“O trabalho da esperança: razões para um voto”

“Nas próximas eleições legislativas, no dia 10 de março, votaremos na CDU. Não somos militantes do PCP nem do PEV e não partilhamos todas as suas posições. Mas sabemos da importância e seriedade das suas propostas em áreas fundamentais. Propostas que enfrentam interesses entranhados, do imobiliário à banca, e que são feitas em nome de um país que se quer solidário e autónomo. Para combater o crescimento das desigualdades e a diminuição da participação democrática, é preciso dar um voto de confiança aos que aliam a questão social e a questão ecológica: fim do mundo, fim do mês, a mesma luta.”

O resto do texto pode ser lido e subscrito no site da Iniciativa dos Comuns

Comments

  1. balio says:

    O manifesto dos compagnons de route.

  2. balio says:

    votaremos na CDU. Não somos militantes do PCP nem do PEV

    Por que raio o PCP continua a apresentar-se a eleições sob a capa da CDU, se não concede ao PEV quaisquer possibilidades de eleger um deputado? Por que não abandona esse disfarce e se apresenta a eleições sozinho?

    • Nortenho says:

      “Por que não abandona esse disfarce e se apresenta a eleições sozinho?”

      Por razões diferentes mas com o mesmo objectivo que a AD release 2, o PSD se junta a um partido morto e a outro sem expressão Voto util

      • balio says:

        O PSD junta-se a um partido, o CDS, que tem alguma expressão eleitoral (talvez 1%) e alguns excelentes quadros.
        O PCP junta-se ao PEV que, que se saiba, não tem nada, nem expressão eleitoral independente, nem quadros.

        • CDS e excelentes quadros… É ironia pois é?

          • POIS! says:

            Não, não é.

            Tem excelentes quadros, e estão pendurados lá na sede. Em tempos faltava lá o Macaquel Montadeiro, terá sido roubado, mas parece que já o recuperaram.

            O último a ser pendurado foi o Chicão das Santolas. E já lá está o prego para o Melro, mas a penduração está adiada porque não foi a votos isolado. Fica para depois.

          • Olhe que não; são excelentes quadros das sociedades de advogados a quem facilitam coisas.

  3. totalitarismo. Não, obrigado. says:

    As autarquias cdu são um bom exemplo, a nível local, de que aquilo que enumeram não é realizado.

    • Carlos Almeida says:

      Estás a falar do PPD, o partido de Marcelo Caetano Recauchutado, com certeza.

      É exactamente aí que eu conheço casos de totalitarismo caciquists

      • totalitarismo. Não, obrigado. says:

        Escrito por quem sabe e experimentou durante 40 anos (outros continuam a experimentar as injustiças sociais e outras, mesmo ao lado de beja). A principal preocupação das autarquias cdu é esta: “Mas em que a maior preocupação era a gestão e manutenção da boyada, e no caso particular de Beja, até ao limite do afastamento de potenciais investidores privados, isto para manter o controlo dos eleitores e perpetuar o partido no poder. É esta sem dúvida a maior critica que se faz à gestão da CDU, LG, e de que hoje estamos a pagar uma fatura enorme em termos de atraso e antidesenvolvimento económico e social, com reflexos evidentes no tecido empresarial, no emprego, urbanístico, quadros técnicos, educação, saúde,… e de forma quase irreversível.»
        In Alvitrando

        • Não faço a mínima ideia, a política local é local, mas em Almada diziam o mesmo…

        • Tuga says:

          “de que hoje estamos a pagar uma fatura enorme em termos de atraso e antidesenvolvimento económico e social, com reflexos evidentes no tecido empresarial, no emprego, urbanístico, ”

          A cassete do gajo do IMI da casa de milhões em Espinho

          Que falta de originalidade

  4. Não é propriamente um texto inspirador, e não sei para quem é, mas não deixa de ser verdade.

  5. Anonimo says:

    Desde que vi a isenta e sem filiação Inês Pedrosa fazer apelo ao voto no ps (porque sim, não por afinidade política), desconfio…

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