o que é basicamente uma clara equivalência).

Ser de esquerda e ao contrário do que pretendem fazer crer nada tem a ver com solidariedade, empatia, generosidade, etc. Não, não são donos desses valores. Nem de perto nem de longe. Isso são apenas vertentes humanas que não definem nenhuma ideologia e, seguramente, não definem de certeza qualquer tese de influência socialista. Até porque quer a teoria quer a prática demonstram que aqueles princípios só são trafulhamente usados pela esquerda como isco para “lorpas”. Porque solidariedade, empatia e generosidade só fazem sentido se reconhecermos “a priori” evidências como, por exemplo, a natural e legítima aspiração à propriedade individual. Só se pode ser verdadeiramente generoso com o que é nosso. Ser generoso com o que é de outros ou maioritariamente de outros… acho que tem um nome diferente. 

Ser de esquerda parece ser uma opção (ainda é permitido dizer “opção”, não é) pelo uso voluntário de antolhos (para quem não sabe, são aquelas palas que se colocam perto dos olhos dos cavalos para lhes reduzir a amplitude da visão). Parece que há uma qualquer cerimónia iniciática onde se jura pelas “barbas do Marx” que nunca mais se atreverão a pensar sem estarem autorizados (e quase nunca estão) e principalmente quando raramente o forem, não pensar coisas proibidas. E aqui surge a enorme confissão de “pequenez” da esquerda: saber o que é proibido? E a resposta que se dão a si próprios é sovieticamente automática: proibido é o que o comité central respectivo disser que é proibido porque eu não consigo (ou, no mínimo, escolho não conseguir) por mim próprio estabelecer as minhas linhas vermelhas.

Lêem alguém a supostamente criticar “o dinheiro” e assumem: ah, carago, este é dos nossos, é de esquerda. Porra lá para a “curteza” de raciocínio. Primeiro, e se lerem com cuidado, no meu post anterior não pretendi exactamente criticar o dinheiro. Critico, sim, muito e de forma radical a importância que damos ao dinheiro e a aceitação generalizada que uma mera ferramenta pode ser um objectivo ou pior ainda, “o” objectivo que nos classifica socialmente. Ver nisto algum indício de “esquerdalhismo” é o mesmo que ver um comunista no psiquiatra que diagnostica um “acumulador doentio” ou um marxista dos “quatro costados” no crítico da ganância sem sentido ou da cupidez infinita. É claro que para perceberem isto, teriam de colocar o vosso 2º neurónio a funcionar e, enfim, digamos que é algo que não vos é fácil.

Mesmo tendo começado por tentar que lessem o que escrevi livres de preconceitos ideológicos, mesmo tendo solicitado que percebessem que a questão não era de direita ou de esquerda, mas sim humana, não adiantou. Já sabem o que são antolhos, não sabem? Pois. E vá lá que me lembrei de meter a “bicada final” ao comunismo (mesmo que isso não deixe de constituir uma contradição à minha tentativa inicial de assepsia ideológica). Se não o tivesse feito, já estaria inundado de propostas para militante do BE (mais conhecidos por “olhem para o que eu digo e não para o que eu faço”), do PC ou outra qualquer agremiação digna de ser apoiada pela Cercigaia.

Eu sei que não compreendem que um liberal ouse criticar uma ideia aparentemente liberal. E esta (eu sei que não é fácil compreender) é quase exógena ao liberalismo. Cruzes, canhoto. Criticar a nossa ideologia??? Isso na esquerda é pura blasfémia e razão suficiente para umas férias “desvoluntárias” num qualquer resort siberiano em regime TI(mmmpedpeg), Tudo Incluído, mas é mesmo muito pouco, enfim, dá para emagrecer à grande. Com regresso assegurado em transfer organizado por um qualquer cangalheiro lá do sitio.

No fundo é mais ou menos como um liberal ser acusado de recorrer ao SNS em vez de ir ao privado. Numa conclusão (só compreensível para a “genial” esquerda) que o liberal por ser liberal tem as mesmas obrigações fiscais que os outros, mas muito menos direitos. Do género, chegar à bomba de gasolina em “pré-pagamento”, ir ao balcão protestar com o preço da gasolina, pagar um depósito cheio e ir embora sem atestar porque fazê-lo era contradizer-se. 

Vamos lá ver se conseguem compreender (peço desculpa por não conseguir mesmo fazer uma escrita mais pausada, uma escrita quase soletrada). Eu não sou contra o dinheiro. Acho uma ferramenta essencial à organização social. Sou contra a veneração avassaladora que se tem por uma mera ferramenta. Sou contra a avidez acumuladora para lá do saudável. Isto não deviam ser valores políticos. Deviam ser meramente humanos. Mais, nada tenho pessoalmente contra os ricos e contra quem busca incessantemente ganhar mais dinheiro todos os dias. Tenho contra as pessoas que valorizam desmedidamente essas situações. Pior, ao contrário da frugal intelectualidade da esquerda, eu não quero proibir nada. Não quero repressão legal. Quero mudar consciências. Mesmo que seja difícil ou quase impossível. Quero pôr as pessoas a pensarem por si próprias e a questionarem algo que aceitam sem discussão. A humanidade, a bondade, a empatia não se impõem por decreto. Ou, pelo menos, não são eficientes se forem impostas por decreto. Têm de ser sentidas e só o podem ser se forem conclusão dum processo individual lógico.

Provavelmente faltar-me-á o talento mínimo para conseguir mesmo “agitar” consciências. Mas, pelo menos, tento. Sem proibições. Apenas a pedir às pessoas que pensem. Só isso. Mas eu sei que esse objectivo, que essa liberdade é um conceito que vos é estranho. Como quase todas as liberdades.

Aliás percebam uma inelutável evidência: se antes de discutirmos política, discutíssemos humanismo quando chegássemos ao momento de discutir política, compreenderíamos de imediato que o socialismo não faz qualquer sentido. Compreenderíamos que é “contra natura”. Que é um factor catalizador de pobreza, de miséria, de desgraça, de injustiça e de autoritarismo. Porque o cuidado primordial com os menos favorecidos já estava assegurado. Que esse cuidado só tinha valor quando era espontânea, livre e individualmente  decidido. Que o mirífico “estado social socialista” só era um convite arrasador e destrutivo ao demérito, à iniquidade e sobretudo à inibição de liberdades.

Desenganem-se: a esquerda não é a dona dos essenciais valores humanos. Pelo contrário e se teoricamente já o era possível compreender de forma prévia, a história tem demonstrado que a esquerda é mesmo a maior algoz daqueles princípios.

Atinem. Tentem pensar, por favor.

O “FdP”

Estou cada vez mais convencido que não são as diferenças ideológicas que nos separam, mas o carácter de cada um de nós. Na clara evidência que muitas opções políticas que cada um escolhe, são, desde logo e obviamente, determinadas pelo nosso perfil psicológico.

Mas para não descer à minudência dos pequenos pormenores que, bem ou mal, estabelecem as diferenças entre nós, o que levaria a discussão para patamares exponenciais e microscópicos, retirando-lhe, na prática, qualquer benefício, tentarei expor apenas uma distinção maior, mais abrangente e também mais determinante.

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Os donos da democracia

A Democracia é o que nós dissermos que é. 

Os resultados são o que nós quisermos que sejam. 

Fascistas são os que nós dissermos que são.

Progresso é o que nós quisermos que seja.

 

Só os nossos podem ter opinião. 

Só os nossos podem ter liberdade. 

Só as nossas lutas são justas. 

Só nós sabemos o que é melhor para vocês. 

A Bolha

Antes de falar do que realmente pretendo, 5 pormenores que me chamaram a atenção:

– o definhamento justo e implacável do PCP;

– a perversão ADN que foi, na minha convicção pessoal, deliberadamente permitida pela CNE e desleixadamente menosprezada pela própria AD; 

– a constatação que a decisão da IL de não integrar a AD foi anti-patriótica;

– a quase impossível vitória da AD porque ao contrário do que se quer fazer crer, é notável conseguir ganhar ao PS quando à sua direita ou no seu espaço tem 2 partidos que totalizam 23% e à esquerda do PS, só foram contabilizados 12% dos votos;

– depois da desgraça que foi a governação socialista, ainda haver quase 30% de pessoas que votaram PS.

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Trafulhas (1)

Vamos fazer um exercício de imaginação (infelizmente, acho que não é mesmo possível pôr isto em prática).

Prescindimos de uma parte do nosso território (algo proporcional ao número de “evangélicos” que ainda votam nestes gajos). Damos-lhes os correspondentes hospitais, tribunais, repartições, escolas, etc. Tudo retirado do público. Nada do privado. Porra, até lhes damos a TAP.

E vamos fazer apostas sobre quanto tempo eles vão demorar a fazer regredir aquele pedaço de terra até à Idade da Pedra.

Acabou-se-me a paciência para trafulhas. Quero que esta asquerosa extrema-esquerda comece mesmo a pagar por todo o mal que fizeram, fazem e ainda podem vir a fazer a este País. 

A direita mete nojo

Só sabem falar mal e criticar. Não se calam com a Saúde, a Educação, a Justiça, a Polícia, a Agricultura, a Habitação, a pobreza, os impostos, a TAP, a corrupção, o TGV, o aeroporto, as contas marteladas, etc. Até parece que está tudo mal. Não está. É óbvio que não está. Não está tudo, caramba. Tem de haver alguma coisa a funcionar bem. Não me lembro de nenhuma, mas de certeza que há.

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Literacia básica

1 – O Estado quase só tem e quase só angaria dinheiro por confisco; as situações em que isso não acontece são absolutamente residuais e, infelizmente, insignificantes; a tese esquerdista que a nacionalização proporciona “lucro” para o Estado é uma imensa falácia que a história implacavelmente desmente; o que a realidade nos tem dito é que as nacionalizações vão implicar ainda mais confisco para permitir equilibrar (temporariamente) as empresas que se tornaram públicas;

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Nadinha a ver

Foto: Homem Gouveia/Lusa

Obviamente que o que se passou ontem na Madeira não se compara ao que se passou com o Costa.
Desde logo, na “operação influencer” as buscas foram feitas numa 3ª feira. Ontem foi 3ª feira? Foi? Não, claro que não. Ontem foi 4ª feira, caramba.
Só os muito mal intencionados podem dizer que há semelhanças.

“Rais parta” o País em que os seus governantes, pior que acharem que estão acima da lei, se acham acima da coerência, da congruência e da lógica. Mais, estão convencidos (e as eleições dão-lhes razão) que o poder lhes concede o direito divino a criar as suas próprias realidades alternativas que os outros têm obrigatoriamente de “comer”.

O sonho do “alucinado”

Um doente

Foto Tiago Miranda/Expresso

Este gajo é, no mínimo, um caso clínico.

Eu, eu, eu. 

Fui eu que fiz, fui eu que fiz, fui eu que fiz.

Espera ai, pá. Porque isso que estás a dizer que fizeste, deu “merda”.

Então não fui eu, não fui eu, não fui eu.

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Bons misteres

Deve haver muito poucas “profissões” mais fáceis que ser “fazedor” de programas eleitorais do PS. Aquilo é um “descanso”. É só repetir as promessas que se fizeram nas eleições anteriores (eles nunca cumprem uma) e acrescentar “desta vez é que é”.

Fado tropical

Foto: Eco

Nós somos um País abençoado. Algumas vezes nem percebemos a sorte que temos.

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Para os “whataboutistas” que agora já não o são

@CNNPortugal

“Atão”? Onde está esse desejo tão, tão piedoso que rogava aos Ucranianos que se rendessem para evitar um “banho de sangue” e para que a paz pudesse regressar?

Nem que para isso, a Ucrânia tivesse de se submeter, aceitar resignadamente as ocupações consumadas e comprometer-se a desistir definitivamente de outras aspirações.

Porque e como “juravam a pés juntos”, só, só, mas mesmo só lhes interessavam a paz e o respeito pelas vidas humanas.

O mais interessante já nem é a completa ausência de qualquer coisa que se assemelhe com honestidade, dignidade ou coerência. A isso, vocês já nos habituaram. Não, o mais interessante é mesmo o facto ostensivo e incontestável de nenhum de vocês conseguir sequer ter um “mícron” de lucidez que vos permita perceber que a vossa cegueira ideológica já não é só patética. Passou (há muito) a ser anti-humanidade. Os gajos do “Chega” são uns “bem-intencionados” em comparação convosco.

E continuo, apesar de tudo, a opor-me à ilegalização dos partidos comunistas e coisas do género. Apenas defendo que sejam considerados sem atenuantes falsas e hipócritas, sem “double standards” e exactamente pelo que realmente são: a escória das escórias.

Os partidos comunistas não podem continuar a ser normalizados como ainda o são. E o mesmo se aplica aos outros vigaristas intelectuais que sendo “iguaizinhos” por dentro, agora se anunciam como sociais-democratas “desde pequeninos”.

A “app” que falta

Obviamente que a única e diminuta culpa que o governo PS tem neste colapso das urgências hospitalares, está no facto de ainda não ter disponibilizado uma plataforma para que o utente possa agendar responsável e atempadamente a sua ida à urgência.

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Porque Costa diz que o Diabo ainda não chegou…

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O Plano

Lembram-se de PNS ter gasto mais de 3 mil milhões de euros do nosso dinheiro para “comprar” e “manter” uma companhia aérea que não valia nem uma fracção disso? E lembram-se que apesar desse dinheiro ter sido pago por todos (o pormenor “todos” é importante), da tal companhia ter o nome do País no nome, do principal argumento usado para sustentar tamanho gasto, ter sido o interesse nacional, o certo é que essa companhia promoveu e executou uma estratégia que apenas privilegiava uma única região (cidade) do País?

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Intenção de voto

Porque é minha intenção votar PSD

Ideologicamente nunca houve partido em que mais me revisse como me revejo na IL. E natural seria para mim, votar neles.

Mas

1 a questão fundamental que se vai decidir nas próximas eleições é: Portugal vai continuar a empobrecer (vitória da esquerda) ou não (vitória do centro e da direita); e vai ser essencial, determinante e crítico saber qual o partido que vai ficar em 1º lugar: PSD ou PS.

2 se ideologicamente estou perto da IL, já politicamente tenho tido inúmeros momentos em que sinto muitas, muitas dúvidas acerca do seu posicionamento; há uma espécie de complexo de identidade típico de partidos menores que sucessivamente lhes perverte a lucidez.

3 e no mesmo sentido, acho inacreditável que num momento tão crítico (quase uma última oportunidade) para o País, a agenda exclusivamente partidária da IL se sobreponha ao interesse nacional e se recuse a fazer uma coligação pré-eleitoral cuja inexistência só tem 2 beneficiários: PS e Chega; a sobranceria que essa decisão denota além de marcar indelevelmente o futuro da IL, traduz a perpetuação do vício que tem motivado todo o mal que o PS tem feito a Portugal: o partido é mais importante que o País.

Holodomor

“They tried to exterminate us – they failed”
“Нас намагалися винищити – не вдалося”
Volodymyr Zelensky, 2023.11.25

O 4º sábado de cada mês de Novembro foi instituído como o “Dia da Memória das Vítimas da Fome e das Repressões Políticas” ou “Dia da Memória das Vítimas do Holodomor”. Neste ano de 2023, aconteceu a 25 de Novembro. E, infelizmente, não mereceu muita atenção. Aliás como o próprio Holodomor.

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De novo

Nestes tempos em que a opinião pública dominante normalizou a extrema-esquerda (apesar deles próprios não se terem normalizado porque continuam exactamente iguais debaixo da “pele de cordeiro” onde desonestamente se escondem) é preciso mais do que nunca, não esquecer.

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Não é curto, mas é grosso

Por princípio, não leio comentários. Escrevo, egoisticamente, muito mais por mim que pelos outros. Uma espécie de processo libertador. Não necessito de validação e a maior parte das críticas, passa-me ao lado. Excepto quando, factualmente, demonstram ou até apenas indiciam que posso estar errado. E isso leva-me a repensar o que tinha concluído ajudando a reforçar um procedimento que já me é constante, o de me questionar. Permanentemente. O que pode facilmente ser demonstrado se, por exemplo, confessar que tenho uma antipatia pessoal (derivada de más experiências próprias) pelo povo Judeu (com excepção da Gal Gadot). Emocionalmente, é inegável que se tivesse de elencar os meus Povos favoritos, os Judeus estavam muito longe dos primeiros lugares. Não é, nem de perto nem de longe, anti-semitismo (expressão errada porque não são só os Judeus que são semitas), mas apenas preferências pessoais.

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5 perguntas

1 Porque é que as organizações internacionais (nomeadamente as da ONU) e a comunicação social dão como credíveis os dados sobre vítimas fornecidos pelo Hamas, sabendo-se que no único caso que foi realmente esmiuçado (o rocket que caiu no parque do Hospital Al-Ahli) o número fornecido foi manifestamente multiplicado por 3 ou por 4?

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Honestidade e diferença

Conforme o que anteriormente assumi, escrevo sobre o que está a acontecer em Gaza. Em nome da honestidade. Em nome do que distingue os que pensam como eu. 

Primeiro, o que alguns não gostam ou não conseguem ouvir ou, pior, o que nem conseguem sequer admitir que seja possível, mas que não deixa de ser a mais pura das verdades. Ninguém que esteja a ler isto (estou seguro que gajos com acesso a informações privilegiadas, não perdem tempo comigo) sabe quantas são as vítimas dos ataques de Israel a Gaza. Não sabemos, ponto.

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Role models

Legenda

Ismail Haniyeh – Hamas

Hassan Nasrallah – Hezbollah

Ali Khamenei – Irão

Bashar Hafez al-Assad‎ – Síria

Vladimir Vladimirovitch Putin – Rússia 

Xi Jinping – China 

Kim Jong-un – Coreia do Norte

Aleksandr Lukashenko – Bielorrússia

Não adianta muito continuar a “chover no molhado” porque comunista, esquerdista e demais nazis, para o serem, têm de cumprir o requisito essencial de “pensar pouco”, mas a esperança é a última coisa a morrer.

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A trafulhice feita ideologia

Foto: Esquerda.net

Se a trafulhice fosse só a fotografia propositadamente tirada de forma a dar ideia que estavam presentes muito mais pessoas do que aquelas que realmente estavam, enfim, era demonstrativo, mas não era grave.

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O anátema que faz falta

Alguém explica porque é que este Senhor continua a ter palco e a comunicação social corre para o ouvir?

Este indivíduo é o líder de um partido anti-democracia cujo objectivo é a instauração de uma ditadura. É igual que o partido se chame comunista, fascista ou nacional-socialista.

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Casamentos arranjados

Esta polémica acerca do Miguel Sousa Tavares e do José Alberto Carvalho, mostra à descarada o nível da ditadura de género (uma espécie de fantasia inventada para depreciar a dualidade sexual) e da inadmissível discriminação positiva dos LG Samsung e+marcas de televisões.

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Esquerdista = Trafulha

Este inenarrável aldrabão é figura frequente e constante, pelo menos, na SIC Notícias. É apresentado como Professor de Relações Internacionais (que é uma espécie de ambiguidade académica onde quase todos, mesmo os que da vulgaridade nunca sairão, podem exibir para terem um título). Não sei se é ou não, sendo certo que dado o “modus operandi”, a probabilidade de, realmente, o não ser é grande.

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