O estupor que nos devia causar estupor

Num País comatoso, sem rasgo chama ou arrojo, a verdade é que nada nem ninguém conseguem causar estupor. O máximo que esta nulidade humana nos consegue arrancar, será um “encolher de ombros” resignado e um impropério terapêutico, mas inútil.

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COP 26

Confesso que percebo muito pouco de questões climáticas. Suspeito que não sou o único. Pior, desconfio que muita gente que fala do “alto da burra” sobre o tema percebe tanto ou menos. Muito pior ainda, estou profundamente convicto que grande parte das “sentenças” tão absolutas, tão “sapientes” e tão desdenhosas, são muito mais determinadas por agendas pessoais e políticas que, propriamente, pela preocupação com o futuro do planeta.

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16 de Janeiro

Razões apontadas: necessidade de clarificação quanto antes, urgência em novo orçamento, blá, blá, blá, tudo em nome do País e dos Portugueses.

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6 anos de delirante “método Betadine”

Vamos lá ver se entendem de uma vez por todas: raramente (raramente é um eufemismo) o Estado tem dinheiro próprio; os colossais recursos que “gere” (outro eufemismo, a palavra correcta seria “delapida”) resultam dos impostos, contribuições, taxas e “taxinhas” que somos coercivamente forçados a pagar; isto é, o tal “dinheiro do Estado” é produto de uma espécie de  “racketeering” em que, legalmente, se obriga o Contribuinte a pagar por uma protecção que depois pode ou não ocorrer (normalmente, não). 

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Até sempre

Este é o meu último post como Aventador. 
Mas não quero ir-me embora sem deixar uma palavra para quem, realmente, interessa neste Blogue: os que nele escreveram e escrevem e aqueles que os lêem. 
Para os que lêem, a certeza que são a verdadeira e real razão porque se escreve num blogue. Pensar e redigir um esquisso até pode ser uma boa forma de sublimar emoções, raivas ou alguns demónios que atormentem quem escreve. Mas, verdadeiramente, publicar o texto e saber-se lido, é um prémio, é uma conquista que devemos, exclusivamente, a quem nos lê. Aliás, confesso que essa evidência sempre me surpreendeu. Texto a texto, nunca deixei de me espantar por comprovar que alguém “perdia” tempo a ler o que eu escrevia. Acreditem, não digo isto por falsa modéstia ou hipocrisia. É mesmo uma confissão sentida. 
Mas também não desconheço que para alguns dos que tiveram aquela pachorra, esta não será a pior das notícias. Mas, e pasando por cima de uns escassíssimos momentos em que os comentários ultrapassaram a fronteira do aceitável e se tornaram verdadeiramente ofensivos, sempre apreciei ler o que diziam. Muitas vezes, pura e simplesmente, não os percebia, mas, caramba, tinham dedicado algum do seu tempo para completar a discussão que eu tinha iniciado. Também houve alguns que, quer pelo tipo de argumentos utilizados quer pela distância ideológica que nos separava (e separa), tiveram o condão de me irritar. E confesso, por duas ou três vezes, escrevi só para provocar. Só para tentar igualar no “outro lado” a indignação que me tinham provocado. Mas, e muito mais importante, obrigado a todos os que estiveram e estão aí, principalmente àqueles que tiveram a paciência e a disponibilidade para retorquir. E para vós todos, deixo-vos a mensagem que neste blogue li ou ouvi pela primeira vez e que além de me ter marcado de forma absoluta, define a essência da minha perspectiva política: dou a vida para que aquilo que defendes não prevaleça, mas antes dou a vida para que possas continuar a defender o que defendes. 
Para todos os meus companheiros de blogue, os que ainda estão e os que já o foram, a minha mais profunda gratidão. Pelo respeito, pela consideração, por me terem recebido e aceite e em alguns casos, obrigado pela vossa sincera amizade. Sem querer ofender quem quer que seja (cruzes, canhoto), permitam-me realçar dois nomes: o Fernando Moreira de Sá porque foi ele que me convidou há mais de 10 anos (“prontos”, já sabem quem é o culpado) e o João José Cardoso pelo que significou neste Blogue e pelo vazio que nos deixou e que nunca conseguiremos preencher (#somosPorto, JJ, carago). Mas para todos, obrigado por me terem feito sentir que também pertencia a esta Casa, a esta Família. 
Para todos, mesmo todos, quem leu, quem lê, quem escreveu, quem escreve, a minha eterna gratidão por esta indescritivel oportunidade e insubstituível experiência que nunca esquecerei.
E fico por aqui que já tenho os olhos marejados…
Até sempre 
Carlos Garcez Osório 

Empresas estratégicas

And Now For Something Completely Different, como é que está a reintegração daquele funcionário do PC ilegalmente despedido?

A pandemia não explica nem pode desculpar tudo

Há uma condição “sine qua non” para a democracia: a existência de um estado direito. Um estado de direito como modernamente é considerado, assente no reconhecimento de direitos fundamentais, na igualdade de todos perante a lei e, normalmente, também no princípio da separação de poderes de Montesquieu (executivo, legislativo e judicial).

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Sem futuro

Nunca gostei de dizer as coisas com “punhos de renda”. Nunca gostei de “meias tintas” e de “não me comprometam”. Sei que, estrategicamente, é um colossal erro. Numa altura em que as acusações de fascista ou extrema-direita surgem mais facilmente que processos ao Luís Filipe Vieira, “esperto” seria se optasse por escrever com diplomacia e “caldos de galinha”.

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Ser humano???

Nem sequer vou falar da iniquidade de alguém poder encontrar alguma razão ou algum vestígio de dignidade em “espectáculos” cuja essência é o puro “bullying” sobre um animal.

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??Igualdade de género??

Registo prévio de interesses:
Sou completa e vigorosamente contra a “igualdade de género”. Como também sou, convictamente, a favor da “não discriminação pelo género”.

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Patriotismos

Se considerarmos que “ser patriótico” é comportarmo-nos como a avassaladora maioria dos Portugueses, realmente não é mesmo “patriótico”. A atitude “correcta” é, indubitavelmente, aceitar bovina e mansamente o que os “senhores dotôres” que mandam, nos dizem.

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Porque se despreza Cabo Delgado

A esquerda é hipócrita. A esquerda é trafulha. A esquerda é interesseira. Mas acima de tudo a esquerda é criminosa porque continua a ser responsável pelo desinteresse da sociedade pelas imensas e colossais barbáries que ainda ocorrem por esse mundo.

Acham um exagero? Pois eu não tenho qualquer dúvida que a agenda noticiosa mundial é muito, mas mesmo muito marcada pelos interesses da esquerda. Então em Portugal, essa minha opinião torna-se uma constatação. A esquerda, ao contrário de outros sectores mais democráticos, não tem qualquer pejo em utilizar estratégias menos éticas para ganhar influência. São, ainda, reminiscências soviéticas. Por exemplo, em Portugal, a esquerda, nomeadamente o PCP e o BE, planeiam desde há muito, sem qualquer vergonha, a infiltração das profissões e das instituições que possam conceder influência na informação e na formação das massas. Desde logo, na comunicação social e na educação.

Porque razão não há jornal ou telejornal em que os anormais do Trump e do Bolsonaro não apareçam, mas passam-se dias (meses) sem se ouvir falar de Maduro, de Kim Jong-un, de Xi Jinping, de Aleksandr Lukashenko, de Putin, etc. Não pode ser pela qualidade e nível de vida nos respectivos Países. Não pode ser pela democraticidade. Não pode ser pelo respeito aos mais elementares direitos humanos. É que é evidente que os mais referidos, gozados e atacados (com razão, diga-se de passagem) ainda conseguem proporcionar isso às suas populações. Quanto aos outros, estamos conversados.

E nesta agenda noticiosa dominada pela esquerda, a miséria, a fome, os assassinios, o despotismo que aqueles Povos sofrem diária e constantemente é pura e simplesmente desprezado. Se isto não é ser criminoso, melhor, se este desinteresse deliberado não corresponde a um crime hediondo contra a humanidade, então o que corresponderá?

Muito mais evidente e chocante, por exemplo é a diferença de tratamento pela comunicação social do que está, há muito, a acontecer em Cabo Delgado e o que aconteceu nos EUA. Aqui um cidadão foi, repulsivamente, morto pelo exagero de um agente de autoridade. A partir daí, os jornalistas auxiliados pela ocorrência de mais 2 ou 3 situações similares, noticiaram non-stop o que aconteceu repetindo vezes e vezes sem conta o vídeo do homicídio, as manifestações que se lhe seguiram, etc. Porquê? Porque através do usual embuste de transformar as excepções em regras, conseguiam extrair a “prova” da preponderância do fascismo (através do abuso de autoridade) e do racismo (um agente branco que matou um negro, esquecendo que os restantes 3 agentes eram de diferentes etnias).

Para perceberem melhor o que pretendo dizer, deixem-me contar algo que pude ler ontem no Twitter onde, num post, uma mulher se insurgia contra o facto de um homem ter “apalpado” (o termo não é meu) uma estranha no meio da rua numa cidade deste País. Além de desejar a morte ao “apalpador”, dava como óbvio e comprovado o iminente e avassalador perigo do machismo. Ilustrava tudo isto com um recorte de um jornal local que dava essa notícia. Provavelmente sou só eu e por isso devo estar errado (o tanas), mas se uma ocorrência como essa consegue ganhar a dignidade de aparecer como notícia de jornal, acho que somos capazes de já estar num bom patamar geral de respeito pelas Mulheres.

Mas voltando ao que, realmente, interessa até porque estamos perante uma emergência humanitária, porque é que o terror de Cabo Delgado é olimpicamente ignorado? Porque é que o homicídio reiterado, cruel, revoltante e simplesmente inadmissível de parte da população de Cabo Delgado é mascarado pelo silêncio?

Porque noticiar isso nada de positivo (pelo contrário, provavelmente) traz para a esquerda que é quem, efectivamente, marca a agenda. Dali não se pode, nem à custa de silogismos trafulhas, inferir fascismos, racismos ou outros “ismos” quaisquer que possam prolongar a ilusão que a esquerda ainda pode ter alguma razão.

Até quando, Porto?

A minha desilusão com o Povo Português já não é de agora. Mas “Et tu, Brute?” Até tu, Povo do Norte? Até tu, Porto?

Se pensas que vais ter descontos nos impostos, desengana-te. Vais pagar o mesmo que os outros. Vais pagar centenas de milhões de euros para a capital do império ter uma companhia de aviação. Vais pagar centenas de milhões de euros para seres desprezado e sabotado.

Até quando, Porto?

E o Rui deixou de ser o pior Rio

Isto é tão mau, tão, tão mau que nem sei bem por onde começar. Como sempre, a esquerda a alterar a realidade para alimentar um mundo virtual onde imaginam ter uma pontinha de razão para as suas ideias sobreviverem. E a petulância, Deus Meu? Uma petulância tão insultuosa, tão patética, tão trafulha que, caso fosse necessário, bastava para definir esta senhora.

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E o Rui deixou de ser o pior Rio
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Vão gozar com o…

Se alguém não entende a minha irritação com a complacência que esta sociedade demonstra com o Comunismo, atentem na fotografia.

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Lógica e coerência

É bom pôr tudo em causa. Nem que seja por uma vez para cada tema, devemos questionar mesmo o que parece irrefutável. Mas, caramba, isso é apenas um processo. Um processo que aumenta a nossa lucidez, mas apenas um processo. Não pode nem deve ser um estado “ad aeternum”.

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Não podemos branquear o comunismo

Pessoalmente, nada tenho contra a realização da “festa do avante”. O evento em si e por si, dá-me igual.

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Salafrário II

Post editado porque uma das frases do texto, não correspondia, milimetricamente, à verdade. Pelo facto, me penitencio.

Vi nas redes uma lista (grande) de situações em que Costa perdeu a compostura e se irritou para lá do que é “portuguesmente” admissível. E, realmente, percebe-se que o homem não é boa rês.

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Salafrário II
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Salafrário

Duas frases que definem um pensamento políticamente corrupto, incapaz e irresponsável. Nunca tive qualquer dúvida que Costa, politicamente, era e é menos sério que Sócrates.

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Um sistema que gosta de velhacos

Ponto prévio: ficava muito contente se este vigarista decidisse apresentar queixa-crime contra mim. Apesar da minha identificação ser pública e acessível, para esse efeito, não terei qualquer problema em fornecer qualquer outro dado que não consigam verificar.

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O problema é a CIA

Protestar pela Bielorrússia ou pela Venezuela (eleições aldrabadas), pela Coreia do Norte (eleições? o que é isso?) ou por Hong-Kong (violação de acordos) é ingerência. Protestar contra o Trump e o Bolsonaro é, obviamente, solidariedade com os explorados povos dos EUA e do Brasil.

Discurso fofinho

Obviamente que isto não é discurso de ódio.

Já um cartaz a dizer: “patada ……..(preencher a gosto) na boca dos comunistas” seria completamente inadmissível por, evidentemente, incitar comportamentos violentos e, por si só, razão mais que suficiente para convocar outros 2 ou 3 protestos públicos onde se tentaria alcançar o máximo histórico de 23 manifestantes.

Para o BE, tragédia era não se aproveitarem da tragédia

Se a realidade não acompanhar o que pensamos, é fácil, altera-se a realidade.

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Tolerância

A ver se, de uma vez por todas, conseguem entender.

É-me, completamente, irrelevante a proveniência.

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Tolerância
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Conivência, tacticismo ou…

O mistério sobre a liderança de Rui Rio não está nas suas consequências porque essas são, manifestamente, calamitosas, mas nas suas motivações. Eu, pessoalmente, vejo 3 hipóteses para explicar tanto desprezo pelas obrigações e deveres que assumiu e que tanto quis assumir e reassumir.

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Miséria ética

Vejo as noticias e volto a descobrir que o Português que sou e quero ser, nada tem a ver com este Povo que, agora, habita este País. Um Povo sem carisma, sem garra, mas, acima de tudo, sem vontade ou consciência. E se essa percepção já era quotidianamente indesmentível por ser tão evidente, o resultado das preferências maioritárias deste Povo é de estraçalhar a esperança ao mais optimista dos seres.

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Obrigado, Pedro

Foram dezenas de anos, centenas de governantes, milhões e milhões e milhões de euros nossos. Todos lhe disseram que sim. Até aparecer alguém. Alguém para quem integridade não era uma palavra vã. Alguém para quem o interesse nacional era a única razão da sua magistratura. Obrigado Pedro Passos Coelho.

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A dúvida

A leitura de uma entrevista ao historiador escocês Neill Lochery a propósito do seu novo livro “Porto, a entrada para o Mundo”, provocou-me uma enorme dúvida, daquelas que ficarão eternas porque assentam no pressuposto “e se…”.

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Auto-mutilação

Actualmente, ser de esquerda implica mutilar a sua própria liberdade. Principalmente, a liberdade de pensar.

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Não é possível explicar mais “devagar”

Via Twitter @Salsaparrilha4