
Tamir Pardo foi director da Mossad entre 2011 e 2016. Aparentemente, ter-se-á convertido num perigoso antisemita, pese embora seja judeu. A brutalidade sionista atingiu uma patamar de obscenidade tal que começa a ser difícil encontrar argumentos para a defender. Haja esperança nos israelitas com espinha dorsal.








Agora só faltam os outros 8 milhões, e pode ser que os restantes nativos só morram à fome e à doença causadas pela ocupação.
Extraordinário que nem assim os sionistas sejam capazes de destingir entre a etnia e a entidade colonial.
Se o mundo se tivesse limitado a ter esperança nos que na Alemanha nazi tinham espinha dorsal talvez já o Mendes tivesse saído pela chaminé de um campo de concentração.
Que é feito da Autoridade Palestiniana que até tinha presença na ONU?
Continua a desempenhar o papel colaboracionista para o qual foi criada, mas já vocifera umas coisas para não acabarem com um tiro na cabeça.