John Searle morreu há treze dias e ninguém me disse nada. Nem a mim, nem a vós. Curiosamente, quando morreram os meus outros heróis intelectuais — Rorty & Gadamer –, o NYT pronunciou-se. Este silêncio é estranho? Não, não é. Quando o último dos meus heróis morrer, calar-se ão? Não. Adiante. Fica aqui o melhor do Searle no Aventar. Obrigado por tudo, John.






Rorty e Searle, na minha humilde opinião, são inconciliáveis.
Joana Quelhas
Pois tem toda a razão. ó Qwellllhasss!
Mas já foram tomadas providências, lá no Paraíso. Ficam em quartos separados e vão à cantina em horários diferentes: o Rorty ao meio dia e às oito, o Searle à uma e às nove.
Sempre vigiados por anjos da Guarda Nacional. Ordens do Trampa.
O cepticismo materialista domina o senso comum.
Estas mentes brilhantes apenas atingem as franjas de uma academia alienada e submetida à efemeridade da existência.
Plenamente de acordo.
Joana Quelhas
Imagine-se ter Rorty e Gadamer como heróis intelectuais. O sistema universitário está perdido. Com estes intelectuais da treta, quer os citados, quer quem os adora, o sistema não tem outra coisa senão morrer de estupidez.
Sem dúvida: não passam da “engenharia do vocabulário”, entretêm-se com maquilhagem semântica no lugar de filosofia.
Os seus admiradores , distinguem-se a corrigir ortografia.
Joana Quelhas