Apesar de defenderem modelos económicos que dificilmente significam prosperidade, algo que sempre aproximou as pessoas da esquerda foi a defesa intransigente dos trabalhadores contra as elites, principalmente num país como Portugal, em que as elites e o Estado andam de mãos dadas como se fossem um só. Eram quase sempre pessoas de esquerda que questionavam os mais poderosos num país pobre, que alertavam para abusos sobre trabalhadores, que defendiam melhores condições. Sim, porque é possível ser de direita e reconhecer abusos sobre trabalhadores, tal como é possível ser de esquerda e condenar os crimes cometidos em nome do comunismo. Mesmo que não acreditemos no efeito das ideias de esquerda no lugar de poder, é indesmentível que são historicamente mais chatos que a direita. Chatos, no bom sentido. São rebeldes que não se contentaram com o “mas as coisas são assim” dito por aqueles que já têm tudo ou que, pelo menos, têm acesso a tudo.
Como tudo, o mundo também mudou. A esquerda rebelde que desafiava as leis em nome do progresso deve-se envergonhar do que temos atualmente. Temos uma esquerda escrava de governos que lideram através do medo. É medo de uma pandemia, é medo de uma Guerra, é medo da extrema-direita, é medo de tudo. Os mesmos que antes davam a vida pelos trabalhadores não são os mesmos que serviram de altifalante em cada declaração da OMS durante a pandemia. É uma esquerda que trocou o povo pelas guerras culturais dos Estados Unidos, que defende um governo contra uma rede social, que defende governos que controlaram informação. Uma esquerda que não denuncia a neo-escravatura que existe em Portugal por medo de parecer racista.
A esquerda está a deixar que os chatos pela defesa da liberdade de expressão e do povo passem a estar no outro extremo e que são bem mais perigosos. Preferiram passar a lutar por uma ideia do que por um ideal. Correu mal. A esquerda rebelde que não era solução nenhuma passou ainda a ser menos quando se tornou defensora acérrima da indústria farmacêutica, da Guerra e dos Governos corruptos que nos lideram.








É uma chatice aqueles gajos que nunca ouvi, e continuo a não ouvir, não continuarem a lutar apenas e só pelas coisas que acho que me afectam, e de graça, apesar de estar todos os dias a defender que são crianças com dificuldades cognitivas que nos querem matar a todos.
O que correu mal foi a vossa ideologia ter ganho o mundo, incluindo trocar a resistência por oposição partidária e social mais que controlada, que mesmo assim continua a ser caricaturada sobre o que defende. O mais idiota é achar que a esquerda trabalhista desapareceu, e não que é silenciada e escondida pelos “defensores da liberdade” que escolhem o que nos aparece à frente.
Tem este resultado? O supremacismo dependente do conflito eterno tem destas coisas, um abalo e inventa uns inimigos internos. É lidar, e festejar o crescimento sem bens físicos, que o resto do mundo também vai vendo que isto não dá para mais.
Mas qual esquerda, eu posso estar enganado, mas não existe esquerda no parlamento, este sim, dita esquerda e muita dela liberal…
Pois tem Vosselência a certeza do que diz?
Olhe que o esteves ayres tem uma perspetiva bastante diferente, mas ele próprio admite que pode estar enganado.
Esse era o Dupond
Mas qual esquerda? Eu posso estar enganado, mas não existe esquerda no parlamento, existe sim, dita esquerda, e muita dela liberal e neoliberal, com tiques a roçar o fascismo!
Pois tem Vosselência a certeza do que diz?
Olhe que o Aires Esteves tem uma perspetiva bastante diferente, mas ele próprio admite que pode estar enganado.
Pois tem toda a razão, ó Figueiredo!
Mas a esquerdaria, infelizmente, ainda tenta levantar a grimpa. Mas agora há quem empunhe as bandeiras da livre iniciativa e os ponha na ordem!
Ainda noutro dia todos presenciámos uma brilhante manifestação anti-esquerdaria dos arrojados empreendedores ligados á Uber, Bolt e dos mais de 20 mil Etecetras, com arrojadíssimas palavras de ordem da qual posso citar, assim como assim, a eito, algumas:
“Vai-te embora ó Estado, tira as patas do nosso (lindo) mercado!”;
“Quem a TVDE quer regulamentar é pior que um jumento a zurrar!”;
“A esquerda quer-nos encher de normas! Liberdade para as amadas plataformas!”;
“Só se queixa disto habitualmente que é incompetente!!”;
“Toda a lei é ditadura, menos a da oferta e da procura!”;
“Aqui nada de miseráveis salários, somos todos arrojados empresários!”
E pelo meio, ainda se ouviu uma mais radical:
“Esquerdaria vão-se ***er, deixem a malta enriquecer!”.
Ao passarem em frente à Assembleia da República os motoristas saudaram entusiasticamente o Calhau e o Pastorinho que vieram à janela marejados em lágrimas ao verificarem tamanho fervor liberalesco.
Pois mas…eis senão que que…olhando para o postador…vemos…
…um perna a dar a volta ao pescoço, com o dedo grande do pé esquerdo dentro do ouvido? Uma mama nas costas e outra na virilha? Um testículo junto á orelha direita?
E… a urinar pela cova do braço?
Vosselência está todo torcido! Essa coluna parece um parafuso dos aviões!
Tenha cuidado, ó Figueiredo! O contorcionismo tem os seus perigos!
“Apesar de defenderem modelos económicos que dificilmente significam prosperidade”
Prosperidade para os liberocas são os multimilionarios americanos como o Boer da Tesla e o judeu do facebook
A maioria do povo passa miséria, mesmo na America
Sofismas de um liberalacho… Ainda bem que temos partidos com grande consciência de classe como a Imbecilidade neoLiberal /s
De quem é capaz de passar uma vida a defender ideias estúpidas e cenários irreais a todo o tempo desmentidos, o que há que esperar?
Milagres?
Pois claro!
Eis que JgMenos nos surpreende com uma afirmação de sentida e realista autocrítica.
É comovente o seu sentido de humildade, ao dirigir-se aos seus numerosos seguidores, que dele esperavam o impossível.
E que, subliminarmente acaba por lançar um um verdadeiro remoque diretamente dirigido ao seu amado Venturoso Pastorinho, cuja vocação milagreira é, por muitos, endeusada. E que se esquece que o último e definitivo milagreiro foi o saudoso Oliveira da Cerejeira.
Esqueceu-se das alterações climáticas, as cidades desaparecidas agora na américa são uma produção cinematográfica do George Soros.
A esquerda tem conseguido algumas conquistas no domínio de uma melhor distribuição dos rendimentos para quem trabalha, mas está longe de alcançar o desejado. Mas, vem a direita, e as conquistas alcançadas voltam à estaca zero. Também a disputa entre os vários grupos profissionais acentua as desigualdades que deixam para trás quem não tem poder reivindicativo. Enfim, continuamos numa sociedade em que os poderosos continuam a malhar nos mais fracos.
A lei da natureza e universo.
Não, não tem, tem ligeiros abrandamentos e mexidas nas margens, que qualquer mecanismo que seja melhorado é irrelevante face à quantidade que foi criada. É, por isso, útil para os dividir, e focarem-se em outros a excluir.
Os poderosos a malhar nos mais fracos.
Claro e foi e será sempre o objectivo da ” elites” , mas não lhes convém que se note muito e que acorde grande parte dos mais fracos.
Foi para isso que no passado inventaram
os três F e agora os partidos liberais