
Um país de defessientes
20/02/2025 by

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[…] Efectivamente. Na Califórnia. […]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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De que se queixam? Os “modernaços progressistas” que reverenciam o Brasil não queriam um “acordo ortográfico” com um país que constantemente torpedeia o português, não sabe conjugar verbos, e não respeita nem concordâncias nem as regras bases da gramática?
Tudo a favor da “simpliificação” do português, porque “a oralidade prece a escrita”, e o “português escrito se deve aproximar do português falado”?
Ora aí está: Porque é que se deve escrever “ensino” e não “encino”? Não é a mesma coisa? Não se percebe?
O homem acha que encino é mais ou menos como “em cima”, pelo que se dece escrever com C. E tem razão – é para simplificar. Talvez agora “perssebam” porque é que falar é uma coisa, e escrever é outra.
Se calhar pensou em ancinho, que devia substituir o ensino, e escreveu encino.
Mas o que interessa é o conteúdo, não podemos desfazer ideias só porque pelo meio aparecem umas prácticas e contractos.
Não, foi mesmo para aumentar o negócio, que também funcionou ao contrário. Até porque só a província é que cumpre a coisa.
E já agora, porque é que escrevem definidas, e não “defenidas”? Só armam confusão. Vanos lá simplificar, e passar a escrever “defenidas”, seus “defessientes”.
O dr. João Tilly para além de parolo foi membro da Juventude Socialista e o seu Pai fundador do Partido Socialista em Seia, é liberal/maçónico e também se assume como “templário”, é um mentiroso compulsivo, revisionista, um vira-casacas, promove teorias da conspiração, pseudo-ciência, pseudo-medicina, e adopta um discurso anti-Trump, Russófobo, e Sinófobo.
É um impostor, escreve que «…Somos o país mais iletrado da Europa (…) onde mais de metade dos cidadãos não têm o encino secundário…», pobre coitado, não é preciso ter 12º ano, licenciatura, mestrado, ou doutoramento, para se ter literacia e cultura, muito pelo contrário, os maiores níveis de iliteracia, ignorância, e incapacidade, estão naqueles que possuem o 12º ano, licenciatura, mestrado, ou doutoramento.
Depois continua escrevendo «…que as habilitações médias dos empresários são o 8º ano de escolaridade…», como se fosse preciso ter o 12º ano, licenciatura, mestrado, ou doutoramento, para ser empresário, sendo o Sr.º Salvador Caetano um exemplo disso mesmo:
«…Andei na escola até completar a Instrução Primária, o que aliás fiz com extraordinário brilho, as professoras insistiam que eu devia continuar a estudar mas as circunstâncias não me permitiram por tanto fui trabalhar com dez anos…» – Salvador Caetano (fundador do Grupo Salvador Caetano)
O dr. João Tilly é uma fraude, assim como o Chega que foi criado para perseguir, prejudicar, e destituir o Presidente Rui Rio na época em que este foi líder do Partido Social Democrata e da oposição:
«André Ventura lança movimento para destituir Rui Rio» https://www.publico.pt/2018/09/22/politica/noticia/andre-ventura-lanca-movimento-para-destituir-rui-rio-1844970
Na altura o auto-denominado «movimento Chega» representava o dr. Pedro Coelho e o seu bando, ou seja a facção liberal/maçónica do PSD que é contra a linha de Francisco Sá Carneiro, a social-democracia, a regionalização, o Interesse Nacional, e o republicanismo, sendo estes princípios e valores representados pelo Presidente Rui Rio.
Mais tarde o movimento dá origem ao Partido Chega com o objectivo de roubar votos ao Partido Social Democrata – que se tornou uma força política completamente moribunda e descredibilizada pelo dr. Pedro Coelho – prejudicando assim o PSD e o Presidente Rui Rio nas Eleições Legislativas de 2022.
O Partido Chega é uma fraude, uma força política liberal/maçónica criada para tentar manter este ilegítimo, criminoso, corrupto, e anti-democrático regime liberal/maçónico imposto pelo golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974 assim como o sistema político-constitucional ainda em vigor.
O Partido Chega representa os interesses do Partido Socialista e os seus aliados, do dr. Pedro Coelho e seu bando.
Os Portugueses ingénuos ou mais distraídos que apoiam e votam no Partido Chega têm de perceber que estão a ser enganados.
As coisas que o Figueiredo sabe!!!!
Pois citando o da foto…
“Afinal, somos um país de alunos com deficiência ou de alunos normais?”
Perguntou, no Parlamento, este anormal…
Pois, para quem não saiba…
O Trillyllylly, em tempos foi músico e gravou um album chamado “João Trillyllylly e Os Portugueses Suaves” (1), onde figurava esta premonitória canção, “Vou-me Daqui”:
Perfeito! O refrão está ótimo! Só falta mesmo cumprir!
(1) “Suaves”? Como é que ele sabe? Só se… huuuuuuummm, a coisa é suspeita!..