Pergunto-vos: qual a diferença entre “foi Bruno Lage esclarecedor na conferência de imprensa?” e “Bruno Lage foi esclarecedor na conferência de imprensa?”?
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Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Pergunto-vos: qual a diferença entre “foi Bruno Lage esclarecedor na conferência de imprensa?” e “Bruno Lage foi esclarecedor na conferência de imprensa?”?
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Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Quanto a mim a frase :
“Bruno Lage foi esclarecedor na conferência de imprensa?” é mais correta porque segue o padrão habitual de: sujeito – verbo -predicado.
A outra opção lembra mais o português antigo, tipo : “Quereis vós meu senhor …”
Joana Quelhas
V. Exa. é cada cavadela, cada minhoca!
Nem no português consegue dizer algo de jeito!
Vê-se que não sabe a diferença entre frases simples e interrogações.
what ?
Pois lá está!
A Qwellhass “esqueceu-se” de completar a frase porque a compromete. Foi tudo ouvido por uma empregada do famoso Hostal das Maduras:
Dizia Qwellllhass,
“Quereis vós, meu senhor que de cócoras me coloque a fim de satisfazerdes os vossos libidinosos propósitos?”
E a resposta foi:
“Acocoraivos alteza,, para levardes uma à antiga portuguesa!”.
Vem daí o fascínio da Quelllhhasss pelo português antigo.
Está tudo explicado!
A diferença é essa “inversão interrogacional” que a Língua Portuguesa gosta de fazer, que muito bem serve para aquilatar de que muito provavelmente estamos em presença de uma pergunta (mesmo sem ver o “?”).
No finlandês, por exemplo, podem-se fazem perguntas sem sequer meter “?”, porque na forma interrogativa espetam com uma partícula no fim do verbo.
A pergunta “Bruno Lage foi esclarecedor na conferência de imprensa?” pode ser gramaticalmente correcta, mas como pergunta soa-me estranho, confundo-me se é afirmação, soa mais a pergunta que manipula a resposta (para a positiva).