A minha “entrevista” ao ChatGPT

Imagem gerada pelo serviço DALL·E da OpenAI, com o seguinte pedido: “image of a futuristic computer helping a person thinking”

O ChatGPT é um protótipo de um chatbot com inteligência artificial desenvolvido pela OpenAI especializado em diálogo.  

Quando se lhe pergunta o que ele é, diz que é “um modelo de linguagem grande treinado pelo OpenAI”. Significando que é “capaz de compreender e responder a perguntas e solicitações em diferentes idiomas e contextos”. Define-se ainda como sendo “uma ferramenta de software que foi criada para ajudar as pessoas a obter informações e tirar dúvidas sobre um amplo conjunto de tópicos”.

Experimentei fazer uma entrevista, se assim lhe podemos chamar, a este sistema, introduzindo temas como o sentido da vida, a vontade e trazendo a dimensão da inteligência artificial para a conversa.

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Sopa de Letras – Ler versus parolice

Contra a parolice, seja ela summit ou não, um dos remédios é ler. Agora mais que nunca. Ler os clássicos, ler os livros de História e mais que nunca a Geografia. Poesia sempre e às vezes aparecem coisas interessantes que é o caso destes dois livros sobre Inteligência Artificial. Ler é uma demonstração  de Inteligência Natural.

Sopa de Letras
Sopa de Letras
Sopa de Letras - Ler versus parolice







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O cão que chiava

Este clip é um exemplo de marketing bem feito, eventualmente originando uns quantos arrepios se nos lembramos deste outro vídeo.

Um “brinquedo” que consegue abrir portas, subir escadas e mover-se de uma forma assustadoramente normal.

A Boston Dynamics começou por ser um spin-off do MIT, altura em que iniciou a colaboração com o DARPA, tendo depois sido comprada pela Google e, a seguir, vendida ao SoftBank Group. Desenvolveu vários prodígios da robótica, entre os quais o Atlas, um robot capaz de fazer peripécias como salto mortal e parkour.

A vida não pode ser contida, tal como podemos observar cada vez que a natureza se apodera dos conceitos idealizados pelos arquitectos paisagistas. Mas a inteligência parece ser ainda mais difícil de conter. Acredito que, um dia, ela se libertará desta amarra a que chamamos vida baseada no carbono. Não serão as melhores notícias para quem aprecie o seu corpo, mas esse tempo ainda não está no nosso horizonte. Quem sabe se então outros seres não lhe chamarão Deus.

Podcasts – Quarenta e cinco graus

Quarenta e cinco graus” é um novel podcast de José Maria Pimentel (RSS; sítio), contando com seis episódios actualmente, onde se tem falado de “política e de políticas, de Portugal e do Mundo, do passado e do futuro, de economia e de gestão, do ser humano e da sociedade, de ciência e de cultura”. A sonoplastia é de Luís Ferreira.

Neste episódio, o autor conversou com com Arlindo Oliveira, “presidente do Instituto Superior Técnico e autor do livro The Digital Mind, lançado este ano e cuja edição em português, com o título Mentes Digitais, foi lançada na semana passada”.  Foram abordados “vários temas ligados ao futuro da Inteligência Artificial, ou, nas palavras do convidado, ao surgimento das mentes digitais”. Escreve ainda o autor do podcast que “ao usar esta palavra – ‘mente’ – Arlindo Oliveira transporta deliberadamente a discussão da Inteligência Artificial actual, independentemente dos seus avanços inegáveis, para um futuro mais ou menos longínquo, em que poderemos ter Inteligência Artificial equivalente – e, portanto, superior – à humana”.

Aventar Podcast
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Podcasts - Quarenta e cinco graus







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Um dia…

A mente humana está a crescer para além de si própria, num propósito sem outro nexo que não seja a expansão pela expansão. Um computador da Google, provido de inteligência artificial, venceu o campeão de Go. Espantoso, de tal forma, que só se esperava algo semelhante acontecesse daqui a dez anos.

Hoje foi um jogo, amanhã será a sério. Um dia, haverá uma máquina capaz mexer os dedos com a sensibilidade suficiente para tocar um pizzicato com irrepreensível exactidão, à qual se seguirá outra que, querendo-o, o faça com suficiente imprecisão que roce a criatividade. A pele desse ciborgue arrepiar-se-á com a dinâmica de um crescendo sentido, fruto de reacções mistas do seu sistema endócrino artificial e percepcionadas como prazer. Outras máquinas aplaudirão a criatividade e parecerão, elas mesmas, criativas.

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Deep Mind 2 a 0 contra o humano

Lee Se-dol volta a perder contra o computador. Ainda não chegámos à singularidade, mas talvez isso seja possível.