Dia 29 de Agosto de 1979, nasceu o indivíduo que me mostrou um dos caminhos para a felicidade. O humor e a boa disposição. Parece simples? Devia ser. Parabéns, Vasco Palmeirim!
Pela liberdade, sempre!
Revolução Liberal, há 200 anos, no Porto.
Não esperemos pela degradação total da nossa Liberdade para voltar a agir em prol do valor mais importante.
Não foi só a ministra…
Na semana passada, a ministra da cultura respondeu que ia tomar um drink quando lhe perguntaram sobre… cultura. Nesta atitude, vemos refletida a postura de todo o governo: Não trata do que tem a tratar com os portugueses e preocupa-se em demasia ao agradar os outros. Neste caso, foi utilizado um anglicismo.
Mas não pensem que isto foi o mais grave. Se este governo não fosse tão incompetente, diria que foi um momento infeliz. Mas não, é apenas mais uma para juntar às outras.
Discotecas até às 20h?
Uma da tarde, ei, bem bom
Duas da tarde, bem bom
Já três da tarde, ei, bem bom
Quatro da tarde, bem bom
Cinco da tarde, ei, bem bom
Já seis da tarde, bem bom
Sete da tarde, ei, bem bom
Oito da noite, bem bom
Um lanche de tarde pra dois
Sem saber o que virá depois, bem bom!
O Liberalismo não é sobre dinheiro
Existe a ideia errada de que o liberalismo gira à volta do dinheiro. Não podia estar em maior desacordo. Ao contrário do que a esquerda e a direita conservadora, proprietárias de ideias coletivistas, nos querem fazer acreditar, todo o liberal luta apenas pela valorização do indivíduo. Claramente que a vertente económica também é levada em conta, mas o liberalismo não se prende aí. Também não é possível ser liberal na economia e conservador nos costumes. Quer dizer, é possível, mas é intelectualmente desonesto. É lutar pela liberdade apenas no que pode dar jeito a certo grupo. A partir do momento em que uma ideia apenas respeita a liberdade de uma porção de indivíduos, deixa automaticamente de ser uma ideia liberal.
Atitudes de primeira
No ano passado, quando o Leeds estava na luta pela subida de divisão, Bielsa arriscou não ganhar um jogo importante pelos seus valores. O resultado foi 1-1.
Este ano, subiu e foi campeão da segunda divisão.
Haja princípios!
Orgulho em ser Tripeiro!
Estamos em 2020 e fica mais uma vez provado como funciona Portugal. Já avançamos o suficiente para continuarmos a alimentar o centralismo que existe neste país. Ser do Futebol Clube do Porto e da Cidade do Porto, muitas vezes, é ter de arcar com a ignorância daqueles que fazem da Capital portuguesa a oitava maravilha do Mundo.
Deram o Futebol Clube do Porto como morto a meio do campeonato. Aliás, até antes de começar o campeonato. Fazedores de opinião pública criaram a ideia de que o Futebol Clube do Porto tinha medo de voltar no pós-pandemia. Televisões portuguesas fizeram acreditar que o povo do Norte, representando este com imagens da Cidade do Porto, é mal educado. Até num programa de televisão conseguem dar má imagem ao Norte, metendo dentro de uma casa pessoas que não representam minimamente as nossas gentes.
Jogamos bem ou mal? Melhor do que todos os outros clubes portugueses, pior do que muitos clubes que estiveram nas competições europeias. Mas o que está aqui em causa não é um campeonato ou uma competição. É a nossa dignidade e a forma como continuamos a ser tratados.
E sim. Temos defeitos. Erramos, tal como todos. Temos de saber reconhecer isso. No entanto, não é motivo para continuarem a pintar uma imagem do nosso povo como se de animais se tratasse.
Sou Português. Sou Portuense. Sou Portista.
E nem um átomo do meu corpo se envergonha disso!
Contra tudo. Contra todos. Contra o Covid.
Amo-te, FC Porto!
Feminismo vs Liberdade Individual 2.0
Uma cambada de fanáticos pela igualdade, em detrimento da liberdade individual, lembrou-se de querer tornar as mulheres em algo que não querem, em nome de uma luta identitária. Eis os resultados.
Decorem este nome: Volt!
Na semana passada, tivemos a entrada de mais um partido para o jogo democrático português: o Volt. Sou honesto, apenas conheço o Volt há umas semanas e interessei-me bastante pelo projeto. O Volt apoia a ideia de uma Europa federal e é bastante progressista. [Read more…]
Liberdades? Sim, claro, quando me dá jeito.
Na Assembleia, o deputado único do CHEGA teve uma declaração em que disse que lá por ser do Benfica, não tinha o direito de acabar com alguns adversários. Claro que a frase dele teve bastante impacto por se referir a clubes de futebol, mas nem é isso o que me impressiona na frase. André Ventura defende, e bem, que cada pessoa tenha a liberdade de ser do clube que quer e que essa liberdade acaba quando interfere na do outro.
Onde está André Ventura, o grande defensor das liberdades, quando defende que não deve ser ensinada a ideologia de género, tirando assim uma opção às escolas e aos pais? Onde está o sentimento de liberdade, quando defende um isolamento especial para uma etnia? Onde está o respeito pelas opiniões dos outros, quando se promete acabar com a bandalheira que vai para o Twitter?
Ignorando o assunto que estava em questão na Assembleia, André Ventura percebeu, que para defender uma ideia, é preciso pensar como podemos tornar as pessoas mais livres. Mas tal como outros de direita e a maioria de esquerda, apenas proclama liberdade quando dá para defender os dele e aquilo que os dele gostam.
O problema é que André Ventura ainda não entendeu que não podemos defender apenas a liberdade quando é algo que nos toca. Temos defendê-la sempre. Alguém que lute verdadeiramente por pessoas livres, luta até por aqueles que não gosta.
Uma questão de imagem
Tens 550 mil euros para gastar com a tua cidade. Podes investir em educação, saúde, alimentação, etc. Mas não, a Câmara do Porto optou por investir num projeto para pessoas consumirem drogas. Isto apenas contribui para a marginalização dos próprios.
A ajuda do Estado à TAP é negociada em dias.
A ajuda do Estado a crianças com cancro no Hosp. S. João no Porto é adiada durante uma década.
Um país de prioridades bem definidas.
Lisboa a ser vítima de Lisboa
Lisboa continua a ter imensos casos de Covid-19, enquanto o Porto, por exemplo, não tem casos há mais de 20 dias. Julgo que pela primeira vez na História, Lisboa foi vítima daqueles que fazem da capital algo superior, como se fossem diferentes dos comuns mortais.
Atualmente, Lisboa tem a larga maioria dos novos casos. Esta é a mesma cidade na qual a classe política achou boa ideia fazer celebrações do 25 de Abril, celebrações do Dia do Trabalhador, manifestações da esquerda à direita e, pasme-se, celebrou-se o facto de Portugal receber a Liga dos Campeões. Os populistas da esquerda à direita e os que usam Lisboa para centralizar os seus poderes foram os culpados desta situação. Talvez tenham confiado demasiado na sua população que não é menos educada, nem mais pobre, nem mais velha. [Read more…]
96 Campeões
O Liverpool sagrou-se campeão inglês. Mesmo depois de ter sofrido 11 golos em dois anos contra essa equipa, tentarei abordar o assunto sem roer as unhas.
Já todos falaram de Klopp, de Mo Salah e muitos outros. Eu vou falar dos 96. Dos 96 adeptos dos Reds que perderam a vida em 1989 na famosa Tragédia de Hillsborough. O Estádio degradado e a falta de organização contribuiu para o desastre. O Governo inglês fez acreditar que a culpa era dos adeptos, alegando que estes se encontravam alterados devido ao álcool. No entanto, as famílias das vítimas não desistiram e lutaram por que se fizesse justiça. [Read more…]
Uma questão de horários
Ontem, pude ter a certeza que a DGS aconselha a não haver celebrações no Dia do Trabalhador. Simplesmente, ainda não lançou o comunicado. Calma.
Bom S. João!
Ó meu rico S. João
Sabes o que era sensacional?
O Porto Campeão
E um Portugal mais liberal
Mesmo sem gente na rua
Esta noite será sempre tua
Não há festas para as multidões
Mas temos a Liga dos Campeões
Dia de Portugal
Mais importante do que nos orgulharmos da nossa História e das nossas gentes é refletirmos no que podemos fazer para melhorar sempre este país.
Viva Portugal!
Privilégio Branco?
Há umas quantas coisas de que me orgulho. Sou português, portuense, portista, liberal e gosto bastante de salmão. Sou sincero, nunca senti muito orgulho em ser branco, porque nunca pensei nisso sequer. No máximo, posso dizer que me orgulho de ser europeu.
No sábado, realizou-se, por toda a Europa, o protesto contra o racismo. Tudo isto começou pelo assassinato bárbaro numa cena de abuso policial, nos EUA. Tudo isto originou uma enorme revolta e que se baseou em chavões como “privilégio branco”. Lamento informar os mais ativos nesta luta, mas esse tal privilégio branco não existe. E também lamento informar que não existe racismo estrutural em países como Portugal ou os EUA.
28 de Maio? Vale pela inauguração do Estádio das Antas
Acordam com o despertador num telemóvel fabricado na China ou nos EUA. Vão tomar banho num chuveiro que pode ser da Roca ou da Grohe, enquanto ouvem música comercial. Vestem-se de marcas francesas, alemãs, entre outras. Vão almoçar ao Mc Donalds e depois, aproveitando o calor, vão beber algo ao Starbucks ou comer um gelado à Haagen Dazs. Depois enfiam-se no seu Renault, Peugeot, Porsche, ou lá o que quiserem para ir até à praia. Voltam antes do fim de tarde, pois precisam de cortar o cabelo num cabeleireiro Jean Louis David. Metem uma foto no facebook, no Instagram, no Twitter e pedem opinião a alguém no Whatsapp. À noite, vão sair com os amigos, e como não está nada aberto, para comprar umas bebidas para levar para casa, têm de ir a alguma lojinha de asiáticos. Com sorte, pelo caminho, encontram um restaurante turco aberto para comer um belo kebab.
Esta gente também é a que chega o dia 28 de Maio e dá viva a Salazar e exalta o amor à nação.
Celebremos o 28 de Maio apenas pela inauguração do Estádio das Antas.
Preguiça jornalística
Na última edição, a revista SÁBADO cometeu um enorme erro. Partilhou esta notícia sobre Catarina Martins.
Veio a ser desmentido que se trata de Catarina Martins. O jornalismo português cada vez é menos levado a sério por culpa própria.
A Liberdade não está à venda
A recusa da injeção na Comunicação Social por parte do ECO e do Observador é a rejeição à submissão ao Estado.
Vírus para uns, amigo para outros
Neste fim-de-semana, apesar das regras mais rígidas, os portugueses começaram a ir à praia e fazer outras atividades. No entanto, as medidas continuam a ser pouco claras e das duas uma: ou não há coerência ou o vírus é muito seletivo. Este vírus, segundo a DGS, parece que escolheu horas para atacar e tem sítios preferidos. Por exemplo, este vírus detesta Fátima, mas tem um apreço especial por manifestações da CGTP. O vírus detesta pessoas na praia que não façam desporto, mas adora quem faz surf. O vírus detesta o português médio que quer ir ao centro comercial, mas adora membros do governo que se juntam em tascas. O vírus detesta música pop e festivais, menos se houver t-shirts do Che Guevara a cada tenda. O vírus, até há umas semanas, não via as máscaras como obstáculo. Agora, é das maiores barreiras que tem. O vírus detestava médicos, hipertensos e diabéticos. De repente, devem ter feito todos um jantar e já ficaram amigos outra vez.
Dia contra a homofobia
Hoje é o dia contra a homofobia. Um dia importante para refletirmos sobre a importância das liberdades individuais. Sem fanatismos, sem ressentimentos. Sem identitarismos bacocos, sem tribalismos.
O dia de hoje não deve ser dedicado só aos LGBT, mas sim a todos aqueles que acreditam que todos temos o direito de amar quem queremos sem ser sujeito a qualquer tipo de repressão.
O bicho já não mexe
Por esta hora, em dia de semana, começaria mais um direto do Bruno Nogueira no Instagram. Não poderemos ver mais, pois acabou. Foram dois meses de momentos únicos. Com isto, o Bruno conseguiu a proeza de fazer as pessoas esquecerem o mau momento que atravessamos e, durante aquelas duas horinhas, fazer dezenas de milhares de pessoas rir. Ali, num pequeno ecrã e, na maioria das vezes, dividido com outras personalidades, o Bruno Nogueira fez com que as pessoas celebrassem o Natal em Maio. A magia disto tudo está na simplicidade. Desde as embirrações com o Markl até aos momentos de loucura com o louco Quadros. Desde Cristiano Ronaldo em direto à briga entre Ljubomir e Manzarra. Desde o piano de Maria João Pires à obra de Vhils ao som da Grândola Vila Morena. Eu não acompanhei religiosamente toda esta aventura, mas sempre que lá estive, senti-me em casa.
Obrigado por isto, Bruno.
Isto não é futebol
Num jogo que deveria ser de grande animação nas bancadas, tivemos isto. Bonita homenagem dos jogadores, que não esqueceram a alma do clube. Não matem o futebol.
7 anos
O tempo vai passando, o momento continua inesquecível. Há 7 anos, o Futebol Clube do Porto marcava o golo mais marcante da história do campeonato português. Um golo que despertou aquilo que o futebol melhor sabe fazer: despertar emoções.
Um português, um indiano e um cigano…
O título deste texto parece o início de uma anedota, mas também se adapta a um dos últimos episódios da política portuguesa e tiveram como protagonistas André Ventura, António Costa e Ricardo Quaresma. Achei melhor dizer, pois há quem se dê mal ao brincar com estereótipos. Ai se os Gato Fedorento fossem dos dias de hoje…


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