Este texto não foi escrito com o auxílio da inteligência artificial, IA para os amigos chegados. Apesar da comodidade das palavras estatisticamente seriadas, com as vírgulas e os pontos nos sítios certos e sem confundir “à” com “há”.

O cérebro tem coisas engraçadas. Uma delas é este descartar memorias associadas a fotos que guardamos. O simples facto de selecionarmos uma foto e a publicarmos ou guardarmos é um incentivo para o cérebro não a memorizar, na certeza de a poder recuperar a qualquer momento. Simultaneamente, é uma interessante demonstração de a vida não ser completamente contrária ao princípio da mínima entropia que rege o universo.
Na mesma linha de pensamento, desaprendemos a fazer contas porque temos calculadoras, esquecemos a ortografia ao usar os correctores e deixamos de pensar porque a IA nos dá respostas.
O cérebro é como um músculo. Encolhe se não for usado. É isto, não é? O melhor será voltar ao ginásio dos posts, não me vá acontecer alguma desventura e deixar de conseguir levantar duas ou três consoantes das pesadas logo pela manhã.
Imagem gerada com o Google Gemini Nano Banana






Excelente e gostei! “Este texto não foi escrito com o auxílio da inteligência artificial, IA para os amigos chegados”!