Pedido de esclarecimento ao PR

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Aqui fica o pedido de esclarecimentos que coloquei, ontem, no site da Presidência da República.  [Read more…]

O triunfo dos porcos

Ouvir a Mortágua falar da partidarização da discussão sobre a continuidade da PGR e reduzir as opiniões que foram sendo dadas a uma dicotomia defesa/ataque de Sócrates, releva uma hipocrisia e uma desonestidade intelectual repugnantes. Seria tão relevante quanto a importância da própria figura que o disse (ou seja, quase nada), não fora o pormenor de traduzir a grande diferença ética entre as 3 posições principais sobre este assunto.

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Facebuques e quejandos

As redes sociais têm tanto de bom como de (muito) mau. Só que a parte (muito) má é, avassaladoramente, irritante e desprezível. Nem que não seja pelo evidente “double standard” na viralidade das opiniões publicadas.

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Obrigado, Pedro.

Hoje é, para mim, um dia singular: o dia em que Pedro Passos Coelho deixa a presidência do PSD. Como singulares são, sempre, os momentos em que se encerram ciclos. Neste caso, e pela proximidade que mantive com os seus mandatos, a singularidade da data é bastante mais emotiva.

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A tempestade, perdão, a bonança perfeita do Salgado

img_818x455$2017_09_15_22_13_10_668135Depois do Marcelo a PR, do Costa a PM, Rio a líder da oposição é, claramente, a vitória do, efectivamente, DDT.

 

2018

2018

(aka benfica’s worst nightmare)

Bairrismos

A propósito de uns tweets de uma colunista do Observador que não vou “linkar” para lhe não dar mais audiência (e este mundo está fartinho de indivíduos com público a mais para o talento que possuem, a começar por “euzinho” apesar do portentoso Aventar não ser, propriamente, “The Huffington Post”) sobre um alegado machismo e racismo exacerbados das gentes do Porto, parece-me justo tentar explicar a perspectiva de um “gajo” do Porto (que pode ou não ser a predominante por aqui).

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Nem que te fodas todo, ó Nando!

Até te fica bem. Demonstra gratidão e serviço. Defender os que te lá puseram, te cobrem e te mantêm. Mas este tipo de embustes, já deram o que tinham a dar. Este género de merdas, tão utilizado na política, acabou com a reforma de uns tantos que passaram à inenarrável categoria de senadores da nação (vá-se lá saber o que é isso).

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Vai-te embora, Cabrão II

Por falar de “politiquices” e refinadas “filhadaputices”, e porque não é do meu timbre (nunca foi e muito menos seria nestas circunstâncias) alimentar argumentações que fazem lembrar o, felizmente, defunto “Câmara Corporativa”, queria só fazer um pequeníssimo reparo acerca do aproveitamento político da tragédia que ocorreu (aliás, é interessante reparar no vigente “double standard” sobre o conceito, ou seja, apontar o dedo ao execrável PM é um imoral aproveitamento político, responsabilizar o anterior governo e, especialmente, Assunção Cristas, é, obviamente, legítimo):

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Vai-te embora, cabrão.

Disse-o há 2 anos e repito-o hoje e as vezes que forem precisas: Costa é bem mais desonesto que Sócrates. Pode “não meter para a blusa” como o Engenheiro, mas, politicamente, é muito mais mentiroso, falso e trapaceiro. É o rei do embuste.

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Embuste na Câmara Municipal do Porto

Acredito, piamente, na primazia da democracia sobre todos e quaisquer outros sistemas políticos. Para mais quando nos dias de hoje, vários estudos técnicos, nomeadamente, os efectuados sobre a denominada “sabedoria das multidões” permitem conferir àquela convicção, alguma sustentação científica. Mas, obviamente, ninguém pode decidir bem se a informação recebida que fundamenta a sua opção, foi pervertida ou adulterada.

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Era tão bonito

assinatura

Projecto de lei XYZ/2017

Tendo em conta a enorme destreza, sagacidade, inovação, competência e eficiência do actual governo em matéria económica e financeira, bem como a certeza absoluta e irredutível que estamos, realmente, no bom caminho e que o tempo da austeridade imposta por Bruxelas, pelas Agências de Notação e pelo grande capital se encontra já, definitivamente, ultrapassado, nos termos constitucionais e regimentais aplicáveis, as Deputadas e os Deputados do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, do Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português e do Grupo Parlamentar do Partido Socialista (o deputado do Partido Animais Natureza aproveitou este momento para ir, convenientemente, à casa de banho) apresentam o seguinte Projecto de Lei:

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Se puder, contribua

BANCO ALIMENTAR

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Legitimidades

presidencia da República

Ao contrário do que se quer fazer crer, em Portugal vigora um sistema semipresidencialista. Com tendência parlamentar, mas, ainda assim, semipresidencialista. Aliás, em Portugal, o Presidente da República é a única entidade política que é eleita por sufrágio directo porque, como se sabe, não há (ainda?) círculos uninominais. No caso presente, a tudo isto acresce o facto do actual PR ter sido eleito à primeira volta, obviamente, por mais de 50% dos votantes. Era, por isso, conveniente que se percebesse que o PR tem tanta legitimidade como a Assembleia da República. Provavelmente, nestes tempos, terá mais porque o segundo partido com mais deputados na AR, liderado pelo putativo candidato a Primeiro-Ministro, alterou as premissas essenciais que determinaram os votos que recebeu. Não se trata de alterar no governo as medidas que anunciou. Trata-se deste PS ser, política e estruturalmente, completamente diferente daquele que se apresentou a sufrágio em 4 de Outubro.

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A (nova) dona disto tudo

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foto Gonçalo Santos (sabado.pt)

E se…

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o Cavaco se demitisse?

Para os humoristas, melhor que isto só o Trump ganhar nos Estados Unidos

A chamada «queda do muro de Berlim»

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O que faz falta é vergonha na cara

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Angola tem um regime presidencialista cujo chefe de Estado é José Eduardo dos Santos, também presidente do MPLA, partido que venceu as últimas eleições legislativas (2012). O MPLA é uma derivação do braço do PCP em Angola (década de 1950). Por razões de aceitação internacional, alterou, oficialmente, a sua ideologia, passando do marxismo-leninismo para a social-democracia, conseguindo, depois, ser aceite na Internacional Socialista onde se mantem filiado. Na prática, mantem uma organização, completamente, estruturada, orientada e pensada de acordo com os antigos partidos únicos do bloco de Leste.

É este o Presidente e é este o partido que são responsáveis pela ignóbil e terrível situação atual de Luaty Beirão.

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Canhota

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Como registo inicial de interesses, deixem-me dizer que não acredito na dicotomia entre esquerda e direita. Mas como até na ciência se trabalha com conceitos que se sabem ser falsos ou inexistentes para facilitar a investigação, vamos utilizar essa geometria política para adiar uma discussão que terá, forçosamente, de ser feita mais tarde e que determinará, felizmente, a alteração estrutural do sistema político atual.

Assim, o que é a esquerda de que tanto temos ouvido falar nos últimos dias e que dizem, dichosamente, vai ser governo em Portugal? Pois. Boa pergunta. Pelo que eu pude ler, ninguém sabe muito bem o que é. Melhor, num escrutínio ao que se tem escrito, a conclusão óbvia é que a tal “esquerda”, aquela que tem a maioria dos deputados, é uma realidade, puramente, virtual. É um ente etéreo que se solidificou nas mentes de alguns para justificar o injustificável. Obviamente que esses iluminados fabricam essa miragem sem qualquer interesse pessoal. Obviamente. Tal e qual o novo alfaiate do rei no conto de Hans Christian Andersen.

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Ficções

António estava feliz. Cheio de si. Finalmente. O seu sonho tinha-se realizado. Ao fim de tantos meses. Meses? Que meses? Anos! Tinha feito o telefonema. Aquele telefonema que tinha fantasiado tantas e tantas vezes. Ah! E a cerimónia, antes, tinha sido linda. A cara do Aníbal era impagável. Parecia que lhe tinham arrancado um dente a sangue frio.
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Completamente a favor de um governo de esquerda…

Então não, vamos todos poder levantar 60 euros por dia nos multibancos. Eu, que por agora não o consigo fazer, estou realmente ansioso por esse upgrade financeiro. Estou a pensar jantar fora todos os dias, comprar um “mercedolas” ou viajar até às Fiji durante umas “semanitas”.

Mas pensando melhor, talvez seja preferível poupar o dinheiro. É que a fatura vai chegar. Mais tarde ou mais cedo. Mas chega.

2015-06-28-Grecia-bancos

JJC

Há pessoas assim, excepcionais. No falar ou no estar ou no saber ou no lutar ou em tudo isso.
Notamos logo à primeira. ‎E nunca mais nos esquecemos delas. Passe o tempo que passar.
Era bom que fossemos todos assim.
Mas não somos.
Mas tu eras. E já cá não estás.

Há‎ tanto tempo que deixei de acreditar. Há tantos anos que sei que não é possível.
Mas é nestes momentos que gostava tanto de ser menino outra vez e voltar a ter fé e crer que ainda vou estar contigo outra vez.
Num sitio cheio de água das pedras e onde o nosso Porto ganha sempre.

Por ti respeito, muito respeito JJC. Grande JJC.

Pois, mas não pode ser!

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Em nome do País, da sua recuperação, do seu crescimento e do seu bem-estar, não é uma situação, minimamente, aceitável.

Mas, cinicamente, era óptimo os socialistas formarem governo com o BE e com PC. Daqui a 1 ano, 1 ano e meio, pimba: desmantelamento da burla que a “esquerda radical” tenta impingir, implosão do PS, etc., etc.

Seria um passo importante na clarificação da política nacional. Mas com um preço que duvido que pudéssemos pagar.

Porque vou votar na Coligação

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Umas eleições deveriam ser, basicamente, a escolha de quem nos vai governar nos quatro anos seguintes. Ou seja, o juízo de valor que sustenta a decisão de um qualquer voto, definir-se-ia pelo resultado da análise de quem seria mais capaz para gerir os destinos do País. No entanto, e compreensivelmente, aquele processo mental sofre a influência de muitas outras variáveis, com uma acima das outras todas: o julgamento do Governo que esteve em funções na legislatura que termina. Legítimo e natural.

Deste modo, temos duas vertentes principais que determinam a escolha que se fará no próximo dia 4 de Outubro: quem preferimos que nos governe nos próximos 4 anos e se sancionamos o que o Governo fez nos 4 anos que agora terminam.

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Manifesto Nunca Mais

 

Assinar Petição

A verdadeira oposição

i-2014-02-10

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Está-lhe no sangue…

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Qual é o sistema de pensões que abrange os Juízes, qual é?

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Casos de impedimento do juiz

Nenhum juiz pode exercer as suas funções, em jurisdição contenciosa ou voluntária:

a) Quando seja parte na causa, por si ou como representante de outra pessoa, ou quando nela tenha um interesse que lhe permitisse ser parte principal

Convergência de pensões

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Eis a evidente inconstitucionalidade da convergência de pensões:

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Por Portugal, claro!

“Manso! Manso! Manso!” – ululava a turba. Não eram muitos, mas eram insolentes. E no meio daquela bruma, o uivo persistia e dava-lhe vergonha. Muita. Quando abriu os olhos, aquilo ainda lhe ribombava nos ouvidos. Passou a mão pela testa encharcada em suor e, apesar de mal acordado, a irritação voltou. Avassaladora. Como se não tivesse descanso. Como se tivesse aproveitado aqueles momentos em que dormitou para ir buscar, lá ao fundo, as memórias que o perseguiam e atormentavam há tanto tempo. Como podia ele esquecer aquele presunçoso efeminado que o havia perseguido com aquele pasquim miserável. Com aquelas notícias sem nenhuma importância. E porque é que as pessoas não conseguiam ver que aquilo não interessava para nada? Que ele estava acima disso e que mesmo que fossem verdade, ele era demasiado importante. Às pessoas como ele não se aplicavam as regras da gente comum. As pessoas deviam ver isso. Mas não viam, os ingratos, e a culpa era daquele asqueroso jornalistazeco que o importunava. E sempre com aquele sorriso cínico e empertigado. Maldito. Mil vezes madito.

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